<?xml version="1.0"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt">
	<id>https://wikimedia.pt/portobarroco/api.php?action=feedcontributions&amp;feedformat=atom&amp;user=141.101.68.67</id>
	<title>Porto Barroco - Contribuições do utilizador [pt]</title>
	<link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://wikimedia.pt/portobarroco/api.php?action=feedcontributions&amp;feedformat=atom&amp;user=141.101.68.67"/>
	<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/portobarroco/index.php?title=Especial:Contribui%C3%A7%C3%B5es/141.101.68.67"/>
	<updated>2026-06-17T07:14:35Z</updated>
	<subtitle>Contribuições do utilizador</subtitle>
	<generator>MediaWiki 1.43.1</generator>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/portobarroco/index.php?title=Igreja_Paroquial_de_Moreira_da_Maia&amp;diff=209</id>
		<title>Igreja Paroquial de Moreira da Maia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/portobarroco/index.php?title=Igreja_Paroquial_de_Moreira_da_Maia&amp;diff=209"/>
		<updated>2024-05-27T16:53:09Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;141.101.68.67: Created page with &amp;quot;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;TRABALHO DE PESQUISA&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;   &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;1. IDENTIFICAÇÃO&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; {| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; |&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Designação&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; |Igreja Paroquial de Moreira da Maia, Igreja do extinto Convento de Moreira da Maia |- |&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Localização&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; |Alameda Padre Alcino Azevedo Barbosa 180, 4470-605 Moreira |- |&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Cronologia&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; |Mosteiro, possivelmente fundado por D. Ordonho, com referências a mudanças e reconstruções ao longo dos séculos: em 1027 foi fundado o Mosteiro sob a invocação de São Jorge; em 1064,...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;TRABALHO DE PESQUISA&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1. IDENTIFICAÇÃO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Designação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Igreja Paroquial de Moreira da Maia, Igreja do extinto Convento de Moreira da Maia&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Alameda Padre Alcino Azevedo Barbosa 180, 4470-605 Moreira&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Mosteiro, possivelmente fundado por D. Ordonho, com referências a mudanças e reconstruções ao longo dos séculos: em 1027 foi fundado o Mosteiro sob a invocação de São Jorge; em 1064, mudança para o local do mosteiro, dedicado a São Jorge, passando a designar-se de São Salvador; em 1085, Soeiro Mendes da Maia deixa várias herdades ao Mosteiro; em 1584, iniciam-se obras de reconstrução, com lançamento da primeira pedra em 1588; em 1591, D. Filipe II decide patrocinar as obras, que são concluídas em 1622, quando terá sido inaugurado. No século XVIII, é mencionada a construção de um órgão de armário. Em 1834, a cerca do Mosteiro é vendida ao desembargador Luís Lopes Vieira de Castro. Mais recentemente, em 2012 e 2013, foram publicados projetos de decisão para a classificação como MIP e fixação da respetiva ZEP.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação à cronologia das suas remodelações, o século XII foi quando o mosteiro foi, provavelmente, construído de modo semelhante ao que vemos atualmente, o que refletia o estilo românico, com características como arcos semicirculares, paredes espessas e poucos detalhes ornamentais. Durante o século XVIII é possível que tenha havido reformas ou adições, caracterizado por elementos decorativos elaborados típicos do período barroco, como talhas douradas, esculturas ornamentadas e detalhes extravagantes na fachada e no interior da igreja. Com as mudanças sociais e estéticas do século XIX, o mosteiro pode ter passado por modificações seguindo os princípios do neoclassicismo, caracterizado pela simplicidade e elegância inspirada na arte da Grécia e Roma antigas. Durante o século XX foram realizadas intervenções para preservar e restaurar a estrutura original do mosteiro, incluindo reparos nas fundações, substituição de elementos danificados e conservação dos detalhes arquitetónicos. Atualmente, o foco pode estar na conservação e na valorização do patrimônio arquitetónico do mosteiro, com projetos de restauração cuidadosos que buscam manter sua autenticidade histórica e promover sua importância cultural na comunidade.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Autor(es)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Desconhecido&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Classificação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Igreja Paroquial&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2. ESTADO DA ARTE&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|A Igreja de Salvador de Moreira da Maia, situada na freguesia de Moreira no concelho da Maia, em Portugal, emerge como um magnífico testemunho da riqueza e grandiosidade do período barroco. Este exemplar arquitetónico, datado do século XVIII, personifica os ideais estéticos e espirituais característicos desse movimento artístico que floresceu na Europa entre os séculos XVI e XVIII. O pedreiro Gregório Lourenço é considerado o autor da obra. Ainda não existem muitos estudos somente dedicados a esta igreja, no entanto, existem vários trabalhos onde esta é mencionada, tais como “Retábulo em Portugal: O Barroco em Pleno”, de Francisco Lameira e Vítor Serrão e “Uma estrada para um caminho: a karraria antiqua nos itinerários jacobeus portugueses”, de Paulo Almeida Fernandes. A igreja tem um enquadramento urbano e situam-se na zona arborizada da estrada, nas proximidades do Padrão de Moreira.&lt;br /&gt;
|} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3. ENQUADRAMENTO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Contexto físico patrimonial de proximidade  &#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Este antigo mosteiro abriga uma igreja datada do século XVII, considerada a mais antiga da diocese do Porto, cuja construção demandou 34 anos. Por volta do século XII, o mosteiro masculino adotou a regra de Santo Agostinho. A fachada da igreja é marcada por uma sobriedade e ordem, conferindo-lhe um aspeto sombrio devido ao granito. Com uma única nave, um falso transepto convertido em capelas e duas capelas laterais inseridas no segundo terço superior da nave, a igreja se destaca pelas suas dimensões imponentes, a envergadura e altura da nave de abóbada de berço, ornamentada com caixotões regulares, o cruzeiro imponente e as capelas laterais, conferindo uma sensação de dignidade e monumentalidade. O altar-mor e os dois altares do cruzeiro, em talha barroca, evidenciam a riqueza da igreja, juntamente com o azulejo seiscentista, o cadeiral dos cónegos, o teto da sacristia com caixotões de castanho, a ala Norte do Claustro, o órgão barroco e a relíquia do Santo Lenho, presente desde 1085.&lt;br /&gt;
|} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4. DESCRIÇÃO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Objeto arquitetónico&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Com sua fachada imponente, ornamentos exuberantes e uma profusão de detalhes esculturais, a igreja de Salvador de Moreira da Maia convida os visitantes a uma jornada fascinante através das complexidades e expressões do barroco. Esta obra-prima não apenas representa uma manifestação sublime da devoção religiosa, mas também serve como um testemunho tangível da criatividade e habilidade técnica dos artistas e arquitetos da época. Nesta investigação, exploramos os elementos distintivos da Igreja de Salvador de Moreira da Maia no contexto do barroco, abordando sua arquitetura, decoração e significado cultural para compreender sua importância dentro do cenário artístico e religioso da época.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Património integrado&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|A Igreja de Salvador de Moreira da Maia é um exemplo notável da arquitetura barroca, caracterizada por sua extravagância, drama e grandiosidade. A fachada da igreja exibe elementos arquitetónicos dramáticos, como frontões curvos, colunas salomônicas e detalhes esculturais elaborados, todos características barrocas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentro da igreja, há uma profusão de talha dourada, pinturas decorativas e esculturas, destinadas a evocar uma sensação de esplendor celestial. O estilo barroco emprega habilmente luz e sombra para criar um efeito dramático, enquanto suas linhas curvas e contracurvas sugerem movimento e fluidez. A Igreja de Salvador de Moreira da Maia encapsula muitos dos princípios e características distintivas do barroco, tornando-se um exemplo emblemático desse estilo artístico extravagante e emocionalmente carregado.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Objeto ou conjunto em destaque&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|A talha dourada da Igreja Paroquial de Moreira da Maia é uma característica distintiva que contribui significativamente para sua beleza e esplendor. Esta técnica de escultura em madeira envolve o entalhe de motivos ornamentais e religiosos, seguido pela aplicação de uma camada de folha de ouro para criar um efeito luxuoso e radiante. Na igreja de Moreira da Maia, a talha dourada é um testemunho da habilidade artística e da devoção dos mestres entalhadores. As peças adornam o interior da igreja, desde o altar-mor até os altares laterais, conferindo uma atmosfera de opulência e sacralidade ao espaço sagrado. Os detalhes intricados e os motivos decorativos refletem temas religiosos, como símbolos cristãos e cenas bíblicas. Além disso, a talha dourada na Igreja Paroquial de Moreira da Maia é uma expressão do estilo barroco, caracterizado por sua exuberância e extravagância. No contexto do barroco, a talha dourada não apenas serve como um meio de embelezamento, mas também como uma ferramenta para transmitir emoção e grandiosidade, ressaltando a importância da experiência espiritual para os fiéis.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5. IMAGENS E ICONOGRAFIA DO OBJETO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Objeto arquitetónico&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[File:Igreja Paroquial de Moreira da Maia.jpg|thumb]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Património integrado&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[File:Interior da Igreja Paroquial de Moreira da Maia.jpg|thumb]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6. FONTES E BIBLIOGRAFIA&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Fontes  &#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Arquivo Nacional Torre do Tombo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sistema de Informação para o Património Arquitetónico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://www.visitmaia.pt/produtos-turisticos/igreja-do-divino-salvador-moreira&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;http://www.caminhoportuguesdacosta.com/pt/o-caminho/municipio/maia/pontos-de-interesse/igreja-de-s-salvador-de-moreira-da-maia-e-quinta-do-mosteiro&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://2022.openhouseporto.com/places/22-mosteiro-moreira/&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Bibliografia  &#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|AMARAL, Luís Carlos, “A restauração da diocese do Porto e a chegada do bispo D. Hugo” , 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FERNANDES, Paulo, “Uma estrada para um caminho: a karraria antiqua nos itinerários jacobeus portugueses”, 2020&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LAMEIRA, Francisco, “O retábulo em Portugal: o Barroco pleno (1668-1713)”, 2004&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MAIA, Vítor, “Ilustres da Maia -Biografias Volume III”&lt;br /&gt;
|}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>141.101.68.67</name></author>
	</entry>
</feed>