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	<title>Porto Renascentista - Contribuições do utilizador [pt]</title>
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	<subtitle>Contribuições do utilizador</subtitle>
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		<id>https://wikimedia.pt/PortoRenascentista/index.php?title=Reformas_Renascentistas_da_S%C3%A9_de_Braga_durante_o_arcebispado_de_D._Diogo_de_Sousa&amp;diff=193</id>
		<title>Reformas Renascentistas da Sé de Braga durante o arcebispado de D. Diogo de Sousa</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Teresa Miguel: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Ficheiro:Braga Cathedral (1).jpg|miniaturadaimagem|341x341px|Fachada da Sé de Braga|alt=]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Identificação ==&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Designação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Reformas Renascentistas da Sé de Braga executadas durante o arcebispado de D. Diogo de Sousa. A Sé de Braga passou por reformas significativas que marcaram influências do Renascimento, refletindo as novas ideias culturais e artísticas da época.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Sé de Braga, Braga, Portugal. 41° 32′ 59″ N, 8° 25′ 38″ O&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Reformas realizadas entre 1505 e 1532, durante o arcebispado de D. Diogo de Sousa.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Autor(es)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|D. Diogo de Sousa (mecenas) e alguns mestres nacionais e estrangeiros entre eles João de Castilho (arquiteto principal).&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estado da Arte ==&lt;br /&gt;
A Sé de Braga, enquanto objeto de estudo das reformas renascentistas promovidas durante o arcebispado de D. Diogo de Sousa (1505–1532), insere-se num contexto de renovação arquitetónica e urbana que acompanhou as transformações culturais e artísticas do Renascimento em Portugal. A análise crítica da bibliografia disponível evidencia a importância deste monumento como um marco da introdução dos valores renascentistas na arquitetura portuguesa, ainda com influências do gótico tardio, mas característico do período de transição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Enquadramento ==&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:0 Planta Sé de Braga.jpg|miniaturadaimagem|&#039;&#039;&#039;Planta Sé de Braga&#039;&#039;&#039;|234x234px|esquerda]]&lt;br /&gt;
A Sé de Braga está inserida em um rico contexto patrimonial e urbano. Localizada no centro histórico da cidade, rodeada por edificações ecléticas que variam do período medieval ao moderno, a catedral é um elemento central na identidade da cidade e da região do Minho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início do século XVI, Braga encontrava-se estagnada, limitada pelo seu passado medieval, sem infraestruturas adequadas e enfrentando desafios de modernização. A chegada de D. Diogo de Sousa, nomeado arcebispo em 1505, marcou o início de uma transformação profunda na cidade, inspirada pelos ideais do Renascimento. Com uma visão humanista e reformista, D. Diogo promoveu avanços urbanos, económicos e culturais, destacando-se a renovação da Sé Catedral como símbolo maior da revitalização arquitetónica e espiritual de Braga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &#039;&#039;&#039;Capela-mor&#039;&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Interior of Sé de Braga IMG 7459.jpg|miniaturadaimagem|&#039;&#039;&#039;Capela-mor Sé de Braga&#039;&#039;&#039;]]A reformulação da capela-mor foi uma das intervenções mais emblemáticas e simboliza a intenção de D. Diogo em modernizar a catedral. Sob a supervisão do arquiteto João de Castilho, a nova capela-mor foi concebida como um espaço amplo, iluminado e homogéneo, características que favoreciam a visibilidade das cerimónias litúrgicas, em particular da consagração eucarística. Apesar do estilo gótico tardio, possuí elementos típicos do Renascimento. É ricamente decorado com esculturas, pinturas e ourivesaria. Os temas religiosos são representados de forma grandiosa e imponente, transmitindo a fé e a devoção dos fiéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A arquitetura do altar-mor apresenta elementos clássicos, como colunas, frontões e molduras, que conferem ao espaço um ar de solenidade e majestade, típicos do gosto renascentista. Inicialmente recuperada, mas depois reconstruída de raiz por João de Castilho em 1509. Incluiu a primeira abóbada de combados do país. Também de acordo com o gosto renascentista através de janelas de vidro e grades de ferro é conferida uma melhor iluminação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Claustro ===&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Claustro da Sé de Braga (4).jpg|miniaturadaimagem|Claustro da Sé de Braga|esquerda]]&lt;br /&gt;
Claustro com estrutura típica de planta quadrangular e piso único. Cada ala possuí três arcos de volta perfeita clássicos da arquitetura renascentista demonstrando harmonia e proporção, assetam sobre pilastras toscanas reforçando a simetria. Acima dos arcos, a delimitar o terraço uma balaustrada em pedra, para além de decorativo é um elemento funcional de segurança. Os arcos têm molduras cuidadosamente trabalhadas com linhas simples e sem ornamentos excessivos, típicos do renascimento. Entre as aberturas foram adaptados vidros. O espaço central do claustro é um jardim geométrico cuidadosamente projetado. Confere um contraste visual e simbólico entre a solidez das alas do claustro e a leveza do espaço verde. No centro, o chafariz, com plataforma de dois degraus quadrangulares, apresenta uma coluna decorada com volutas e uma taça hemisférica, que une funcionalidade e ornamentação.  Alinhando-se com o espírito austero do renascimento, prevalece a proporção e a harmonia geométrica realçando a grandiosidade estrutural do espaço sem sobrecarregá-lo. A repetição de elementos decorativos reforça a ordem e o equilíbrio típicos desta época.&lt;br /&gt;
== Fontes e Bibliografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Fontes ===&lt;br /&gt;
Bibliografia artística sobre a Sé Catedral de Braga (&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://repositorio.ucp.pt/bitstream/10400.14/13299/1/13299.pdf&amp;lt;/nowiki&amp;gt;)Catedral de Braga / Sé de Braga – Monumentos (&amp;lt;nowiki&amp;gt;http://www.monumentos.gov.pt/site/app_pagesuser/SIPA.aspx?id=1050&amp;lt;/nowiki&amp;gt;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Bibliografia ===&lt;br /&gt;
SERRÃO, Vítor. História da Arte em Portugal – O Renascimento e o Maneirismo (1500-1620). Lisboa: Editorial Presença, 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CRAVEIRO, Maria de Lurdes. A arquitetura &amp;quot;Ao Romano&amp;quot;. In: RODRIGUES, Dalila (coord.). Arte Portuguesa – Da Pré-História ao Século XX. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KUBLER, George. A Arquitetura Portuguesa Chã. Entre as Especiarias e os Diamantes (1521-1706). Lisboa: Editorial Presença, várias edições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RUÃO, Carlos – Arquitectura Maneirista no Noroeste de Portugal – Italianismo e Flamenguismo, Coimbra: Instituto de História da Arte da Universidade de Coimbra/EN-Eletricidade do Norte, 1996&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RUÃO, Carlos - «O Eupalitos Moderno» Teoria e Prática da Arquitectura Religiosa em Portugal (1550-1640).  Coimbra: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 2006.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Ricardo Jorge Nunes da. O paradigma da arquitetura em Portugal na Idade Moderna. Entre o Tardo-Gótico e o Renascimento: João de Castilho “O mestre que amanhece e anoitece na obra”. Volume 1. Tese de doutoramento em História, especialidade em História da Arte, orientada por Prof. Doutor Fernando Jorge Grilo. Lisboa. 2018.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GRANJA, Leonor Moreira. As peças de ourivesaria doadas pelo arcebispo D. Diogo de Sousa à Sé de Braga e que integram a exposição permanente do Tesouro-Museu da Sé de Braga. Relatório de Estágio (Mestrado em Património Histórico e Turismo Cultural) – Universidade do Minho, Instituto de Ciências Sociais, Braga, 2018&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Teresa Miguel</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/PortoRenascentista/index.php?title=Reformas_Renascentistas_da_S%C3%A9_de_Braga_durante_o_arcebispado_de_D._Diogo_de_Sousa&amp;diff=171</id>
		<title>Reformas Renascentistas da Sé de Braga durante o arcebispado de D. Diogo de Sousa</title>
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		<updated>2025-02-28T10:47:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Teresa Miguel: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Ficheiro:Braga Cathedral (1).jpg|miniaturadaimagem|341x341px|Fachada da Sé de Braga|alt=]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Identificação ==&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Designação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Reformas Renascentistas da Sé de Braga executadas durante o arcebispado de D. Diogo de Sousa. A Sé de Braga passou por reformas significativas que marcaram influências do Renascimento, refletindo as novas ideias culturais e artísticas da época.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Sé de Braga, Braga, Portugal.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Reformas realizadas entre 1505 e 1532, durante o arcebispado de D. Diogo de Sousa.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Autor(es)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|D. Diogo de Sousa (mecenas) e alguns mestres nacionais e estrangeiros entre eles João de Castilho (arquiteto principal).&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estado da Arte ==&lt;br /&gt;
A Sé de Braga, enquanto objeto de estudo das reformas renascentistas promovidas durante o arcebispado de D. Diogo de Sousa (1505–1532), insere-se num contexto de renovação arquitetónica e urbana que acompanhou as transformações culturais e artísticas do Renascimento em Portugal. A análise crítica da bibliografia disponível evidencia a importância deste monumento como um marco da introdução dos valores renascentistas na arquitetura portuguesa, ainda com influências do gótico tardio, mas característico do período de transição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Enquadramento ==&lt;br /&gt;
A Sé de Braga está inserida em um rico contexto patrimonial e urbano. Localizada no centro histórico da cidade, rodeada por edificações ecléticas que variam do período medieval ao moderno, a catedral é um elemento central na identidade da cidade e da região do Minho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início do século XVI, Braga encontrava-se estagnada, limitada pelo seu passado medieval, sem infraestruturas adequadas e enfrentando desafios de modernização. A chegada de D. Diogo de Sousa, nomeado arcebispo em 1505, marcou o início de uma transformação profunda na cidade, inspirada pelos ideais do Renascimento. Com uma visão humanista e reformista, D. Diogo promoveu avanços urbanos, económicos e culturais, destacando-se a renovação da Sé Catedral como símbolo maior da revitalização arquitetónica e espiritual de Braga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &#039;&#039;&#039;Capela-mor&#039;&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Interior of Sé de Braga IMG 7459.jpg|miniaturadaimagem|&#039;&#039;&#039;Capela-mor Sé de Braga&#039;&#039;&#039;]]A reformulação da capela-mor foi uma das intervenções mais emblemáticas e simboliza a intenção de D. Diogo em modernizar a catedral. Sob a supervisão do arquiteto João de Castilho, a nova capela-mor foi concebida como um espaço amplo, iluminado e homogéneo, características que favoreciam a visibilidade das cerimónias litúrgicas, em particular da consagração eucarística. Apesar do estilo gótico tardio, possuí elementos típicos do Renascimento. É ricamente decorado com esculturas, pinturas e ourivesaria. Os temas religiosos são representados de forma grandiosa e imponente, transmitindo a fé e a devoção dos fiéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A arquitetura do altar-mor apresenta elementos clássicos, como colunas, frontões e molduras, que conferem ao espaço um ar de solenidade e majestade, típicos do gosto renascentista. Inicialmente recuperada, mas depois reconstruída de raiz por João de Castilho em 1509. Incluiu a primeira abóbada de combados do país. Também de acordo com o gosto renascentista através de janelas de vidro e grades de ferro é conferida uma melhor iluminação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Claustro ===&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Claustro da Sé de Braga (4).jpg|miniaturadaimagem|Claustro da Sé de Braga]]&lt;br /&gt;
Claustro com estrutura típica de planta quadrangular e piso único. Cada ala possuí três arcos de volta perfeita clássicos da arquitetura renascentista demonstrando harmonia e proporção, assetam sobre pilastras toscanas reforçando a simetria. Acima dos arcos, a delimitar o terraço uma balaustrada em pedra, para além de decorativo é um elemento funcional de segurança. Os arcos têm molduras cuidadosamente trabalhadas com linhas simples e sem ornamentos excessivos, típicos do renascimento. Entre as aberturas foram adaptados vidros. O espaço central do claustro é um jardim geométrico cuidadosamente projetado. Confere um contraste visual e simbólico entre a solidez das alas do claustro e a leveza do espaço verde. No centro, o chafariz, com plataforma de dois degraus quadrangulares, apresenta uma coluna decorada com volutas e uma taça hemisférica, que une funcionalidade e ornamentação.  Alinhando-se com o espírito austero do renascimento, prevalece a proporção e a harmonia geométrica realçando a grandiosidade estrutural do espaço sem sobrecarregá-lo. A repetição de elementos decorativos reforça a ordem e o equilíbrio típicos desta época.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Imagens e Iconografia do Objeto ==&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:0 Planta Sé de Braga.jpg|miniaturadaimagem|&#039;&#039;&#039;Planta Sé de Braga&#039;&#039;&#039;|279x279px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Bibliografia ==&lt;br /&gt;
SERRÃO, Vítor. História da Arte em Portugal – O Renascimento e o Maneirismo (1500-1620). Lisboa: Editorial Presença, 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CRAVEIRO, Maria de Lurdes. A arquitetura &amp;quot;Ao Romano&amp;quot;. In: RODRIGUES, Dalila (coord.). Arte Portuguesa – Da Pré-História ao Século XX. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KUBLER, George. A Arquitetura Portuguesa Chã. Entre as Especiarias e os Diamantes (1521-1706). Lisboa: Editorial Presença, várias edições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RUÃO, Carlos – Arquitectura Maneirista no Noroeste de Portugal – Italianismo e Flamenguismo, Coimbra: Instituto de História da Arte da Universidade de Coimbra/EN-Eletricidade do Norte, 1996&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RUÃO, Carlos - «O Eupalitos Moderno» Teoria e Prática da Arquitectura Religiosa em Portugal (1550-1640).  Coimbra: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 2006.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Ricardo Jorge Nunes da. O paradigma da arquitetura em Portugal na Idade Moderna. Entre o Tardo-Gótico e o Renascimento: João de Castilho “O mestre que amanhece e anoitece na obra”. Volume 1. Tese de doutoramento em História, especialidade em História da Arte, orientada por Prof. Doutor Fernando Jorge Grilo. Lisboa. 2018.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GRANJA, Leonor Moreira. As peças de ourivesaria doadas pelo arcebispo D. Diogo de Sousa à Sé de Braga e que integram a exposição permanente do Tesouro-Museu da Sé de Braga. Relatório de Estágio (Mestrado em Património Histórico e Turismo Cultural) – Universidade do Minho, Instituto de Ciências Sociais, Braga, 2018&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fontes ==&lt;br /&gt;
Bibliografia artística sobre a Sé Catedral de Braga (&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://repositorio.ucp.pt/bitstream/10400.14/13299/1/13299.pdf&amp;lt;/nowiki&amp;gt;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Catedral de Braga / Sé de Braga – Monumentos (&amp;lt;nowiki&amp;gt;http://www.monumentos.gov.pt/site/app_pagesuser/SIPA.aspx?id=1050&amp;lt;/nowiki&amp;gt;)&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Teresa Miguel</name></author>
	</entry>
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		<id>https://wikimedia.pt/PortoRenascentista/index.php?title=Reformas_Renascentistas_da_S%C3%A9_de_Braga_durante_o_arcebispado_de_D._Diogo_de_Sousa&amp;diff=108</id>
		<title>Reformas Renascentistas da Sé de Braga durante o arcebispado de D. Diogo de Sousa</title>
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		<updated>2024-12-31T00:00:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Teresa Miguel: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= Introdução =&lt;br /&gt;
As reformas renascentistas promovidas por D. Diogo de Sousa na Sé de Braga destacaram-se pela integração de mestres locais e estrangeiros, como João de Castilho, na conceção de espaços que combinavam funcionalidade litúrgica e sofisticação estética. A capela-mor, foi ampliada para criar um espaço iluminado, com uma abóbada de combados que eliminava a necessidade de pilares centrais, permitindo uma visão desimpedida do altar. Já o claustro foi significativamente ampliado, com a construção de novas alas que conectavam áreas litúrgicas e administrativas, equilibra a funcionalidade com elementos decorativos renascentistas, como motivos geométricos e vegetais. Essas intervenções não apenas modernizaram a Sé de Braga, mas também influenciaram outras igrejas do norte de Portugal, consolidando a relevância artística e litúrgica do edifício na época.[[Ficheiro:Braga Cathedral (1).jpg|miniaturadaimagem|341x341px|Fachada da Sé de Braga]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Identificação do tema =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Designação ===&lt;br /&gt;
Reformas Renascentistas da Sé de Braga executadas durante o arcebispado de D. Diogo de Sousa. A Sé de Braga passou por reformas significativas que marcaram influências do Renascimento, refletindo as novas ideias culturais e artísticas da época.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Localização ===&lt;br /&gt;
Sé de Braga, Braga, Portugal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Cronologia ===&lt;br /&gt;
Reformas realizadas entre 1505 e 1532, durante o arcebispado de D. Diogo de Sousa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Autor(es)   ===&lt;br /&gt;
D. Diogo de Sousa (mecenas) e alguns mestres nacionais e estrangeiros entre eles João de Castilho (arquiteto principal).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Enquadramento =&lt;br /&gt;
A Sé de Braga está inserida em um rico contexto patrimonial e urbano. Localizada no centro histórico da cidade, rodeada por edificações ecléticas que variam do período medieval ao moderno, a catedral é um elemento central na identidade da cidade e da região do Minho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O contexto físico patrimonial de proximidade inclui estruturas importantes, como a Capela de São Geraldo e o antigo claustro, que testemunham a influência da catedral na configuração urbana e no desenvolvimento cultural da cidade ao longo dos séculos. Essas edificações refletem a interação entre o espaço religioso e o urbano, característica marcante das cidades europeias do Renascimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Descrição =&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:0 Planta Sé de Braga.jpg|miniaturadaimagem|&#039;&#039;&#039;Planta Sé de Braga&#039;&#039;&#039;]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &#039;&#039;&#039;Capela-mor&#039;&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &#039;&#039;&#039;Capelas Laterais&#039;&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Capela de S. Geraldo ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &#039;&#039;&#039;Capela de Nossa Senhora da Glória&#039;&#039;&#039; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Claustro ===&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Interior of Sé de Braga IMG 7459.jpg|miniaturadaimagem|&#039;&#039;&#039;Capela-mor Sé de Braga&#039;&#039;&#039;]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Fontes e Bibliografia =&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Teresa Miguel</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/PortoRenascentista/index.php?title=Reformas_Renascentistas_da_S%C3%A9_de_Braga_durante_o_arcebispado_de_D._Diogo_de_Sousa&amp;diff=100</id>
		<title>Reformas Renascentistas da Sé de Braga durante o arcebispado de D. Diogo de Sousa</title>
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		<updated>2024-12-30T23:10:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Teresa Miguel: Criou a página com &amp;quot;= Introdução = Fachada da Sé de Braga  = Identificação do tema =  === Designação === Reformas Renascentistas da Sé de Braga executadas durante o arcebispado de D. Diogo de Sousa. A Sé de Braga passou por reformas significativas que marcaram influências do Renascimento, refletindo as novas ideias culturais e artísticas da época.  === Localização ===  === Cronologia ===  === Autor(es)   ===...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= Introdução =&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Braga Cathedral (1).jpg|miniaturadaimagem|323x323px|Fachada da Sé de Braga]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Identificação do tema =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Designação ===&lt;br /&gt;
Reformas Renascentistas da Sé de Braga executadas durante o arcebispado de D. Diogo de Sousa. A Sé de Braga passou por reformas significativas que marcaram influências do Renascimento, refletindo as novas ideias culturais e artísticas da época.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Localização ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Cronologia ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Autor(es)   ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Enquadramento =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Contextualização ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Descrição =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Fontes e Bibliografia =&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Teresa Miguel</name></author>
	</entry>
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