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	<title>Porto Renascentista - Contribuições do utilizador [pt]</title>
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	<subtitle>Contribuições do utilizador</subtitle>
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		<id>https://wikimedia.pt/PortoRenascentista/index.php?title=Igreja_da_Miseric%C3%B3rdia_de_Braga&amp;diff=255</id>
		<title>Igreja da Misericórdia de Braga</title>
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		<updated>2025-03-31T19:58:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sofia Sousa: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Ficheiro:Igreja da Misericórdia de Braga .jpg|miniaturadaimagem|Fig.1-Fachada principal da Igreja da Misericórdia de Braga]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Identificação ==&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Designação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Igreja da Misericórdia de Braga&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Braga, [https://pt.wikipedia.org/wiki/Braga_(Maximinos,_Sé_e_Cividade) União das freguesias de Braga (Maximinos, Sé e Cividade).]&#039;&#039;&#039;Endereço:&#039;&#039;&#039; R. Dom Diogo de Sousa 124, 4700-424 Braga&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Coordenadas geográficas&#039;&#039;&#039;:[https://g.co/kgs/RGvhrWx 41º33&#039;1.634&amp;quot;N 8º25&#039;37.344&amp;quot;W]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Século XVI  (1562)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Autor(es)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|[https://www.publico.pt/2001/05/12/jornal/manuel-luis-e-o-maneirismo-arquitectonico-flamengo--i-157643 Manuel Luís]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estado da Arte ==&lt;br /&gt;
Para um entendimento geral da temática da arquitetura renascentista nas misericórdias de Portugal destaca-se as seguintes três obras essenciais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &#039;&#039;&#039;&#039;&#039;“Arte Portuguesa – Da Pré-História ao Século XX”&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;  (2009) de Dalila Rodrigues para compreender o tipo de arquitetura produzida naquele tempo no território português, também conhecida como arquitetura «ao romano». &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra de  Rafael Moreira &#039;&#039;&#039;&#039;&#039;«As Misericórdias: um património artístico da humanidade.»&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; (2006) introduz as tipologias das misericórdias e explica a importância destas irmandades na época renascentista, devido ao caráter caritativo das 14 obras da Misericórdia que auxilia a sustentação da sociedade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto a obra «&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;As casas da Misericórdia: confrarias da Misericórdia e a arquitectura quinhentista portuguesa&#039;&#039;.»&#039;&#039;&#039; (2013) de Joana Balsa Pinho, acompanha a história e difusão das casas de misericórdias pelo território português e mostra de que modo estas estruturas vão se adaptar ao estilo renascentista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Enquadramento ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anteriormente, a primeira morada da Casa da Misericórdia localizava-se numa das capelas do claustro da Sé e foi fundada por ordem do Arcebispo D. Frei Bartolomeu dos Mártires (1514-1590). Mais tarde vai ser alterada para a Rua Dom Diogo de Sousa, no &#039;&#039;&#039;centro histórico de Braga&#039;&#039;&#039; no encontro com a Praça D. João Peculiar, porém desta vez vai estar adjacente a uma parede da Sé de Braga (a Sul do pátio fechado, claustro de Santo Amaro ou de São Geraldo) incluindo-se assim no seu agrupamento arquitetónico. Associado ao novo edifício da Casa da Misericórdia de Braga temos a Casa do Despacho, que transforma o espaço da obra num conjunto de planta em L. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também, a nordeste do edifício encontra-se o Antigo Paço Arquipiscopal de Braga, e a nordoeste a Câmara Municipal de Braga e a Fonte do Pelicano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objeto arquitetónico: Igreja da Misericórdia de Braga ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No que diz respeito a fachada da obra, encontramos elementos decorativos de matriz &amp;quot;ao romano&amp;quot;, que já se manifestava em Portugal.[[Ficheiro:Igreja da Misericórdia de Braga (6).jpg|miniaturadaimagem|Fig.2- Igreja da Misericórdia de Braga]]&lt;br /&gt;
Esta obra «tipo caixa» &#039;&#039;&#039;(Moreira, R; 2006)&#039;&#039;&#039; não utiliza recursos volumétricos para dar dinamismo à obra, na verdade vemos a intenção de uma forma robusta e firme ao nível da arquitetura - muito comum neste período. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confirmamos este gosto pelo o uso de um frontão triangular simples, sem um tímpano com relevos, somente um óculo redondo no centro. Mais a baixo, vemos um tramo com uma sequência de aberturas - umas retangulares ao centro e duas mais pequenas de cada lado acentuando a simetria, juntamente de elementos escultóricos como retábulos decorativos, conchas e fogaréus, que também se vai repetir de modo semelhante no seguinte tramo, que contribui para o embelezamento da fachada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, ainda nos tramos horizontais, no nível próximo ao chão vemos um “portal retábulo” de grande porte. Dá-se acesso por uma simples escadaria e é delimitado por pares de colunas compósitas, como podemos verificar pelas imagens, de fuste canelado sobre duas bases: a primeira com relevo escultórico simples e a segunda com uma moldura de interior vazio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao centro, vemos um detalhe importante na linguagem clássica deste edifício que a utilização do arco de volta perfeita como sistema de construção, isto é, num tempo em que a tecnologia da arquitetura permite construir arcos quebrados, ogivas e outros, os mestres de obra vão preferir trabalhar com o arco simples, já que para eles estes em termos de beleza correspondiam muito mais aos seus ideais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto ao sistema de cobertura este possui um telhado de duas águas, sem abóbadas e estruturas esféricas.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Património integrado ===&lt;br /&gt;
No que diz respeito ao património integrado, os principais momentos de intervenção ao nível de património integrado deu-se nas seguintes datas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1703 - Bento Coelho pinta uma tela de Nossa Senhora da Boa Morte para o retábulo do Santíssimo Sacramento&lt;br /&gt;
* 1710 - o pintor Manuel da Cunha dourou o retábulo da Boa Morte e o arco da capela;&lt;br /&gt;
* 1722 - pintura do quadro de Nossa Senhora da Visitação por Domingos Silva; &lt;br /&gt;
* 1723- colocação na fachada principal, das imagens da Rainha Santa Isabel e de São Luís, rei de França, executadas por António Correia, de Palmeira; &lt;br /&gt;
* 1741 - Jacinto da Silva executa o retábulo do Santo Cristo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Imagens e Iconografia do Objeto ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ficheiro:Igreja da Misericórdia de Braga in 2016.jpg|Fig.3 - Fachada principal.&lt;br /&gt;
Ficheiro:Igreja da Misericórdia de Braga 2017 - 3.jpg|Fig.4 - Fachada Lateral.&lt;br /&gt;
Ficheiro:Igreja da Misericórdia de Braga (detalhe porta lateral).JPG|Fig.5 - Detalhe do conjunto escultórico.&lt;br /&gt;
Ficheiro:Igreja da Misericórdia de Braga (santo 2).JPG|Fig.6 - Escultora de Rainha Santa Isabel de França.&lt;br /&gt;
Ficheiro:Igreja da Misericórdia de Braga (brasão).JPG|Fig.7 - Escudo de armas.&lt;br /&gt;
Ficheiro:Igreja da Misericórdia (Braga) (8).jpg|Fig.8 - Imagem do coro alto.&lt;br /&gt;
Ficheiro:Interior da Igreja da Misericórdia Braga (1).JPG|Fig.9 - Teto em caixotões.&lt;br /&gt;
Ficheiro:Interior da Igreja da Misericórdia Braga (2).JPG|Fig.10 - Retábulo.&lt;br /&gt;
Ficheiro:Igreja da Misericórdia (Braga) (1).jpg|Fig.11 - Vitral.&lt;br /&gt;
Ficheiro:Igreja da Misericórdia (Braga) (7).jpg|Fig.12 - Vitral&lt;br /&gt;
Ficheiro:Igreja da Misericórdia (Braga) (10).jpg|Fig.13 -Detalhe de relevo.&lt;br /&gt;
Ficheiro:Igreja da Misericórdia (Braga) (5).jpg|Fig.14 -Detalhe de relevo.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fontes e Bibliografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Afonso&#039;&#039;&#039;, J. (1997). &#039;&#039;Manuel Luís - Um Contributo para o Estudo de um Mestre-Pedreiro Quinhentista&#039;&#039;. 7–45.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Afonso&#039;&#039;&#039;, J. (2013). Um Estudo de História Urbana. &#039;&#039;Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian&#039;&#039;, 1499–1606.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Afonso&#039;&#039;&#039;, J. F. (2001, May 11). &#039;&#039;Manuel Luís e o maneirismo arquitectónico flamengo - I&#039;&#039;. Público. &amp;lt;nowiki&amp;gt;https://www.publico.pt/2001/05/12/jornal/manuel-luis-e-o-maneirismo-arquitectonico-flamengo--i-157643&amp;lt;/nowiki&amp;gt; [última consulta 28/12/24]&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Barreto&#039;&#039;&#039;, L. (1982). &#039;&#039;Descobrimentos e Renascimento. Formas de Ser e Pensar nos Séculos XV e XVI, 2.a ed. Lisboa: Imprensa Nacional Casa da Moeda&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Castro&#039;&#039;&#039;, M., &amp;amp; De Fátima, C. (1997). &#039;&#039;conservação e ampliação de edifícios da Santa Casa da Misericórdia de Braga (da 2a metade do século XVI à 1a década do século XX), in Bracara Augusta&#039;&#039; (Vol. 100).&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Costa&#039;&#039;&#039;, L. (1985). Roteiro Monumental e Histórico do Centro Cívico. &#039;&#039;Património Arquitectónico e Arqueológico Classificado. Distrito de Braga&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Moreira&#039;&#039;&#039;, R. (1988). &#039;&#039;Miguel da Silva e as origens da arquitectura do Renascimento em Portugal. «O Mundo da arte», 2a Série&#039;&#039;. 5–23.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Moreira&#039;&#039;&#039;, R., &amp;amp; Arquitectura. (1995). Do Tardo-Gótico ao Maneirismo. In &#039;&#039;História da Arte Portuguesa&#039;&#039; (Vol. 2). Lisboa.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;Pesquisa Geral&#039;&#039;. (n.d.). Gov.Pt. Retrieved December 29, 2024, from &amp;lt;nowiki&amp;gt;https://servicos.dgpc.gov.pt/pesquisapatrimonioimovel/detalhes.php?code=73929&amp;lt;/nowiki&amp;gt; [última consulta 28/12/24]&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Pinho&#039;&#039;&#039;, Joana Balsa &#039;&#039;de As casas da Misericórdia:confrarias da Misericórdia e a arquitectura quinhentista portuguesa&#039;&#039;. (n.d.).&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Ruão&#039;&#039;&#039;, C.-. o. E. (2006). &#039;&#039;Teoria e Prática da Arquitectura Religiosa em Portugal (1550-1640)&#039;&#039;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sofia Sousa</name></author>
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		<title>Igreja da Misericórdia de Braga</title>
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		<updated>2025-03-31T11:42:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sofia Sousa: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Ficheiro:Igreja da Misericórdia de Braga .jpg|miniaturadaimagem|Fig.1-Fachada principal da Igreja da Misericórdia de Braga]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Identificação ==&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Designação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Igreja da Misericórdia de Braga&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Braga, [https://pt.wikipedia.org/wiki/Braga_(Maximinos,_Sé_e_Cividade) União das freguesias de Braga (Maximinos, Sé e Cividade).]&#039;&#039;&#039;Endereço:&#039;&#039;&#039; R. Dom Diogo de Sousa 124, 4700-424 Braga&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Coordenadas geográficas&#039;&#039;&#039;:[https://g.co/kgs/RGvhrWx 41º33&#039;1.634&amp;quot;N 8º25&#039;37.344&amp;quot;W]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Século XVI  (1562)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Autor(es)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|[https://www.publico.pt/2001/05/12/jornal/manuel-luis-e-o-maneirismo-arquitectonico-flamengo--i-157643 Manuel Luís]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estado da Arte ==&lt;br /&gt;
Para um entendimento geral da temática da arquitetura renascentista nas misericórdias de Portugal destaca-se as seguintes três obras essenciais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &#039;&#039;&#039;&#039;&#039;“Arte Portuguesa – Da Pré-História ao Século XX”&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;  (2009) de Dalila Rodrigues para compreender o tipo de arquitetura produzida naquele tempo no território português, também conhecida como arquitetura «ao romano». &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra de  Rafael Moreira &#039;&#039;&#039;&#039;&#039;«As Misericórdias: um património artístico da humanidade.»&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; (2006) introduz as tipologias das misericórdias e explica a importância destas irmandades na época renascentista, devido ao caráter caritativo das 14 obras da Misericórdia que auxilia a sustentação da sociedade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto a obra «&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;As casas da Misericórdia: confrarias da Misericórdia e a arquitectura quinhentista portuguesa&#039;&#039;.»&#039;&#039;&#039; (2013) de Joana Balsa Pinho, acompanha a história e difusão das casas de misericórdias pelo território português e mostra de que modo estas estruturas vão se adaptar ao estilo renascentista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Enquadramento ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anteriormente, a primeira morada da Casa da Misericórdia localizava-se numa das capelas do claustro da Sé e foi fundada por ordem do Arcebispo D. Frei Bartolomeu dos Mártires (1514-1590). Mais tarde vai ser alterada para a Rua Dom Diogo de Sousa, no &#039;&#039;&#039;centro histórico de Braga&#039;&#039;&#039; no encontro com a Praça D. João Peculiar, porém desta vez vai estar adjacente a uma parede da Sé de Braga (a Sul do pátio fechado, claustro de Santo Amaro ou de São Geraldo) incluindo-se assim no seu agrupamento arquitetónico. Associado ao novo edifício da Casa da Misericórdia de Braga temos a Casa do Despacho, que transforma o espaço da obra num conjunto de planta em L. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também, a nordeste do edifício encontra-se o Antigo Paço Arquipiscopal de Braga, e a nordoeste a Câmara Municipal de Braga e a Fonte do Pelicano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objeto arquitetónico: Igreja da Misericórdia de Braga ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No que diz respeito a fachada da obra, encontramos elementos decorativos de matriz &amp;quot;ao romano&amp;quot;, que já se manifestava em Portugal.[[Ficheiro:Igreja da Misericórdia de Braga (6).jpg|miniaturadaimagem|Fig.2- Igreja da Misericórdia de Braga]]&lt;br /&gt;
Esta obra «tipo caixa» &#039;&#039;&#039;(Moreira, R; 2006)&#039;&#039;&#039; não utiliza recursos volumétricos para dar dinamismo à obra, na verdade vemos a intenção de uma forma robusta e firme ao nível da arquitetura - muito comum neste período. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confirmamos este gosto pelo o uso de um frontão triangular simples, sem um tímpano com relevos, somente um óculo redondo no centro. Mais a baixo, vemos um tramo com uma sequência de aberturas - umas retangulares ao centro e duas mais pequenas de cada lado acentuando a simetria, juntamente de elementos escultóricos como retábulos decorativos, conchas e fogaréus, que também se vai repetir de modo semelhante no seguinte tramo, que contribui para o embelezamento da fachada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, ainda nos tramos horizontais, no nível próximo ao chão vemos um “portal retábulo” de grande porte. Dá-se acesso por uma simples escadaria e é delimitado por pares de colunas compósitas, como podemos verificar pelas imagens, de fuste canelado sobre duas bases: a primeira com relevo escultórico simples e a segunda com uma moldura de interior vazio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao centro, vemos um detalhe importante na linguagem clássica deste edifício que a utilização do arco de volta perfeita como sistema de construção, isto é, num tempo em que a tecnologia da arquitetura permite construir arcos quebrados, ogivas e outros, os mestres de obra vão preferir trabalhar com o arco simples, já que para eles estes em termos de beleza correspondiam muito mais aos seus ideais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto ao sistema de cobertura este possui um telhado de duas águas, sem abóbadas e estruturas esféricas.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Património integrado ===&lt;br /&gt;
No que diz respeito ao património integrado, os principais momentos de intervenção ao nível de património integrado deu-se nas seguintes datas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1703 - Bento Coelho pinta uma tela de Nossa Senhora da Boa Morte para o retábulo do Santíssimo Sacramento&lt;br /&gt;
* 1710 - o pintor Manuel da Cunha dourou o retábulo da Boa Morte e o arco da capela;&lt;br /&gt;
* 1722 - pintura do quadro de Nossa Senhora da Visitação por Domingos Silva; &lt;br /&gt;
* 1723- colocação na fachada principal, das imagens da Rainha Santa Isabel e de São Luís, rei de França, executadas por António Correia, de Palmeira; &lt;br /&gt;
* 1741 - Jacinto da Silva executa o retábulo do Santo Cristo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Imagens e Iconografia do Objeto ==&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Visitation sculpture group (Igreja da Misericórdia de Braga).jpg|miniaturadaimagem|419x419px|Fig.4 - Detalhe do conjunto escultórico da fachada lateral.]]&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Interior da Igreja da Misericórdia Braga (2).JPG|borda|nenhum|miniaturadaimagem|371x371px|Fig.3 - Interior da Igreja.]]&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Igreja da Misericórdia (Braga) (1).jpg|nenhum|miniaturadaimagem|Fig.5 - Vitral ]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ficheiro:Igreja da Misericórdia (Braga) (6).jpg|Fig.6 - Detalhe escultórico.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fontes e Bibliografia[editar | editar código-fonte] ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Fontes[editar | editar código-fonte] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Bibliografia[editar | editar código-fonte] ===&lt;br /&gt;
Norma CITCEM&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Enquadramento:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra encontra-se incluída no agrupamento de construções da [https://se-braga.pt Sé Catedral de Braga]. A Casa do Despacho, também está associada com a igreja da misericórdia, transformando o espaço arquitetônico num conjunto em L.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Elementos renascentistas:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sua fachada encontramos elementos decorativos de matriz &amp;quot;ao romano&amp;quot;, Manuel Luís (arquiteto e mestre de obra) também vai utilizar este traçado clássico noutra obra emblemática do Porto renascentista - a Igreja da Misericórdia do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta obra &amp;quot;tipo caixa&amp;quot; não utiliza recursos volumétricos para dar dinamismo á obra, na verdade vemos a intenção de uma forma robusta e firme ao nível da arquitetura- muito comum no período renascentista. Com isto, vemos o uso de um frontão triangular simples, sem tímpano preenchido por relevos, somente um óculo redondo no centro. De seguida, mais embaixo, vemos neste tramo algumas aberturas - uma retangulares ao centro e duas mais pequenas de cada lado acentuando a simetria, juntamente dos elementos escultóricos, mais uma vez com conchas e fogaréus. Por fim, no tramo próximo ao chão vemos outro “portal retábulo” de um porte maior. Este com acesso através de uma simples escadaria é delimitado por pares de colunas compósitas, como podemos verificar pelas imagens, de fuste canelado sobre duas bases: a primeira com relevo escultórico simples e a segunda com uma moldura com interior vazio. Ao centro, vemos um detalhe importante na linguagem clássica deste edifício que a utilização do arco de volta perfeita como sistema de construção, isto é, num tempo em que a tecnologia da arquitetura permite construir arcos quebrados, ogivas e outros, os mestres de obra vão preferir trabalhar com o arco simples, já que para eles estes em termos de beleza correspondiam muito mais aos seus ideais.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sofia Sousa</name></author>
	</entry>
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		<id>https://wikimedia.pt/PortoRenascentista/index.php?title=Igreja_da_Miseric%C3%B3rdia_de_Braga&amp;diff=253</id>
		<title>Igreja da Misericórdia de Braga</title>
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		<updated>2025-03-31T11:30:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sofia Sousa: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Ficheiro:Igreja da Misericórdia de Braga .jpg|miniaturadaimagem|Fig.1-Fachada principal da Igreja da Misericórdia de Braga]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Identificação ==&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Designação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Igreja da Misericórdia de Braga&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Braga, [https://pt.wikipedia.org/wiki/Braga_(Maximinos,_Sé_e_Cividade) União das freguesias de Braga (Maximinos, Sé e Cividade).]&#039;&#039;&#039;Endereço:&#039;&#039;&#039; R. Dom Diogo de Sousa 124, 4700-424 Braga&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Coordenadas geográficas&#039;&#039;&#039;:[https://g.co/kgs/RGvhrWx 41º33&#039;1.634&amp;quot;N 8º25&#039;37.344&amp;quot;W]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Século XVI  (1562)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Autor(es)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|[https://www.publico.pt/2001/05/12/jornal/manuel-luis-e-o-maneirismo-arquitectonico-flamengo--i-157643 Manuel Luís]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estado da Arte ==&lt;br /&gt;
Para um entendimento geral da temática da arquitetura renascentista nas misericórdias de Portugal destaca-se as seguintes três obras essenciais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &#039;&#039;&#039;&#039;&#039;“Arte Portuguesa – Da Pré-História ao Século XX”&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;  (2009) de Dalila Rodrigues para compreender o tipo de arquitetura produzida naquele tempo no território português, também conhecida como arquitetura «ao romano». &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra de  Rafael Moreira &#039;&#039;&#039;&#039;&#039;«As Misericórdias: um património artístico da humanidade.»&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; (2006) introduz as tipologias das misericórdias e explica a importância destas irmandades na época renascentista, devido ao caráter caritativo das 14 obras da Misericórdia que auxilia a sustentação da sociedade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto a obra «&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;As casas da Misericórdia: confrarias da Misericórdia e a arquitectura quinhentista portuguesa&#039;&#039;.»&#039;&#039;&#039; (2013) de Joana Balsa Pinho, acompanha a história e difusão das casas de misericórdias pelo território português e mostra de que modo estas estruturas vão se adaptar ao estilo renascentista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Enquadramento ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anteriormente, a primeira morada da Casa da Misericórdia localizava-se numa das capelas do claustro da Sé e foi fundada por ordem do Arcebispo D. Frei Bartolomeu dos Mártires (1514-1590). Mais tarde vai ser alterada para a Rua Dom Diogo de Sousa, no &#039;&#039;&#039;centro histórico de Braga&#039;&#039;&#039; no encontro com a Praça D. João Peculiar, porém desta vez vai estar adjacente a uma parede da Sé de Braga (a Sul do pátio fechado, claustro de Santo Amaro ou de São Geraldo) incluindo-se assim no seu agrupamento arquitetónico. Associado ao novo edifício da Casa da Misericórdia de Braga temos a Casa do Despacho, que transforma o espaço da obra num conjunto de planta em L. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também, a nordeste do edifício encontra-se o Antigo Paço Arquipiscopal de Braga, e a nordoeste a Câmara Municipal de Braga e a Fonte do Pelicano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objeto arquitetónico: Igreja da Misericórdia de Braga ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No que diz respeito a fachada da obra, encontramos elementos decorativos de matriz &amp;quot;ao romano&amp;quot;, que já se manifestava em Portugal.[[Ficheiro:Igreja da Misericórdia de Braga (6).jpg|miniaturadaimagem|Fig.2- Igreja da Misericórdia de Braga]]&lt;br /&gt;
Esta obra «tipo caixa» &#039;&#039;&#039;(Moreira, R; 2006)&#039;&#039;&#039; não utiliza recursos volumétricos para dar dinamismo à obra, na verdade vemos a intenção de uma forma robusta e firme ao nível da arquitetura - muito comum neste período. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confirmamos este gosto pelo o uso de um frontão triangular simples, sem um tímpano com relevos, somente um óculo redondo no centro. Mais a baixo, vemos um tramo com uma sequência de aberturas - umas retangulares ao centro e duas mais pequenas de cada lado acentuando a simetria, juntamente de elementos escultóricos como retábulos decorativos, conchas e fogaréus, que também se vai repetir de modo semelhante no seguinte tramo, que contribui para o embelezamento da fachada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, ainda nos tramos horizontais, no nível próximo ao chão vemos um “portal retábulo” de grande porte. Dá-se acesso por uma simples escadaria e é delimitado por pares de colunas compósitas, como podemos verificar pelas imagens, de fuste canelado sobre duas bases: a primeira com relevo escultórico simples e a segunda com uma moldura de interior vazio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao centro, vemos um detalhe importante na linguagem clássica deste edifício que a utilização do arco de volta perfeita como sistema de construção, isto é, num tempo em que a tecnologia da arquitetura permite construir arcos quebrados, ogivas e outros, os mestres de obra vão preferir trabalhar com o arco simples, já que para eles estes em termos de beleza correspondiam muito mais aos seus ideais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto ao sistema de cobertura este possui um telhado de duas águas, sem abóbadas e estruturas esféricas.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Património integrado ===&lt;br /&gt;
No que diz respeito ao património integrado, os principais momentos de intervenção ao nível de património integrado deu-se nas seguintes datas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1703 - Bento Coelho pinta uma tela de Nossa Senhora da Boa Morte para o retábulo do Santíssimo Sacramento&lt;br /&gt;
* 1710 - o pintor Manuel da Cunha dourou o retábulo da Boa Morte e o arco da capela;&lt;br /&gt;
* 1722 - pintura do quadro de Nossa Senhora da Visitação por Domingos Silva; &lt;br /&gt;
* 1723- colocação na fachada principal, das imagens da Rainha Santa Isabel e de São Luís, rei de França, executadas por António Correia, de Palmeira; &lt;br /&gt;
* 1741 - Jacinto da Silva executa o retábulo do Santo Cristo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Imagens e Iconografia do Objeto ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objeto arquitetónico[editar | editar código-fonte] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Património integrado[editar | editar código-fonte] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objeto ou conjunto em destaque[editar | editar código-fonte] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fontes e Bibliografia[editar | editar código-fonte] ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Fontes[editar | editar código-fonte] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Bibliografia[editar | editar código-fonte] ===&lt;br /&gt;
Norma CITCEM&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Enquadramento:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra encontra-se incluída no agrupamento de construções da [https://se-braga.pt Sé Catedral de Braga]. A Casa do Despacho, também está associada com a igreja da misericórdia, transformando o espaço arquitetônico num conjunto em L.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Elementos renascentistas:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sua fachada encontramos elementos decorativos de matriz &amp;quot;ao romano&amp;quot;, Manuel Luís (arquiteto e mestre de obra) também vai utilizar este traçado clássico noutra obra emblemática do Porto renascentista - a Igreja da Misericórdia do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta obra &amp;quot;tipo caixa&amp;quot; não utiliza recursos volumétricos para dar dinamismo á obra, na verdade vemos a intenção de uma forma robusta e firme ao nível da arquitetura- muito comum no período renascentista. Com isto, vemos o uso de um frontão triangular simples, sem tímpano preenchido por relevos, somente um óculo redondo no centro. De seguida, mais embaixo, vemos neste tramo algumas aberturas - uma retangulares ao centro e duas mais pequenas de cada lado acentuando a simetria, juntamente dos elementos escultóricos, mais uma vez com conchas e fogaréus. Por fim, no tramo próximo ao chão vemos outro “portal retábulo” de um porte maior. Este com acesso através de uma simples escadaria é delimitado por pares de colunas compósitas, como podemos verificar pelas imagens, de fuste canelado sobre duas bases: a primeira com relevo escultórico simples e a segunda com uma moldura com interior vazio. Ao centro, vemos um detalhe importante na linguagem clássica deste edifício que a utilização do arco de volta perfeita como sistema de construção, isto é, num tempo em que a tecnologia da arquitetura permite construir arcos quebrados, ogivas e outros, os mestres de obra vão preferir trabalhar com o arco simples, já que para eles estes em termos de beleza correspondiam muito mais aos seus ideais.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sofia Sousa</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/PortoRenascentista/index.php?title=Igreja_da_Miseric%C3%B3rdia_de_Braga&amp;diff=220</id>
		<title>Igreja da Misericórdia de Braga</title>
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		<updated>2025-03-03T13:39:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sofia Sousa: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Ficheiro:Igreja da Misericórdia de Braga .jpg|miniaturadaimagem|Fig.1-Fachada principal da Igreja da Misericórdia de Braga]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Identificação ==&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Designação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Igreja da Misericórdia de Braga&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Braga, [https://pt.wikipedia.org/wiki/Braga_(Maximinos,_Sé_e_Cividade) União das freguesias de Braga (Maximinos, Sé e Cividade).]&#039;&#039;&#039;Endereço:&#039;&#039;&#039; R. Dom Diogo de Sousa 124, 4700-424 Braga&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Coordenadas geográficas&#039;&#039;&#039;:[https://g.co/kgs/RGvhrWx 41º33&#039;1.634&amp;quot;N 8º25&#039;37.344&amp;quot;W]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Século XVI  (1562)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Autor(es)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|[https://www.publico.pt/2001/05/12/jornal/manuel-luis-e-o-maneirismo-arquitectonico-flamengo--i-157643 Manuel Luís]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estado da Arte ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tese de doutoramento da Joana Balsa de Pinho &#039;&#039;&#039;«&#039;&#039;As casas da Misericórdia: confrarias da Misericórdia e a arquitetura quinhentista portuguesa»&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Enquadramento ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O edifício encontra-se no centro histórico de Braga adjacente à Sé de Braga. Próximo a patrimónios arquitetônicos como &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição[editar | editar código-fonte] ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objeto arquitetónico ===&lt;br /&gt;
A igreja da Misericórdia de Braga foi fundada no século XVI, por ordem do [https://pt.wikipedia.org/wiki/Bartolomeu_dos_M%C3%A1rtires Arcebispo D. Frei Bartolomeu dos Mártires] (1514-1590) e é um dos poucos exemplos arquitetónicos da época renascentistas na cidade de Braga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra encontra-se incluída no agrupamento de construções da [https://se-braga.pt Sé Catedral de Braga]. A Casa do Despacho, também está associada com a Igreja da Misericórdia, transformando o espaço arquitetônico num conjunto em L.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sua fachada encontramos elementos decorativos de matriz &amp;quot;ao romano&amp;quot;.[[Ficheiro:Igreja da Misericórdia de Braga (6).jpg|miniaturadaimagem|Fig.2- Igreja da Misericórdia de Braga]]&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Misericordia Church - Braga.JPG|miniaturadaimagem|Fig.3- Fachada lateral.]]&lt;br /&gt;
Esta obra &amp;quot;tipo caixa&amp;quot; não utiliza recursos volumétricos para dar dinamismo á obra, na verdade vemos a intenção de uma forma robusta e firme ao nível da arquitetura- muito comum no período renascentista. Com isto, vemos o uso de um frontão triangular simples, sem tímpano preenchido por relevos, somente um óculo redondo no centro. De seguida, mais embaixo, vemos neste tramo algumas aberturas - uma retangulares ao centro e duas mais pequenas de cada lado acentuando a simetria, juntamente dos elementos escultóricos, mais uma vez com conchas e fogaréus. Por fim, no tramo próximo ao chão vemos outro “portal retábulo” de um porte maior. Este com acesso através de uma simples escadaria é delimitado por pares de colunas compósitas, como podemos verificar pelas imagens, de fuste canelado sobre duas bases: a primeira com relevo escultórico simples e a segunda com uma moldura com interior vazio. Ao centro, vemos um detalhe importante na linguagem clássica deste edifício que a utilização do arco de volta perfeita como sistema de construção, isto é, num tempo em que a tecnologia da arquitetura permite construir arcos quebrados, ogivas e outros, os mestres de obra vão preferir trabalhar com o arco simples, já que para eles estes em termos de beleza correspondiam muito mais aos seus ideais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Património integrado[editar | editar código-fonte] ===&lt;br /&gt;
Sinteticamente (no máximo meia página) caracterize o interior e os programas integrados na Arquitetura. Atente: tetos, retábulos, escultura, pintura, azulejaria, ferros, estuques, mobiliário etc.etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objeto ou conjunto em destaque[editar | editar código-fonte] ===&lt;br /&gt;
Que objeto destaca no Património Integrado? Justifique o motivo de destacar este objeto / conjunto e apresente-o sumariamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Imagens e Iconografia do Objeto[editar | editar código-fonte] ==&lt;br /&gt;
Mapas, plantas, alçados, fotografias recentes / antigas, estampas, etc., com legenda individual que identifique o autor ou da fonte da imagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objeto arquitetónico[editar | editar código-fonte] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Património integrado[editar | editar código-fonte] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objeto ou conjunto em destaque[editar | editar código-fonte] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fontes e Bibliografia[editar | editar código-fonte] ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Fontes[editar | editar código-fonte] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Bibliografia[editar | editar código-fonte] ===&lt;br /&gt;
Norma CITCEM&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Enquadramento:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra encontra-se incluída no agrupamento de construções da [https://se-braga.pt Sé Catedral de Braga]. A Casa do Despacho, também está associada com a igreja da misericórdia, transformando o espaço arquitetônico num conjunto em L.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Elementos renascentistas:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sua fachada encontramos elementos decorativos de matriz &amp;quot;ao romano&amp;quot;, Manuel Luís (arquiteto e mestre de obra) também vai utilizar este traçado clássico noutra obra emblemática do Porto renascentista - a Igreja da Misericórdia do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta obra &amp;quot;tipo caixa&amp;quot; não utiliza recursos volumétricos para dar dinamismo á obra, na verdade vemos a intenção de uma forma robusta e firme ao nível da arquitetura- muito comum no período renascentista. Com isto, vemos o uso de um frontão triangular simples, sem tímpano preenchido por relevos, somente um óculo redondo no centro. De seguida, mais embaixo, vemos neste tramo algumas aberturas - uma retangulares ao centro e duas mais pequenas de cada lado acentuando a simetria, juntamente dos elementos escultóricos, mais uma vez com conchas e fogaréus. Por fim, no tramo próximo ao chão vemos outro “portal retábulo” de um porte maior. Este com acesso através de uma simples escadaria é delimitado por pares de colunas compósitas, como podemos verificar pelas imagens, de fuste canelado sobre duas bases: a primeira com relevo escultórico simples e a segunda com uma moldura com interior vazio. Ao centro, vemos um detalhe importante na linguagem clássica deste edifício que a utilização do arco de volta perfeita como sistema de construção, isto é, num tempo em que a tecnologia da arquitetura permite construir arcos quebrados, ogivas e outros, os mestres de obra vão preferir trabalhar com o arco simples, já que para eles estes em termos de beleza correspondiam muito mais aos seus ideais.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sofia Sousa</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/PortoRenascentista/index.php?title=Igreja_da_Miseric%C3%B3rdia_de_Braga&amp;diff=123</id>
		<title>Igreja da Misericórdia de Braga</title>
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		<updated>2024-12-31T17:15:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sofia Sousa: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Ficheiro:Igreja da Misericórdia de Braga .jpg|miniaturadaimagem|Fig.1-Fachada principal da Igreja da Misericórdia de Braga]]&lt;br /&gt;
A Igreja da Misericórdia de Braga é um dos poucos exemplos da arquitetura renascentista na cidade de Braga. Começou a ser edificada por volta de 1562 a pedido do [https://pt.wikipedia.org/wiki/Bartolomeu_dos_Mártires Arcebispo D. Frei Bartolomeu dos Mártires] (1559–1558) e pertence à [https://www.scmbraga.pt Santa Casa da Misericórdia de Braga].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Tipo:&#039;&#039;&#039; Religioso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Proprietário:&#039;&#039;&#039; Santa Casa da Misericórdia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &amp;lt;small&amp;gt;Localização:&amp;lt;/small&amp;gt; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Portugal, Braga, Braga, [https://pt.wikipedia.org/wiki/Braga_(Maximinos,_Sé_e_Cividade) União das freguesias de Braga (Maximinos, Sé e Cividade).]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Endereço: R. Dom Diogo de Sousa 124, 4700-424 Braga;&lt;br /&gt;
* Coordenadas geográficas:[https://g.co/kgs/RGvhrWx 41º33&#039;1.634&amp;quot;N 8º25&#039;37.344&amp;quot;W]&lt;br /&gt;
* Encontra-se adjacente à Sé Catedral de Braga;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Cronologia:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1513 - Agregada ao claustro da Sé ergue-se a primeira capela associada a Santa Casa da Misericórdia de Braga (capela de Jesus da Misericórdia);&lt;br /&gt;
* 1562 - Início da construção da igreja; &lt;br /&gt;
* 1563 - Encontravam-se em curso as obras de construção da igreja;&lt;br /&gt;
* Até o séc. XIX - sofre alterações e reformas, principalmente no seu interior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Enquadramento:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra encontra-se incluída no agrupamento de construções da [https://se-braga.pt Sé Catedral de Braga]. A Casa do Despacho, também está associada com a igreja da misericórdia, transformando o espaço arquitetônico num conjunto em L.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Elementos renascentistas:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sua fachada encontramos elementos decorativos de matriz &amp;quot;ao romano&amp;quot;, Manuel Luís (arquiteto e mestre de obra) também vai utilizar este traçado clássico noutra obra emblemática do Porto renascentista - a Igreja da Misericórdia do Porto.&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Igreja da Misericórdia de Braga (6).jpg|miniaturadaimagem|Fig.2- Igreja da Misericórdia de Braga]]&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Misericordia Church - Braga.JPG|miniaturadaimagem|Fig.3- Fachada lateral.]]&lt;br /&gt;
Esta obra &amp;quot;tipo caixa&amp;quot; não utiliza recursos volumétricos para dar dinamismo á obra, na verdade vemos a intenção de uma forma robusta e firme ao nível da arquitetura- muito comum no período renascentista. Com isto, vemos o uso de um frontão triangular simples, sem tímpano preenchido por relevos, somente um óculo redondo no centro. De seguida, mais embaixo, vemos neste tramo algumas aberturas - uma retangulares ao centro e duas mais pequenas de cada lado acentuando a simetria, juntamente dos elementos escultóricos, mais uma vez com conchas e fogaréus. Por fim, no tramo próximo ao chão vemos outro “portal retábulo” de um porte maior. Este com acesso através de uma simples escadaria é delimitado por pares de colunas compósitas, como podemos verificar pelas imagens, de fuste canelado sobre duas bases: a primeira com relevo escultórico simples e a segunda com uma moldura com interior vazio. Ao centro, vemos um detalhe importante na linguagem clássica deste edifício que a utilização do arco de volta perfeita como sistema de construção, isto é, num tempo em que a tecnologia da arquitetura permite construir arcos quebrados, ogivas e outros, os mestres de obra vão preferir trabalhar com o arco simples, já que para eles estes em termos de beleza correspondiam muito mais aos seus ideais.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sofia Sousa</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/PortoRenascentista/index.php?title=Igreja_da_Miseric%C3%B3rdia_de_Braga&amp;diff=7</id>
		<title>Igreja da Misericórdia de Braga</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/PortoRenascentista/index.php?title=Igreja_da_Miseric%C3%B3rdia_de_Braga&amp;diff=7"/>
		<updated>2024-12-05T21:10:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sofia Sousa: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Ficheiro:Igreja da Misericórdia de Braga .jpg|miniaturadaimagem|Fig.1-Fachada principal da Igreja da Misericórdia de Braga]]&lt;br /&gt;
A Igreja da Misericórdia de Braga é um dos poucos exemplos da arquitetura renascentista na cidade de Braga. Começou a ser edificada por volta de 1562 a pedido do [https://pt.wikipedia.org/wiki/Bartolomeu_dos_Mártires Arcebispo D. Frei Bartolomeu dos Mártires] (1559–1558) e pertence à [https://www.scmbraga.pt Santa Casa da Misericórdia de Braga].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &amp;lt;small&amp;gt;Localização:&amp;lt;/small&amp;gt; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Portugal, Braga, Braga, [https://pt.wikipedia.org/wiki/Braga_(Maximinos,_Sé_e_Cividade) União das freguesias de Braga (Maximinos, Sé e Cividade).]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Endereço: R. Dom Diogo de Sousa 124, 4700-424 Braga;&lt;br /&gt;
* Coordenadas geográficas:[https://g.co/kgs/RGvhrWx 41º33&#039;1.634&amp;quot;N 8º25&#039;37.344&amp;quot;W]&lt;br /&gt;
* Encontra-se adjacente à Sé Catedral de Braga;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Cronologia:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1513 - Agregada ao claustro da Sé ergue-se a primeira capela associada a Santa Casa da Misericórdia de Braga (capela de Jesus da Misericórdia);&lt;br /&gt;
* 1562 - Início da construção da igreja; &lt;br /&gt;
* 1563 - Encontravam-se em curso as obras de construção da igreja;&lt;br /&gt;
* Até o séc. XIX - sofre alterações e reformas, principalmente no seu interior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Enquadramento:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra encontra-se incluída no agrupamento de construções da [https://se-braga.pt Sé Catedral de Braga]. A Casa do Despacho, também está associada com a igreja da misericórdia, transformando o espaço arquitetónico num conjunto em L.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sofia Sousa</name></author>
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		<title>Igreja da Misericórdia de Braga</title>
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		<updated>2024-12-05T21:08:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Sofia Sousa: Criou a página com &amp;quot;Fig.1-Fachada principal da Igreja da Misericórdia de Braga A Igreja da Misericórdia de Braga é um dos poucos exemplos da arquitetura renascentista na cidade de Braga. Começou a ser edificada por volta de 1562 a pedido do [https://pt.wikipedia.org/wiki/Bartolomeu_dos_Mártires Arcebispo D. Frei Bartolomeu dos Mártires] (1559–1558) e pertence à [https://www.scmbraga.pt Santa Casa da Misericórdi...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Ficheiro:Igreja da Misericórdia de Braga .jpg|miniaturadaimagem|Fig.1-Fachada principal da Igreja da Misericórdia de Braga]]&lt;br /&gt;
A Igreja da Misericórdia de Braga é um dos poucos exemplos da arquitetura renascentista na cidade de Braga. Começou a ser edificada por volta de 1562 a pedido do [https://pt.wikipedia.org/wiki/Bartolomeu_dos_Mártires Arcebispo D. Frei Bartolomeu dos Mártires] (1559–1558) e pertence à [https://www.scmbraga.pt Santa Casa da Misericórdia de Braga].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &amp;lt;small&amp;gt;Localização:&amp;lt;/small&amp;gt; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Portugal, Braga, Braga, [https://pt.wikipedia.org/wiki/Braga_(Maximinos,_Sé_e_Cividade) União das freguesias de Braga (Maximinos, Sé e Cividade).]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Endereço: R. Dom Diogo de Sousa 124, 4700-424 Braga;&lt;br /&gt;
* Coordenadas geográficas:[https://g.co/kgs/RGvhrWx 41º33&#039;1.634&amp;quot;N 8º25&#039;37.344&amp;quot;W]&lt;br /&gt;
* Encontra-se adjacente à Sé Catedral de Braga;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Cronologia:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1513 - Agregada ao claustro da Sé ergue-se a primeira capela associada a Santa Casa da Misericórdia de Braga (capela de Jesus da Misericórdia);&lt;br /&gt;
* 1562 - Início da construção da igreja; &lt;br /&gt;
* 1563 - Encontravam-se em curso as obras de construção da igreja;&lt;br /&gt;
* Até o séc. XIX - sofre alterações e reformas, principalmente no seu interior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Enquadramento:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra encontra-se incluída no agrupamento de construções da [https://se-braga.pt Sé Catedral de Braga]. A Casa do Despacho, também está associada com a igreja da misericórdia, transformando o espaço arquitetónico num conjunto em L.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contexto histórico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Missão da Misericórdia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição do objeto arquitetónico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bibliografia:&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Sofia Sousa</name></author>
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