<?xml version="1.0"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt">
	<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/api.php?action=feedcontributions&amp;feedformat=atom&amp;user=Ltrigo</id>
	<title>Opustessellatum-PT - Contribuições do utilizador [pt]</title>
	<link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/api.php?action=feedcontributions&amp;feedformat=atom&amp;user=Ltrigo"/>
	<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php/Especial:Contribui%C3%A7%C3%B5es/Ltrigo"/>
	<updated>2026-07-29T17:21:40Z</updated>
	<subtitle>Contribuições do utilizador</subtitle>
	<generator>MediaWiki 1.43.1</generator>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=P%C3%A1gina_principal&amp;diff=191</id>
		<title>Página principal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=P%C3%A1gina_principal&amp;diff=191"/>
		<updated>2026-01-30T14:07:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Ficheiro:Opustesselatum-pt.jpg|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
O mosaico constitui um dos maiores e mais significativos testemunhos da técnica, expressão histórica e engenho artístico da presença romana no mundo mediterrânico ao longo da Antiguidade Clássica e Tardia. O mosaico reveste sobretudo pavimentos de espaços públicos e privados, mas também se apresenta em paredes e tetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No atual território português, encontram-se muitos exemplos de mosaico romano in situ, museus, centros interpretativos ou guardados em reserva. Nalguns casos, conservam-se painéis quase completos, permitindo a análise dos temas decorativos e a compreensão da sua pertença num determinado espaço. Noutros, conservam-se fragmentos que desafiam a leitura do investigador e a possibilidade de completar o puzzle. Os mosaicos de Conímbriga, constituem um caso de estudo emblemático para a compreensão da arte musiva no espaço urbano, mas existem outros. Em contexto rural (Villae), os vestígios são em maior número e mais dispersos. O estudo do mosaico romano pode ser realizado em diversas vertentes, desde a material, concretizada na expressão Opus Tessellatum (obra feita a partir das tesselas), até à decorativa e iconográfica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Objectivos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Iniciar os estudantes nas práticas metodológicas de investigação, desde organização e gestão bibliográfica, à aquisição e tratamento de dados qualitativos/quantitativos diversos, usando ferramentas digitais que lhes permitirão analisar e interpretar os dados de uma forma rigorosa, comparativa e integrada. &lt;br /&gt;
* Este trabalho constitui um caminho para um estudo maior e necessário que junte os mosaicos romanos em território português num corpus digital, proporcionando uma leitura global dos temas e motivos contextualizada e comparada com o restante mundo romano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Páginas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[1.4 Ala Sudeste do Peristilo]]&lt;br /&gt;
* [[Belerofonte matando a Quimera]]&lt;br /&gt;
* [[Canto Nordeste do Peristilo da Casa dos Repuxos]]&lt;br /&gt;
* [[Medalhao com Acteon]]&lt;br /&gt;
* [[Minotauro em Conimbriga]]&lt;br /&gt;
* [[Mosaico (1.10) da Ala Leste-Nordeste (ENE) do Peristilo da Casa dos Repuxos]]&lt;br /&gt;
* [[Mosaico do Grande Corredor; Cubículo Noroeste]]&lt;br /&gt;
* [[Mosaico do grande corredor tapete norte, cubículo noroeste|Mosaico do grande corredor + tapete norte, cubículo noroeste]]&lt;br /&gt;
* [[Mosaico dos Octógonos Côncavos]]&lt;br /&gt;
____________________________________________________________________________________________&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Project coordinators:&#039;&#039;&#039; Filomena Limão (scientific), Luís Trigo, Vera Moitinho de Almeida, André Barbosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Support:&#039;&#039;&#039; Departamento de Ciências e Técnicas do Património (DCTP), Transdisciplinary Research Center for Culture, Space and Memory (CITCEM), Faculty of Arts and Humanities of the University of Porto (FLUP), Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=P%C3%A1gina_principal&amp;diff=190</id>
		<title>Página principal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=P%C3%A1gina_principal&amp;diff=190"/>
		<updated>2025-12-22T12:37:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Ficheiro:Opustesselatum-pt.jpg|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
O mosaico constitui um dos maiores e mais significativos testemunhos da técnica, expressão histórica e engenho artístico da presença romana no mundo mediterrânico ao longo da Antiguidade Clássica e Tardia. O mosaico reveste sobretudo pavimentos de espaços públicos e privados, mas também se apresenta em paredes e tetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No atual território português, encontram-se muitos exemplos de mosaico romano in situ, museus, centros interpretativos ou guardados em reserva. Nalguns casos, conservam-se painéis quase completos, permitindo a análise dos temas decorativos e a compreensão da sua pertença num determinado espaço. Noutros, conservam-se fragmentos que desafiam a leitura do investigador e a possibilidade de completar o puzzle. Os mosaicos de Conímbriga, constituem um caso de estudo emblemático para a compreensão da arte musiva no espaço urbano, mas existem outros. Em contexto rural (Villae), os vestígios são em maior número e mais dispersos. O estudo do mosaico romano pode ser realizado em diversas vertentes, desde a material, concretizada na expressão Opus Tessellatum (obra feita a partir das tesselas), até à decorativa e iconográfica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Objectivos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Iniciar os estudantes nas práticas metodológicas de investigação, desde organização e gestão bibliográfica, à aquisição e tratamento de dados qualitativos/quantitativos diversos, usando ferramentas digitais que lhes permitirão analisar e interpretar os dados de uma forma rigorosa, comparativa e integrada. &lt;br /&gt;
* Este trabalho constitui um caminho para um estudo maior e necessário que junte os mosaicos romanos em território português num corpus digital, proporcionando uma leitura global dos temas e motivos contextualizada e comparada com o restante mundo romano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Páginas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[1.4 Ala Sudeste do Peristilo]]&lt;br /&gt;
* [[Belerofonte matando a Quimera]]&lt;br /&gt;
* [[Canto Nordeste do Peristilo da Casa dos Repuxos]]&lt;br /&gt;
* [[Medalhao com Acteon]]&lt;br /&gt;
* [[Minotauro em Conimbriga]]&lt;br /&gt;
* [[Mosaico (1.10) da Ala Leste-Nordeste (ENE) do Peristilo da Casa dos Repuxos]]&lt;br /&gt;
* [[Mosaico do Grande Corredor; Cubículo Noroeste]]&lt;br /&gt;
* [[Mosaico do grande corredor   tapete norte, cubículo noroeste|Mosaico do grande corredor + tapete norte, cubículo noroeste]]&lt;br /&gt;
* [[Mosaico dos Octógonos Côncavos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=1.4_Ala_Sudeste_do_Peristilo&amp;diff=149</id>
		<title>1.4 Ala Sudeste do Peristilo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=1.4_Ala_Sudeste_do_Peristilo&amp;diff=149"/>
		<updated>2025-12-15T15:36:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: Ltrigo moveu 1.4 Ala Sudeste do Peristilo para Ala Sudeste do Peristilo&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Ala Sudeste do Peristilo]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Mosaico_da_ala_sudeste_do_peristilo_(Casa_dos_Repuxos,_Con%C3%ADmbriga)&amp;diff=148</id>
		<title>Mosaico da ala sudeste do peristilo (Casa dos Repuxos, Conímbriga)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Mosaico_da_ala_sudeste_do_peristilo_(Casa_dos_Repuxos,_Con%C3%ADmbriga)&amp;diff=148"/>
		<updated>2025-12-15T15:36:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: Ltrigo moveu 1.4 Ala Sudeste do Peristilo para Ala Sudeste do Peristilo&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização actual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Museu Monográfico de Conímbriga, Condeixa-a-Velha e Condeixa-a-Nova&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização admin. romana&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Ciuitas Conuentus Scalabitanus&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;último quartel do séc. II, e o primeiro quartel&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;do sec. III&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== &amp;lt;big&amp;gt;Estado da Arte&amp;lt;/big&amp;gt; ==&lt;br /&gt;
Produzido em tesselas calcárias, entre último quartel do séc. II, e o primeiro quartel do séc. III, foi alvo de restauros dos próprios Romanos, e moderno.&amp;lt;sup&amp;gt;[1]&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terá sido escavado aquando das explorações arqueológicas de 1930-44 pelo Arqueólogo Virgilio Correia, a mando da rainha D. Amélia.&amp;lt;sup&amp;gt;[2]&amp;lt;/sup&amp;gt; Será importante referênciar que apenas 1/3 do complexo arqueológico foi desenterrado até á data.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há bastantes registos escritos e trabalhos de investigação sobre a &#039;&#039;domus&#039;&#039; em que o mosaico inerente ao nosso estudo se insere. Seria um trabalho bastante extenso, (embora não impossível) referenciar toda a bibliografia e pesquisa desenvolvida em torno desta casa principalmente do peristilo, contudo devido ao tamanho deste trabalho é importante referenciar as mais relevantes. De Justino Maciel a Jorge de Alarcão, muitos foram os autores a fazê-lo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante mencionar que embora que a análise desta casa, seja extensa, nenhum estudo aborda em específico o painel em questão. (Talvez devido ao seu pendor geométrico e o seu carácter de preenchimento do espaço entre os medalhões que carregavam iconografia e simbologia de um pendor mais erudito). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontra-se quase como inventariado no Corpus de Conímbriga de J. M. Bairrão Oleiro. O próprio autor menciona que este painel “Não foi ainda um objeto de estudo.”&amp;lt;sup&amp;gt;[3]&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É descrito brevemente num vídeo, que integra um projeto académico da Universidade Nova de Lisboa, “Mosaico romano em Portugal”, uma página da web, num vídeo da autoria de Inês Rodrigues e Samya Bruçó: “Mosaico do corredor do peristilo da Casa dos Repuxos em Conimbriga”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== &amp;lt;big&amp;gt;Enquadramento/Contextualização Histórica&amp;lt;/big&amp;gt; ==&lt;br /&gt;
Como mencionado anteriormente, este mosaico, integra o complexo arqueológico de Conímbriga. Estando este localizado a sudeste do corredor, no peristilo da casa dos Repuxos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Justino Maciel refere que todas as &#039;&#039;domus&#039;&#039; de Conímbriga seguiam um modelo em que o peristilo se tornava o coração da casa em torno do qual todas as dependências se organizavam.&amp;lt;sup&amp;gt;[4]&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma construção localizada extramuros (fora das muralhas da Antiguidade Tardia). Foi mais tarde pilhada pelos suevos.&amp;lt;sup&amp;gt;[5]&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casa dos Repuxos, é um dos melhores exemplares de &#039;&#039;domus&#039;&#039; em Portugal. Profusamente ornamentada, especialmente no peristilo, o que traduz não só o poder económico de quem lá viveu, a “magnificência da classe romana”&amp;lt;sup&amp;gt;[6]&amp;lt;/sup&amp;gt; que habitava em Conímbriga, mas também a educação dos mesmos devido aos temas eruditos representados ao longo do mesmo como o mito do Minotauro, Perseu e as Horas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre administração Romana localizava-se na província da Lusitânia, inserida no conuentus scalabittanus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escavado por Virgílio Correia ( como mencionado a cima), no curso das primeiras escavações iniciadas no local em 1899 patrocinadas pela rainha D. Amélia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Arrancado, e consolidado, em 1957/58, sobre tinta e quatro camadas de betão armado. Conservaram-se os restauros e remendos antigos, com exceção dos de Opus Signinium”&amp;lt;sup&amp;gt;[7]&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== &amp;lt;big&amp;gt;Decomposição Visual/Gráfica&amp;lt;/big&amp;gt; ==&lt;br /&gt;
Para decompor visualmente o mosaico, procedemos a uma subdivisão do mesmo em painéis:&#039;&#039;&#039;Painel 1.4, Painel 14.R.a [restauro (a)], Painel14.R.b 1.4.R.c.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1.4 Ala sudeste do Pátio Porticado (composição principal) / 1.4 Southeast wing of the porticated patio (main composition)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Composição ortogonal de quadrados sobre o vértice e retângulos brancos, delimitados a preto, determinando uma forma geométrica cruciforme. Losangos negros encontram-se inscritos nos retângulos, já os quadrados são preenchidos por um motivo vegetalista de florão incluído ao qual denominamos: (Florão nº1). Na figura cruciforme determinada pela composição encontramos incluídos outros dois tipos de motivo vegetalista: (Florão nº2/ 2.1). No espaço residual da composição observamos peltas negras com as pontas tangentes á moldura do painel que constitui um fileto negro com a largura de 3 tesselas. Esta composição é repetida ao longo do peristilo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Florão (Flower) nº1&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Motivo vegetalista composto por 4 pétalas lanceoladas, cruzadas por 4 pétalas apontadas e de espessura delgada, com formato triangular. Ao centro são notáveis dois quadrados sobrepostos. As suas cores alternam entre tons de vermelho, amarelo, azul e negro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Florão (Flower) nº2&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Motivo vegetalista de Florão composto por 4 pétalas de especto lanceolado, subsequentemente cruzadas por 4 pétalas cordiformes. Cada uma destas pétalas composta por 3 formas cordiformes sobrepostas proporcionando ao observador um efeito de contorno. As cores alteram entre tons de amarelo, azul, vermelho e negro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Florão (Flower) nº2.1&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Motivo de florão de carácter vegetalista semelhante ao Florão nº2, difere nas pétalas cordiformes, não apresentando contorno (sobreposição de formas cordiformes) em uma ou mais das suas pétalas. Segue também a sua policromia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1.4.R.a Restauro Romano (a)/ 1.4 Roman restauration (a)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Composição Ortogonal de quadrados, brancos e negros com motivos quadrangulares de diversas tipologias(sobre o vértice, de cantos recurvos etc.)  inscritos, também a branco e negro, na extremidade há apenas um motivo geométrico não quadrangular, mas lanceolado. A delimitação da área deste painel é de um pendor bastante irregular. Apresenta na parte inferior um motivo vegetalista em voluta o que poderia indicar a existência de um vaso nesta composição, um tema bastante reproduzido na antiguidade em Portugal, tanto a fresco, como em mosaico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1.4.R.b Restauro Romano (b) /1.4 Roman restauration (b)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Painel irregular com composição em escama, composto por filetes recurvos de espessura irregular justapostos a branco e negro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1.4.R.c Restauro Romano (c) /1.4 Roman restauration (c)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Painel de delimitações irregulares é composto por um fundo de tesselas negras sobre o qual se destaca um círculo a branco com um diâmetro de aproximadamente 13 tesselas. Em torno desse motivo circular dispõem-se tesselas brancas isoladas de um modo irregular. Na extremidade vemos uma tentativa de continuação do padrão geométrico do Painel 1.4 com uma pelta de pontas recurvas inseridas num quadrado delimitado a branco (tomando o lugar do florão nº1 na composição do painel principal).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== &amp;lt;big&amp;gt;Imagens e Iconografia do Objeto&amp;lt;/big&amp;gt; ==&lt;br /&gt;
A iconografia destes painéis carrega acima de tudo um pendor vegetalista e geométrico, contudo o Painel 1.4.c deixa-nos espaço aberto para ponderar o significado iconográfico que o mesmo carrega, poderá ser por exemplo uma representação de um forro astronómico. Seria importante demarcar que quer na composição principal como nos painéis de restauro, o objeto, a forma, a imagem, adaptam-se ao espaço em que estão inseridas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fontes e notas de rodapé ==&lt;br /&gt;
----[1]  J. M. Bairrão Oleiro, Janine Lancha, Instituto Português de Museus, Corpus dos mosaicos romanos de Portugal, p.45&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2]  Limão. F, “Conimbriga,” in &#039;&#039;The Encyclopedia of Ancient History&#039;&#039;, ed. Roger S. Bagnall et al., 1st ed. (Wiley, 2015), [p.p.]1–5, acedido em:(14-11-24)  disponível em: &amp;lt;&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/9781444338386.wbeah26212&amp;lt;/nowiki&amp;gt;.&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[3] J. M. Bairrão Oleiro, Janine Lancha, Instituto Português de Museus, Corpus dos mosaicos romanos de Portugal, p.45&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[4]Maciel, J.; A Arte da Época Clássica (séculos II a C - II d. C.),. In: P. Pereira , ed., História da Arte Portuguesa , Círculo de Leitores , 1995&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[5] Limão. F, “Conimbriga,” in &#039;&#039;The Encyclopedia of Ancient History&#039;&#039;, ed. Roger S. Bagnall et al., 1st ed. (Wiley, 2015), [p.p.]1–5, acedido em:(14-11-24)  disponível em: &amp;lt;&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/9781444338386.wbeah26212&amp;lt;/nowiki&amp;gt;.&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[6] Maciel, J.; A Arte da Época Clássica (séculos II a C - II d. C.),. In: P. Pereira , ed., História da Arte Portuguesa , Círculo de Leitores , 1995&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[7] J. M. Bairrão Oleiro, Janine Lancha, Instituto Português de Museus, Corpus dos mosaicos romanos de Portugal, p.45&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Utilizador:Ltrigo/1&amp;diff=147</id>
		<title>Utilizador:Ltrigo/1</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Utilizador:Ltrigo/1&amp;diff=147"/>
		<updated>2025-12-15T15:23:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: Criou a página com &amp;quot;miniaturadaimagem O mosaico constitui um dos maiores e mais significativos testemunhos da técnica, expressão histórica e engenho artístico da presença romana no mundo mediterrânico ao longo da Antiguidade Clássica e Tardia. O mosaico reveste sobretudo pavimentos de espaços públicos e privados, mas também se apresenta em paredes e tetos.  No atual território português, encontram-se muitos exemplos de mosaico romano in situ,...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Ficheiro:Opustesselatum-pt.jpg|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
O mosaico constitui um dos maiores e mais significativos testemunhos da técnica, expressão histórica e engenho artístico da presença romana no mundo mediterrânico ao longo da Antiguidade Clássica e Tardia. O mosaico reveste sobretudo pavimentos de espaços públicos e privados, mas também se apresenta em paredes e tetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No atual território português, encontram-se muitos exemplos de mosaico romano in situ, museus, centros interpretativos ou guardados em reserva. Nalguns casos, conservam-se painéis quase completos, permitindo a análise dos temas decorativos e a compreensão da sua pertença num determinado espaço. Noutros, conservam-se fragmentos que desafiam a leitura do investigador e a possibilidade de completar o puzzle. Os mosaicos de Conímbriga, constituem um caso de estudo emblemático para a compreensão da arte musiva no espaço urbano, mas existem outros. Em contexto rural (Villae), os vestígios são em maior número e mais dispersos. O estudo do mosaico romano pode ser realizado em diversas vertentes, desde a material, concretizada na expressão Opus Tessellatum (obra feita a partir das tesselas), até à decorativa e iconográfica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Objectivos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Iniciar os estudantes nas práticas metodológicas de investigação, desde organização e gestão bibliográfica, à aquisição e tratamento de dados qualitativos/quantitativos diversos, usando ferramentas digitais que lhes permitirão analisar e interpretar os dados de uma forma rigorosa, comparativa e integrada. &lt;br /&gt;
* Este trabalho constitui um caminho para um estudo maior e necessário que junte os mosaicos romanos em território português num corpus digital, proporcionando uma leitura global dos temas e motivos contextualizada e comparada com o restante mundo romano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Páginas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[1.4 Ala Sudeste do Peristilo]]&lt;br /&gt;
* [[Belerofonte matando a Quimera]]&lt;br /&gt;
* [[Canto Nordeste do Peristilo da Casa dos Repuxos]]&lt;br /&gt;
* [[Medalhao com Acteon]]&lt;br /&gt;
* [[Minotauro em Conimbriga]]&lt;br /&gt;
* [[Mosaico (1.10) da Ala Leste-Nordeste (ENE) do Peristilo da Casa dos Repuxos]]&lt;br /&gt;
* [[Mosaico do Grande Corredor; Cubículo Noroeste]]&lt;br /&gt;
* [[Mosaico do grande corredor + tapete norte, cubículo noroeste]]&lt;br /&gt;
* [[Mosaico dos Octógonos Côncavos]]&lt;br /&gt;
* [[Página priMosaico do Grande Corredor; Cubículo Noroestencipal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Mosaico_do_Grande_Corredor;_Cub%C3%ADculo_Noroestencipal&amp;diff=35</id>
		<title>Mosaico do Grande Corredor; Cubículo Noroestencipal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Mosaico_do_Grande_Corredor;_Cub%C3%ADculo_Noroestencipal&amp;diff=35"/>
		<updated>2024-12-11T22:09:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Ficheiro:Opustesselatum-pt.jpg|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
O mosaico constitui um dos maiores e mais significativos testemunhos da técnica, expressão histórica e engenho artístico da presença romana no mundo mediterrânico ao longo da Antiguidade Clássica e Tardia. O mosaico reveste sobretudo pavimentos de espaços públicos e privados, mas também se apresenta em paredes e tetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No atual território português, encontram-se muitos exemplos de mosaico romano in situ, museus, centros interpretativos ou guardados em reserva. Nalguns casos, conservam-se painéis quase completos, permitindo a análise dos temas decorativos e a compreensão da sua pertença num determinado espaço. Noutros, conservam-se fragmentos que desafiam a leitura do investigador e a possibilidade de completar o puzzle. Os mosaicos de Conímbriga, constituem um caso de estudo emblemático para a compreensão da arte musiva no espaço urbano, mas existem outros. Em contexto rural (Villae), os vestígios são em maior número e mais dispersos. O estudo do mosaico romano pode ser realizado em diversas vertentes, desde a material, concretizada na expressão Opus Tessellatum (obra feita a partir das tesselas), até à decorativa e iconográfica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Objectivos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Iniciar os estudantes nas práticas metodológicas de investigação, desde organização e gestão bibliográfica, à aquisição e tratamento de dados qualitativos/quantitativos diversos, usando ferramentas digitais que lhes permitirão analisar e interpretar os dados de uma forma rigorosa, comparativa e integrada. &lt;br /&gt;
* Este trabalho constitui um caminho para um estudo maior e necessário que junte os mosaicos romanos em território português num corpus digital, proporcionando uma leitura global dos temas e motivos contextualizada e comparada com o restante mundo romano.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Ficheiro:Opustesselatum-pt.jpg&amp;diff=34</id>
		<title>Ficheiro:Opustesselatum-pt.jpg</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Ficheiro:Opustesselatum-pt.jpg&amp;diff=34"/>
		<updated>2024-12-11T22:08:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Minotauro&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Estilo&amp;diff=15</id>
		<title>Estilo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Estilo&amp;diff=15"/>
		<updated>2024-11-28T09:49:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Este documento complementa as directivas de redação do [[Template]]. Identifica alguns princípios de escrita formulados nos manuais de estilo jornalísticos para tornar o texto mais claro e preciso, sem descurar a expressividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Evitar frases muito longas. No caso de se escrever uma frase muita longa, deve-se identificar as orações e cortar com pontos. Deve-se evitar também o uso de gerúndio e o uso de &amp;quot;que&amp;quot; para ligar orações.&lt;br /&gt;
# A redação do verbete deve usar uma linguagem precisa. Deve &#039;&#039;&#039;evitar-se adjectivos e advérbios de modo&#039;&#039;&#039; (por exemplo, bom, muito) - preferir sempre quantificação. &lt;br /&gt;
# A linguagem deve também ser objectiva. Deve evitar-se marcas de subjectividade como a utilização de pronomes na primeira pessoa.&lt;br /&gt;
# Evitar forma passiva nas frases e verbos compostos.&lt;br /&gt;
# Evitar vocabulário pomposo.&lt;br /&gt;
# Evitar pleonasmos e redundâncias (por exemplo, subir para cima).&lt;br /&gt;
# Evitar lugares comuns - &amp;quot;clichés&amp;quot;.&lt;br /&gt;
# Evitar muletas linguísticas, normalmente usadas para ligar frases (por exemplo,  “por outro lado”, “com efeito”, “aliás”, “efectivamente”, “entretanto”, “recorde-se que”)&lt;br /&gt;
# Ter em atenção o uso da virgula (por exemplo, não separar sujeito de predicado)&lt;br /&gt;
# Usar itálico para estrangeirismos ou expressões não portuguesas.&lt;br /&gt;
# Citações sem paráfrase devem levar aspas.&lt;br /&gt;
# Não acrescentar &amp;quot;s&amp;quot; nos plurais de acrónimos (por exemplo, as ONG).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Referências ===&lt;br /&gt;
[https://arquivo.bocc.ubi.pt/pag/gradim-anabela-manual-jornalismo-5.html 7. Utilização da Linguagem - Manual de Jornalismo, Anabela Gradim, Universidade da Beira Interior]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.jpn.up.pt/documentos/livro-de-estilo-jornalismoportonet/#opcoes 9. Opções e alertas - Livro de Estilo JornalismoPortoNet]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Estilo&amp;diff=14</id>
		<title>Estilo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Estilo&amp;diff=14"/>
		<updated>2024-11-28T09:43:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Este documento complementa as directivas de redação do [[Template]]. Identifica alguns princípios de escrita formulados nos manuais de estilo jornalísticos para tornar o texto mais claro e preciso, sem descurar a expressividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Evitar frases muito longas. No caso de se escrever uma frase muita longa, deve-se identificar as orações e cortar com pontos. Deve-se evitar também o uso de gerúndio e o uso de &amp;quot;que&amp;quot;.&lt;br /&gt;
# A redação do verbete deve usar uma linguagem precisa. Deve &#039;&#039;&#039;evitar-se adjectivos e advérbios de modo&#039;&#039;&#039; (por exemplo, bom, muito) - preferir sempre quantificação. &lt;br /&gt;
# A linguagem deve também ser objectiva. Deve evitar-se marcas de subjectividade como a utilização de pronomes na primeira pessoa.&lt;br /&gt;
# Evitar forma passiva nas frases e verbos compostos.&lt;br /&gt;
# Evitar vocabulário pomposo.&lt;br /&gt;
# Evitar pleonasmos e redundâncias (por exemplo, subir para cima).&lt;br /&gt;
# Evitar lugares comuns - &amp;quot;clichés&amp;quot;.&lt;br /&gt;
# Evitar muletas linguísticas, normalmente usadas para ligar frases (por exemplo,  “por outro lado”, “com efeito”, “aliás”, “efectivamente”, “entretanto”, “recorde-se que”)&lt;br /&gt;
# Ter em atenção o uso da virgula (por exemplo, não separar sujeito de predicado)&lt;br /&gt;
# Usar itálico para estrangeirismos ou expressões não portuguesas.&lt;br /&gt;
# Citações sem paráfrase devem levar aspas.&lt;br /&gt;
# Não acrescentar &amp;quot;s&amp;quot; nos plurais de acrónimos (por exemplo, as ONG).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Referências ===&lt;br /&gt;
[https://arquivo.bocc.ubi.pt/pag/gradim-anabela-manual-jornalismo-5.html 7. Utilização da Linguagem - Manual de Jornalismo, Anabela Gradim, Universidade da Beira Interior]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.jpn.up.pt/documentos/livro-de-estilo-jornalismoportonet/#opcoes 9. Opções e alertas - Livro de Estilo JornalismoPortoNet]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Estilo&amp;diff=13</id>
		<title>Estilo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Estilo&amp;diff=13"/>
		<updated>2024-11-28T09:43:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: Finalização&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Este documento complementa as directivas de redação identificadas no [[Template]]. Identifica alguns princípios de escrita formulados nos manuais de estilo jornalísticos para tornar o texto mais claro e preciso, sem descurar a expressividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Evitar frases muito longas. No caso de se escrever uma frase muita longa, deve-se identificar as orações e cortar com pontos. Deve-se evitar também o uso de gerúndio e o uso de &amp;quot;que&amp;quot;.&lt;br /&gt;
# A redação do verbete deve usar uma linguagem precisa. Deve &#039;&#039;&#039;evitar-se adjectivos e advérbios de modo&#039;&#039;&#039; (por exemplo, bom, muito) - preferir sempre quantificação. &lt;br /&gt;
# A linguagem deve também ser objectiva. Deve evitar-se marcas de subjectividade como a utilização de pronomes na primeira pessoa.&lt;br /&gt;
# Evitar forma passiva nas frases e verbos compostos.&lt;br /&gt;
# Evitar vocabulário pomposo.&lt;br /&gt;
# Evitar pleonasmos e redundâncias (por exemplo, subir para cima).&lt;br /&gt;
# Evitar lugares comuns - &amp;quot;clichés&amp;quot;.&lt;br /&gt;
# Evitar muletas linguísticas, normalmente usadas para ligar frases (por exemplo,  “por outro lado”, “com efeito”, “aliás”, “efectivamente”, “entretanto”, “recorde-se que”)&lt;br /&gt;
# Ter em atenção o uso da virgula (por exemplo, não separar sujeito de predicado)&lt;br /&gt;
# Usar itálico para estrangeirismos ou expressões não portuguesas.&lt;br /&gt;
# Citações sem paráfrase devem levar aspas.&lt;br /&gt;
# Não acrescentar &amp;quot;s&amp;quot; nos plurais de acrónimos (por exemplo, as ONG).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Referências ===&lt;br /&gt;
[https://arquivo.bocc.ubi.pt/pag/gradim-anabela-manual-jornalismo-5.html 7. Utilização da Linguagem - Manual de Jornalismo, Anabela Gradim, Universidade da Beira Interior]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.jpn.up.pt/documentos/livro-de-estilo-jornalismoportonet/#opcoes 9. Opções e alertas - Livro de Estilo JornalismoPortoNet]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Estilo&amp;diff=12</id>
		<title>Estilo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Estilo&amp;diff=12"/>
		<updated>2024-11-28T09:13:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: primeira descrição&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Este documento complementa as directivas de redação identificadas no [[Template]]. Identifica alguns princípios de escrita formulados nos manuais de estilo jornalísticos para tornar o texto mais claros e precisos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Evitar frases muito longas. No caso de se escrever uma frase muita longa, deve-se identificar as orações e cortar com pontos. Deve-se evitar também o uso de gerúndio.&lt;br /&gt;
# A redação do verbete deve usar uma linguagem precisa. Deve &#039;&#039;&#039;evitar-se adjectivos e advérbios de modo&#039;&#039;&#039; (por exemplo, bom, muito) - preferir sempre quantificação. &lt;br /&gt;
# A linguagem deve também ser objectiva. Deve evitar-se marcas de subjectividade como a utilização de pronomes na primeira pessoa.&lt;br /&gt;
# Evitar forma passiva nas frases e verbos compostos.&lt;br /&gt;
# Evitar vocabulário pomposo.&lt;br /&gt;
# Evitar pleonasmos e redundâncias (por exemplo, subir para cima) &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Modelo_de_p%C3%A1gina&amp;diff=10</id>
		<title>Modelo de página</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Modelo_de_p%C3%A1gina&amp;diff=10"/>
		<updated>2024-10-28T12:41:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: Inserção de imagem de moldura&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
== Identificação ==&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização actual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;museu ou sítio arqueológico, freguesia, concelho, distrito&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ex: Museu Monográfico de Conímbriga, Condeixa-a-Velha e Condeixa-a-Nova&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização admin. romana&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|&#039;&#039;ciuitates, província&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ex: Ciuitas de Conimbriga, província da Lusitânia&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;indicar a data atribuída em anos e séculos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ex: 145-160, meados do séc. II&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estado da Arte ==&lt;br /&gt;
Estado da Arte do objeto selecionado, através da apresentação e análise crítica das fontes bibliográficas que revelem a importância do objeto no contexto do estudo dos mosaicos romanos em território português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Enquadramento/Contextualização Histórica ==&lt;br /&gt;
(indicar o contexto espaço e tempo do achado do mosaico e o contexto histórico, arqueológico, arquitectónico do mosaico); ex.: O Mosaico do labirinto e do minotauro foi encontrado na cidade romana de Conimbriga na zona intramuros (no interior das muralhas da Antiguidade Tardia) no curso das primeiras escavações feitas no local em 1899 patrocinadas pela rainha D. Amélia. A localização exata do achado do mosaico não foi registada na altura. No entanto, pode colocar-se a hipótese de este mosaico ter pertencido a uma casa/domus situada intramuros e designada como Casa de Cantaber, cujo plano arquitectural data da segunda metade do século I….)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Decomposição Visual/Gráfica ===&lt;br /&gt;
Motivos decorativos (p.ex.: geométricos, vegetalistas, mistos);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Composição (p.ex.: ortogonal, triaxial, centrada…)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Identificação de cenas iconográficas (p.ex.: Cena do Labirinto e do Minotauro).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Verbal ===&lt;br /&gt;
Indicar uma descrição verbal que retrate a disposição visual do mosaico iniciando-se, por exemplo, do exterior para o interior utilizando o léxico específico do mosaico romano (ver bibliografia da unidades curriculares de História da Arte e Cultura Clássicas e descrições em &amp;lt;nowiki&amp;gt;http://www2.fcsh.unl.pt/cadeiras/Opusmusiuum/home.html&amp;lt;/nowiki&amp;gt; ) (p.ex.: O mosaico do labirinto e do minotauro é um mosaico incompleto, com um formato quadrangular ou rectangular rodeado por uma moldura. Esta moldura representa uma muralha de cidade em aparelho isódomo intervalado com portões de entrada a meio da muralha e torres nos cantos/ângulos. Os portões e torres estão coroadas com merlões em formato de um T. O espaço do mosaico delimitado por esta moldura é ocupado por uma padrão de labirinto em meandro em formato de L tendo no centro o rosto do Minotauro…).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso de o mosaico estar localizado num determinado espaço arquitectónico, devem ser indicados os pontos cardeais e usados para descrever o mosaico (p.ex.: o painel leste do mosaico situado no triclinium da Casa dos Repuxos…).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [Imagens e Iconografia do Objeto] ==&lt;br /&gt;
Mapas, plantas, alçados, fotografias recentes/antigas, estampas, etc., com numeração, legenda individual que identifique a imagem e o autor ou da fonte da imagem.&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Opustessellatum-PT - moldura.png|alt=Moldura|miniaturadaimagem|279x279px|Moldura]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fontes e Bibliografia ==&lt;br /&gt;
Indicar a bibliografia consultada e a bibliografia recomendada. Para cada imagem, indicar a numeração, legenda e fonte/bibliografia.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Ficheiro:PortoRenascentista-im01.PNG&amp;diff=9</id>
		<title>Ficheiro:PortoRenascentista-im01.PNG</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Ficheiro:PortoRenascentista-im01.PNG&amp;diff=9"/>
		<updated>2024-10-28T12:37:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Modelo_de_p%C3%A1gina&amp;diff=8</id>
		<title>Modelo de página</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Modelo_de_p%C3%A1gina&amp;diff=8"/>
		<updated>2024-10-28T12:33:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: Criação de verbete&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
== Identificação ==&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização actual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;museu ou sítio arqueológico, freguesia, concelho, distrito&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ex: Museu Monográfico de Conímbriga, Condeixa-a-Velha e Condeixa-a-Nova&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização admin. romana&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|&#039;&#039;ciuitates, província&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ex: Ciuitas de Conimbriga, província da Lusitânia&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;indicar a data atribuída em anos e séculos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ex: 145-160, meados do séc. II&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estado da Arte ==&lt;br /&gt;
Estado da Arte do objeto selecionado, através da apresentação e análise crítica das fontes bibliográficas que revelem a importância do objeto no contexto do estudo dos mosaicos romanos em território português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Enquadramento/Contextualização Histórica ==&lt;br /&gt;
(indicar o contexto espaço e tempo do achado do mosaico e o contexto histórico, arqueológico, arquitectónico do mosaico); ex.: O Mosaico do labirinto e do minotauro foi encontrado na cidade romana de Conimbriga na zona intramuros (no interior das muralhas da Antiguidade Tardia) no curso das primeiras escavações feitas no local em 1899 patrocinadas pela rainha D. Amélia. A localização exata do achado do mosaico não foi registada na altura. No entanto, pode colocar-se a hipótese de este mosaico ter pertencido a uma casa/domus situada intramuros e designada como Casa de Cantaber, cujo plano arquitectural data da segunda metade do século I….)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Decomposição Visual/Gráfica ===&lt;br /&gt;
Motivos decorativos (p.ex.: geométricos, vegetalistas, mistos);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Composição (p.ex.: ortogonal, triaxial, centrada…)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Identificação de cenas iconográficas (p.ex.: Cena do Labirinto e do Minotauro).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Verbal ===&lt;br /&gt;
Indicar uma descrição verbal que retrate a disposição visual do mosaico iniciando-se, por exemplo, do exterior para o interior utilizando o léxico específico do mosaico romano (ver bibliografia da unidades curriculares de História da Arte e Cultura Clássicas e descrições em &amp;lt;nowiki&amp;gt;http://www2.fcsh.unl.pt/cadeiras/Opusmusiuum/home.html&amp;lt;/nowiki&amp;gt; ) (p.ex.: O mosaico do labirinto e do minotauro é um mosaico incompleto, com um formato quadrangular ou rectangular rodeado por uma moldura. Esta moldura representa uma muralha de cidade em aparelho isódomo intervalado com portões de entrada a meio da muralha e torres nos cantos/ângulos. Os portões e torres estão coroadas com merlões em formato de um T. O espaço do mosaico delimitado por esta moldura é ocupado por uma padrão de labirinto em meandro em formato de L tendo no centro o rosto do Minotauro…).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso de o mosaico estar localizado num determinado espaço arquitectónico, devem ser indicados os pontos cardeais e usados para descrever o mosaico (p.ex.: o painel leste do mosaico situado no triclinium da Casa dos Repuxos…).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [Imagens e Iconografia do Objeto] ==&lt;br /&gt;
Mapas, plantas, alçados, fotografias recentes/antigas, estampas, etc., com numeração, legenda individual que identifique a imagem e o autor ou da fonte da imagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fontes e Bibliografia ==&lt;br /&gt;
Indicar a bibliografia consultada e a bibliografia recomendada. Para cada imagem, indicar a numeração, legenda e fonte/bibliografia.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Ficheiro:Opustessellatum-PT_-_moldura.png&amp;diff=7</id>
		<title>Ficheiro:Opustessellatum-PT - moldura.png</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Ficheiro:Opustessellatum-PT_-_moldura.png&amp;diff=7"/>
		<updated>2024-10-28T08:43:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Ficheiro:2s3cfbjs-400.png&amp;diff=6</id>
		<title>Ficheiro:2s3cfbjs-400.png</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Ficheiro:2s3cfbjs-400.png&amp;diff=6"/>
		<updated>2024-10-28T08:32:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Template&amp;diff=5</id>
		<title>Template</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Template&amp;diff=5"/>
		<updated>2024-10-27T23:25:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: Criação de verbete&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
== Identificação ==&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização actual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;museu ou sítio arqueológico, freguesia, concelho, distrito&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ex: Museu Monográfico de Conímbriga, Condeixa-a-Velha e Condeixa-a-Nova&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização admin. romana&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|&#039;&#039;ciuitates, província&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ex: Ciuitas de Conimbriga, província da Lusitânia&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;indicar a data atribuída em anos e séculos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ex: 145-160, meados do séc. II&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estado da Arte ==&lt;br /&gt;
Estado da Arte do objeto selecionado, através da apresentação e análise crítica das fontes bibliográficas que revelem a importância do objeto no contexto do estudo dos mosaicos romanos em território português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Enquadramento/Contextualização Histórica ==&lt;br /&gt;
(indicar o contexto espaço e tempo do achado do mosaico e o contexto histórico, arqueológico, arquitectónico do mosaico); ex.: O Mosaico do labirinto e do minotauro foi encontrado na cidade romana de Conimbriga na zona intramuros (no interior das muralhas da Antiguidade Tardia) no curso das primeiras escavações feitas no local em 1899 patrocinadas pela rainha D. Amélia. A localização exata do achado do mosaico não foi registada na altura. No entanto, pode colocar-se a hipótese de este mosaico ter pertencido a uma casa/domus situada intramuros e designada como Casa de Cantaber, cujo plano arquitectural data da segunda metade do século I….)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Decomposição Visual/Gráfica ===&lt;br /&gt;
Motivos decorativos (p.ex.: geométricos, vegetalistas, mistos);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Composição (p.ex.: ortogonal, triaxial, centrada…)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Identificação de cenas iconográficas (p.ex.: Cena do Labirinto e do Minotauro).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Verbal ===&lt;br /&gt;
Indicar uma descrição verbal que retrate a disposição visual do mosaico iniciando-se, por exemplo, do exterior para o interior utilizando o léxico específico do mosaico romano (ver bibliografia da unidades curriculares de História da Arte e Cultura Clássicas e descrições em &amp;lt;nowiki&amp;gt;http://www2.fcsh.unl.pt/cadeiras/Opusmusiuum/home.html&amp;lt;/nowiki&amp;gt; ) (p.ex.: O mosaico do labirinto e do minotauro é um mosaico incompleto, com um formato quadrangular ou rectangular rodeado por uma moldura. Esta moldura representa uma muralha de cidade em aparelho isódomo intervalado com portões de entrada a meio da muralha e torres nos cantos/ângulos. Os portões e torres estão coroadas com merlões em formato de um T. O espaço do mosaico delimitado por esta moldura é ocupado por uma padrão de labirinto em meandro em formato de L tendo no centro o rosto do Minotauro…).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso de o mosaico estar localizado num determinado espaço arquitectónico, devem ser indicados os pontos cardeais e usados para descrever o mosaico (p.ex.: o painel leste do mosaico situado no triclinium da Casa dos Repuxos…).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [Imagens e Iconografia do Objeto] ==&lt;br /&gt;
Mapas, plantas, alçados, fotografias recentes/antigas, estampas, etc., com numeração, legenda individual que identifique a imagem e o autor ou da fonte da imagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fontes e Bibliografia ==&lt;br /&gt;
Indicar a bibliografia consultada e a bibliografia recomendada. Para cada imagem, indicar a numeração, legenda e fonte/bibliografia.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Mosaico_do_Grande_Corredor;_Cub%C3%ADculo_Noroestencipal&amp;diff=4</id>
		<title>Mosaico do Grande Corredor; Cubículo Noroestencipal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Mosaico_do_Grande_Corredor;_Cub%C3%ADculo_Noroestencipal&amp;diff=4"/>
		<updated>2024-10-27T23:08:47Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: Página principal&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O mosaico constitui um dos maiores e mais significativos testemunhos da técnica, expressão histórica e engenho artístico da presença romana no mundo mediterrânico ao longo da Antiguidade Clássica e Tardia. O mosaico reveste sobretudo pavimentos de espaços públicos e privados, mas também se apresenta em paredes e tetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No atual território português, encontram-se muitos exemplos de mosaico romano in situ, museus, centros interpretativos ou guardados em reserva. Nalguns casos, conservam-se painéis quase completos, permitindo a análise dos temas decorativos e a compreensão da sua pertença num determinado espaço. Noutros, conservam-se fragmentos que desafiam a leitura do investigador e a possibilidade de completar o puzzle. Os mosaicos de Conímbriga, constituem um caso de estudo emblemático para a compreensão da arte musiva no espaço urbano, mas existem outros. Em contexto rural (Villae), os vestígios são em maior número e mais dispersos. O estudo do mosaico romano pode ser realizado em diversas vertentes, desde a material, concretizada na expressão Opus Tessellatum (obra feita a partir das tesselas), até à decorativa e iconográfica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Objectivo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Iniciar os estudantes nas práticas metodológicas de investigação, desde organização e gestão bibliográfica, à aquisição e tratamento de dados qualitativos/quantitativos diversos, usando ferramentas digitais que lhes permitirão analisar e interpretar os dados de uma forma rigorosa, comparativa e integrada. &lt;br /&gt;
* Este trabalho constitui um caminho para um estudo maior e necessário que junte os mosaicos romanos em território português num corpus digital, proporcionando uma leitura global dos temas e motivos contextualizada e comparada com o restante mundo romano.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Main_Page&amp;diff=3</id>
		<title>Main Page</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/Opustessellatum-PT/index.php?title=Main_Page&amp;diff=3"/>
		<updated>2024-10-27T23:04:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ltrigo: Descrição de Main Page&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Página principal]]&lt;br /&gt;
O mosaico constitui um dos maiores e mais significativos testemunhos da técnica, expressão histórica e engenho artístico da presença romana no mundo mediterrânico ao longo da Antiguidade Clássica e Tardia. O mosaico reveste sobretudo pavimentos de espaços públicos e privados, mas também se apresenta em paredes e tetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No atual território português, encontram-se muitos exemplos de mosaico romano in situ, museus, centros interpretativos ou guardados em reserva. Nalguns casos, conservam-se painéis quase completos, permitindo a análise dos temas decorativos e a compreensão da sua pertença num determinado espaço. Noutros, conservam-se fragmentos que desafiam a leitura do investigador e a possibilidade de completar o puzzle. Os mosaicos de Conímbriga, constituem um caso de estudo emblemático para a compreensão da arte musiva no espaço urbano, mas existem outros. Em contexto rural (Villae), os vestígios são em maior número e mais dispersos. O estudo do mosaico romano pode ser realizado em diversas vertentes, desde a material, concretizada na expressão Opus Tessellatum (obra feita a partir das tesselas), até à decorativa e iconográfica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Objectivos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Iniciar os estudantes nas práticas metodológicas de investigação, desde organização e gestão bibliográfica, à aquisição e tratamento de dados qualitativos/quantitativos diversos, usando ferramentas digitais que lhes permitirão analisar e interpretar os dados de uma forma rigorosa, comparativa e integrada. &lt;br /&gt;
* Este trabalho constitui um caminho para um estudo maior e necessário que junte os mosaicos romanos em território português num corpus digital, proporcionando uma leitura global dos temas e motivos contextualizada e comparada com o restante mundo romano.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ltrigo</name></author>
	</entry>
</feed>