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	<title>Porto Barroco - Contribuições do utilizador [pt]</title>
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		<id>https://wikimedia.pt/portobarroco/index.php?title=Fonte_da_Pra%C3%A7a_da_Ribeira&amp;diff=327</id>
		<title>Fonte da Praça da Ribeira</title>
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		<updated>2025-03-28T10:41:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Filipa Monteiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;1. IDENTIFICAÇÃO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Designação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Fonte de S. João  ou Fonte da Praça da Ribeira&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
|Praça da Ribeira;  freguesia de S. Nicolau; cidade do Porto; distrito do Porto&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Século XVIII (1784/6)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Autor(es)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Mandada fazer  por João de Almada e Melo, sendo a praça desenhada por John Whithead e fonte executada  pelo mestre pedreiro José Francisco.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Classificação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Fonte como  arquitetura Civil pública&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Como chegar&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;S. Bento, Trindade ou Aliados&#039;&#039;&#039;-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pé- rua de Mouzinho da Silveira  e/ou pela rua dos Mercadores &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autocarro- 500 da STCP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Trindade e Aliados&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Metro - linha D (amarela)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autocarros - 905 ou 904&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Ou seguir  coordenadas do Google Maps)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Horário de  funcionamento&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|Arquitetura civil  pública urbana possível visitar a qualquer hora do dia&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2. ESTADO DA ARTE&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulta de livros como: “&#039;&#039;As nossas memórias: as fontes do Porto”&#039;&#039; e “&#039;&#039;Fontes e chafarizes do Porto”&#039;&#039; revelam uma listagem das fontes mais importantes a nível histórico da cidade do Porto, descrevendo também a sua historia de produção e acontecimentos relevantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As memórias paroquiais &#039;&#039;“As freguesias do distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758”,&#039;&#039; divulgam a importância do local onde este se encontra (praça da ribeira) e não do objeto em específico já que este é posterior à escrita das memórias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3. ENQUADRAMENTO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Contexto físico patrimonial de proximidade  &#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonte de S. João situa-se na praça da ribeira (uma longa extensão costeira no rio Douro), adossada ao prédio que se situa entre a rua dos Mercadores e a rua de S. João. À frente da fonte está “o Cubo”, uma obra de José Rodrigues. A praça atual é fruto das reformas urbanísticas de João de Almada e Melo, entre 1756-68, tendo sido esta traçada por John Whithead. O objeto encontra-se a 180m do museu da cidade- Casa do Infante; 300m do Palácio da Bolsa; 450m da Igreja de S. Lourenço e a 550m da Sé do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4. DESCRIÇÃO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Objeto arquitetônico&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos sobre arquitetura e em específico a hidráulica têm raízes antigas, sendo o tratado de arquitetura de Vitrúvio o mais antigo que chegou até nós. Tanto o desenvolvimento da arquitetura da água quanto da hidráulica provém desde as estruturas romanas até os aquedutos, fontes e chafarizes da época moderna, sendo possível observa-se um notável processo evolutivo que se estende por toda a Europa. Essa evolução está ligada à necessidade de fornecimento de água e à complexidade dos sistemas de distribuição, frequentemente vistos também como símbolos de poder articulando-se com os espaços onde estão inseridos.  (Teixeira, 2011). Contribuindo para a estética de praças, parques, jardins e áreas urbanas e evocando também um sentimento de conexão com a natureza e com os ciclos da vida, as fontes e chafarizes são igualmente espaços de encontros e interação social da comunidade. Atualmente a praça é local de restauração e explanada sendo a praça e a Ribeira um todo foco da cidade e alvo de afluência da coletividade habitante e turista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através dos registros das memórias paroquiais é nos chegada a informação de que a atual Praça da Ribeira, fora em tempos remotos um local de execução, onde se encontrava uma forca.  Anteriormente à fonte atual há registos escritos que nos dizem que antes da reforma da praça haveria, ao centro, um chafariz. Enquanto as obras das renovações urbanísticas decorriam o chafariz, em causa, foi mudado para junto à antiga Porta da Ribeira, porém por causar incomodo pela criação de lama, vazamento de água na via pública e o barulho em demasia dos aguadeiros, mandaram-na mudar de sítio construindo o chafariz que hoje se encontra no local. Do antigo chafariz mantiveram-se as ordenações. (Santos; Pacheco; Girão &amp;amp; Clare ,2017). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonte atual é composta por um espaldar e um tanque, colocados junto a uma fachada monumental dividida horizontalmente em três partes. Esta fachada, por sua vez, é subdividida verticalmente por pilastras, rematadas por um entablamento dórico adornado com métopas embelezadas por rosetões, pertencentes à estrutura original. Destaca-se o brasão do rei D. João I, que tinha um grande apreço pela cidade, tendo sido o primeiro a instituir a primeira feira franca na cidade. A fonte possui duas bicas de onde a água caía para cumprir sua função (Silva, 2000). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fachada do chafariz segue a mesma lógica e ordem das casas do lado sul, apresentando uma tendência classicizante, evidenciada pelas linhas sóbrias de seu espaldar. Esta tendência posteriormente acentuar-se-ia na cidade através do neopaladianismo. (Santos et al.,2017) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Objeto em destaque&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No segundo piso correspondente, há um nicho central onde, originalmente, estava a imagem de São Pantaleão, que foi roubada. Este santo era o padroeiro anterior da cidade. Atualmente, no nicho, encontra-se a escultura de São João Batista, o santo padroeiro atual da cidade, criada pelo artista João Cutileiro. Com 2,30 metros de altura e utilizando mármore e bronze, a escultura representa o Santo vestido com pele de cordeiro segurando um cajado de pastor encimado por uma cruz. Notavelmente, ao contrário da tradição, o santo não segura o cordeiro no colo, pois o artista se inspirou na obra de Leonardo da Vinci (CMP,2021). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5. FONTES E BIBLIOGRAFIA&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Amorim, F. M. R. P. D. (2015). &#039;&#039;A reconfiguração da malha urbana de Lisboa pela arquitectura civil do abastecimento de água à cidade no século XVIII&#039;&#039;. Dissertação de mestrado de Arquitetura, apresentada à Faculdade de Arquitetura e Artes Da Lusíada de Lisboa. [Consultado a 25/04/2024] &amp;lt;nowiki&amp;gt;http://repositorio.ulusiada.pt/handle/11067/1551&amp;lt;/nowiki&amp;gt; . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- CMP. (2021, janeiro 10). &#039;&#039;Histórias da cidade: o escultor João Cutileiro deixou duas obras ao Porto&#039;&#039;. [Consultado a 25/04/2024]&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://www.porto.pt/pt/noticia/historias-da-cidade-o-escultor-joao-cutileiro-deixou-duas-obras-ao-porto&amp;lt;/nowiki&amp;gt; .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Santos, A., Pacheco, L., Girão, M., &amp;amp; Clare, R. (2017). &#039;&#039;As nossas memórias: as fontes do Porto&#039;&#039; (Afrontamento, Ed.; Vol. II, pp. 40–44).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Silva, G. (2000). &#039;&#039;Fontes e chafarizes do Porto&#039;&#039; (Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento do Porto, Ed.; pp. 90–94).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Teixeira, D. (2011). &#039;&#039;O abastecimento de água na cidade do Porto nos séculos XVII e XVIII: aquedutos, fontes e chafarizes&#039;&#039; [s. n.], Dissertação de mestrado em História da Arte Portuguesa, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Viriato Capela, J., Matos, H., &amp;amp; Borralheiro, R. (2009). As freguesias do distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758 (Vol. 5, pp. 614–621).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6. IMAGENS&#039;&#039;&#039;&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
File:Fonte da Praça da Ribeira - espaldar e tanque.jpg|Fig.1- Fonte da Praça da Ribeira ou Fonte de S. João.  &lt;br /&gt;
File:Detalhe lateral da nomeação do local.jpg|Fig.2- Identificação da praça, na lateral da fonte.  &lt;br /&gt;
File:Tanque da fonte da Praça da Ribeira.jpg|Fig.3- Tanque de água com duas bicas decoradas com rosetões.&lt;br /&gt;
File:Escultura de João Baptista da Fonte da Praça da Ribeira.jpg|Fig.4- Escultura de S. Joao Baptista de João Cutileiro.&lt;br /&gt;
File:Praça da Ribeira (2) - Porto.JPG|Fig.5- Vista geral da Praça da Ribeira. (Fotografia de autoria de José Luiz) &lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Filipa Monteiro</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/portobarroco/index.php?title=Fonte_da_Pra%C3%A7a_da_Ribeira&amp;diff=326</id>
		<title>Fonte da Praça da Ribeira</title>
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		<updated>2025-03-27T23:07:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Filipa Monteiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;1. IDENTIFICAÇÃO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Designação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Fonte de S. João  ou Fonte da Praça da Ribeira&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
|Praça da Ribeira;  freguesia de S. Nicolau; cidade do Porto; distrito do Porto&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Século XVIII (1784/6)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Autor(es)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Mandada fazer  por João de Almada e Melo, sendo a praça desenhada por John Whithead e fonte executada  pelo mestre pedreiro José Francisco.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Classificação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Fonte como  arquitetura Civil pública&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Como chegar&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;S. Bento, Trindade ou Aliados&#039;&#039;&#039;-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pé- rua de Mouzinho da Silveira  e/ou pela rua dos Mercadores &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autocarro- 500 da STCP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Trindade e Aliados&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Metro - linha D (amarela)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autocarros - 905 ou 904&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Ou seguir  coordenadas do Google Maps)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Horário de  funcionamento&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|Arquitetura civil  pública urbana possível visitar a qualquer hora do dia&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2. ESTADO DA ARTE&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulta de livros como: “&#039;&#039;As nossas memórias: as fontes do Porto”&#039;&#039; e “&#039;&#039;Fontes e chafarizes do Porto”&#039;&#039; revelam uma listagem das fontes mais importantes a nível histórico da cidade do Porto, descrevendo também a sua historia de produção e acontecimentos relevantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As memórias paroquiais &#039;&#039;“As freguesias do distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758”,&#039;&#039; divulgam a importância do local onde este se encontra (praça da ribeira) e não do objeto em específico já que este é posterior à escrita das memórias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3. ENQUADRAMENTO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Contexto físico patrimonial de proximidade  &#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonte de S. João situa-se na praça da ribeira (uma longa extensão costeira no rio Douro), adossada ao prédio que se situa entre a rua dos Mercadores e a rua de S. João. À frente da fonte está “o Cubo”, uma obra de José Rodrigues. A praça atual é fruto das reformas urbanísticas de João de Almada e Melo, entre 1756-68, tendo sido esta traçada por John Whithead. O objeto encontra-se a 180m do museu da cidade- Casa do Infante; 300m do Palácio da Bolsa; 450m da Igreja de S. Lourenço e a 550m da Sé do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4. DESCRIÇÃO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Objeto arquitetônico&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos sobre arquitetura e em específico a hidráulica têm raízes antigas, sendo o tratado de arquitetura de Vitrúvio o mais antigo que chegou até nós. Tanto o desenvolvimento da arquitetura da água quanto da hidráulica provém desde as estruturas romanas até os aquedutos, fontes e chafarizes da época moderna, sendo possível observa-se um notável processo evolutivo que se estende por toda a Europa. Essa evolução está ligada à necessidade de fornecimento de água e à complexidade dos sistemas de distribuição, frequentemente vistos também como símbolos de poder articulando-se com os espaços onde estão inseridos.  (Teixeira, 2011). Contribuindo para a estética de praças, parques, jardins e áreas urbanas e evocando também um sentimento de conexão com a natureza e com os ciclos da vida, as fontes e chafarizes são igualmente espaços de encontros e interação social da comunidade. Atualmente a praça é local de restauração e explanada sendo a praça e a Ribeira um todo foco da cidade e alvo de afluência da coletividade habitante e turista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através dos registros das memórias paroquiais é nos chegada a informação de que a atual Praça da Ribeira, fora em tempos remotos um local de execução, onde se encontrava uma forca.  Anteriormente à fonte atual há registos escritos que nos dizem que antes da reforma da praça haveria, ao centro, um chafariz. Enquanto as obras das renovações urbanísticas decorriam o chafariz, em causa, foi mudado para junto à antiga Porta da Ribeira, porém por causar incomodo pela criação de lama, vazamento de água na via pública e o barulho em demasia dos aguadeiros, mandaram-na mudar de sítio construindo o chafariz que hoje se encontra no local. Do antigo chafariz mantiveram-se as ordenações. (Santos; Pacheco; Girão &amp;amp; Clare ,2017). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonte atual é composta por um espaldar e um tanque, colocados junto a uma fachada monumental dividida horizontalmente em três partes. Esta fachada, por sua vez, é subdividida verticalmente por pilastras, rematadas por um entablamento dórico adornado com métopas embelezadas por rosetões, pertencentes à estrutura original. Destaca-se o brasão do rei D. João I, que tinha um grande apreço pela cidade, tendo sido o primeiro a instituir a primeira feira franca na cidade. A fonte possui duas bicas de onde a água caía para cumprir sua função (Silva, 2000). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fachada do chafariz segue a mesma lógica e ordem das casas do lado sul, apresentando uma tendência classicizante, evidenciada pelas linhas sóbrias de seu espaldar. Esta tendência posteriormente se acentuaria na cidade através do neopaladianismo. (Santos et al.,2017) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Objeto em destaque&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No segundo piso correspondente, há um nicho central onde, originalmente, estava a imagem de São Pantaleão, que foi roubada. Este santo era o padroeiro anterior da cidade. Atualmente, no nicho, encontra-se a escultura de São João Batista, o santo padroeiro atual da cidade, criada pelo artista João Cutileiro. Com 2,30 metros de altura e utilizando mármore e bronze, a escultura representa o Santo vestido com pele de cordeiro segurando um cajado de pastor encimado por uma cruz. Notavelmente, ao contrário da tradição, o santo não segura o cordeiro no colo, pois o artista se inspirou na obra de Leonardo da Vinci (CMP,2021). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5. FONTES E BIBLIOGRAFIA&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Amorim, F. M. R. P. D. (2015). &#039;&#039;A reconfiguração da malha urbana de Lisboa pela arquitectura civil do abastecimento de água à cidade no século XVIII&#039;&#039;. Dissertação de mestrado de Arquitetura, apresentada à Faculdade de Arquitetura e Artes Da Lusíada de Lisboa. [Consultado a 25/04/2024] &amp;lt;nowiki&amp;gt;http://repositorio.ulusiada.pt/handle/11067/1551&amp;lt;/nowiki&amp;gt; . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- CMP. (2021, janeiro 10). &#039;&#039;Histórias da cidade: o escultor João Cutileiro deixou duas obras ao Porto&#039;&#039;. [Consultado a 25/04/2024]&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://www.porto.pt/pt/noticia/historias-da-cidade-o-escultor-joao-cutileiro-deixou-duas-obras-ao-porto&amp;lt;/nowiki&amp;gt; .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Santos, A., Pacheco, L., Girão, M., &amp;amp; Clare, R. (2017). &#039;&#039;As nossas memórias: as fontes do Porto&#039;&#039; (Afrontamento, Ed.; Vol. II, pp. 40–44).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Silva, G. (2000). &#039;&#039;Fontes e chafarizes do Porto&#039;&#039; (Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento do Porto, Ed.; pp. 90–94).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Teixeira, D. (2011). &#039;&#039;O abastecimento de água na cidade do Porto nos séculos XVII e XVIII: aquedutos, fontes e chafarizes&#039;&#039; [s. n.], Dissertação de mestrado em História da Arte Portuguesa, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Viriato Capela, J., Matos, H., &amp;amp; Borralheiro, R. (2009). As freguesias do distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758 (Vol. 5, pp. 614–621).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6. IMAGENS&#039;&#039;&#039;&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
File:Fonte da Praça da Ribeira - espaldar e tanque.jpg|Fig.1- Fonte da Praça da Ribeira ou Fonte de S. João.  &lt;br /&gt;
File:Detalhe lateral da nomeação do local.jpg|Fig.2- Identificação da praça, na lateral da fonte.  &lt;br /&gt;
File:Tanque da fonte da Praça da Ribeira.jpg|Fig.3- Tanque de água com duas bicas decoradas com rosetões.&lt;br /&gt;
File:Escultura de João Baptista da Fonte da Praça da Ribeira.jpg|Fig.4- Escultura de S. Joao Baptista de João Cutileiro.&lt;br /&gt;
File:Praça da Ribeira (2) - Porto.JPG|Fig.5- Vista geral da Praça da Ribeira. (Fotografia de autoria de José Luiz) &lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Filipa Monteiro</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/portobarroco/index.php?title=Fonte_da_Pra%C3%A7a_da_Ribeira&amp;diff=242</id>
		<title>Fonte da Praça da Ribeira</title>
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		<updated>2024-05-27T20:36:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Filipa Monteiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;1. IDENTIFICAÇÃO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Designação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Fonte de S. João  ou Fonte da Praça da Ribeira&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
|Praça da Ribeira;  freguesia de S. Nicolau; cidade do Porto; distrito do Porto&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Século XVIII (1784/6)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Autor(es)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Mandada fazer  por João de Almada e Melo, sendo a praça desenhada por John Whithead e fonte executada  pelo mestre pedreiro José Francisco.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Classificação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Fonte como  arquitetura Civil pública&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Como chegar&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;S. Bento, Trindade ou Aliados&#039;&#039;&#039;-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pé- rua de Mouzinho da Silveira  e/ou pela rua dos Mercadores &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autocarro- 500 da STCP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Trindade e Aliados&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Metro - linha D (amarela)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autocarros - 905 ou 904&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Ou seguir  coordenadas do Google Maps)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Horário de  funcionamento&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|Arquitetura civil  pública urbana possível visitar a qualquer hora do dia&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2. ESTADO DA ARTE&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulta de livros como: “&#039;&#039;As nossas memórias: as fontes do Porto”&#039;&#039; e “&#039;&#039;Fontes e chafarizes do Porto”&#039;&#039; revelam uma listagem das fontes mais importantes a nível histórico da cidade do Porto, descrevendo também a sua historia de produção e acontecimentos relevantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As memórias paroquiais &#039;&#039;“As freguesias do distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758”,&#039;&#039; divulgam a importância do local onde este se encontra (praça da ribeira) e não do objeto em específico já que este é posterior à escrita das memórias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3. ENQUADRAMENTO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Contexto físico patrimonial de proximidade  &#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonte de S. João situa-se na praça da ribeira (uma longa extensão costeira no rio Douro), adossada ao prédio que se situa entre a rua dos Mercadores e a rua de S. João. À frente da fonte está “o Cubo”, uma obra de José Rodrigues. A praça atual é fruto das reformas urbanísticas de João de Almada e Melo, entre 1756-68, tendo sido esta traçada por John Whithead. O objeto encontra-se a 180m do museu da cidade- Casa do Infante; 300m do Palácio da Bolsa; 450m da Igreja de S. Lourenço e a 550m da Sé do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4. DESCRIÇÃO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Objeto arquitetónico&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos sobre arquitetura e em específico a hidráulica têm raízes antigas, sendo o tratado de arquitetura de Vitrúvio o mais antigo que chegou até nós. Tanto o desenvolvimento da arquitetura da água quanto da hidráulica provém desde as estruturas romanas até os aquedutos, fontes e chafarizes da época moderna, sendo possível observa-se um notável processo evolutivo que se estende por toda a Europa. Essa evolução está ligada à necessidade de fornecimento de água e à complexidade dos sistemas de distribuição, frequentemente vistos também como símbolos de poder articulando-se com os espaços onde estão inseridos.  (Teixeira, 2011). Contribuindo para a estética de praças, parques, jardins e áreas urbanas e evocando também um sentimento de conexão com a natureza e com os ciclos da vida, as fontes e chafarizes são igualmente espaços de encontros e interação social da comunidade. Atualmente a praça é local de restauração e explanada sendo a praça e a Ribeira um todo foco da cidade e alvo de afluência da coletividade habitante e turista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através dos registros das memórias paroquiais é nos chegada a informação de que a atual Praça da Ribeira, fora em tempos remotos um local de execução, onde se encontrava uma forca.  Anteriormente à fonte atual há registos escritos que nos dizem que antes da reforma da praça haveria, ao centro, um chafariz. Enquanto as obras das renovações urbanísticas decorriam o chafariz, em causa, foi mudado para junto à antiga Porta da Ribeira, porém por causar incomodo pela criação de lama, vazamento de água na via pública e o barulho em demasia dos aguadeiros, mandaram-na mudar de sítio construindo o chafariz que hoje se encontra no local. Do antigo chafariz mantiveram-se as ordenações. (Santos; Pacheco; Girão &amp;amp; Clare ,2017). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonte atual é composta por um espaldar e um tanque, colocados junto a uma fachada monumental dividida horizontalmente em três partes. Esta fachada, por sua vez, é subdividida verticalmente por pilastras, rematadas por um entablamento dórico adornado com métopas embelezadas por rosetões, pertencentes à estrutura original. Destaca-se o brasão do rei D. João I, que tinha um grande apreço pela cidade, tendo sido o primeiro a instituir a primeira feira franca na cidade. A fonte possui duas bicas de onde a água caía para cumprir sua função (Silva, 2000). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fachada do chafariz segue a mesma lógica e ordem das casas do lado sul, apresentando uma tendência classicizante, evidenciada pelas linhas sóbrias de seu espaldar. Esta tendência posteriormente se acentuaria na cidade através do neopaladianismo. (Santos et al.,2017) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Objeto em destaque&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No segundo piso correspondente, há um nicho central onde, originalmente, estava a imagem de São Pantaleão, que foi roubada. Este santo era o padroeiro anterior da cidade. Atualmente, no nicho, encontra-se a escultura de São João Batista, o santo padroeiro atual da cidade, criada pelo artista João Cutileiro. Com 2,30 metros de altura e utilizando mármore e bronze, a escultura representa o Santo vestido com pele de cordeiro segurando um cajado de pastor encimado por uma cruz. Notavelmente, ao contrário da tradição, o santo não segura o cordeiro no colo, pois o artista se inspirou na obra de Leonardo da Vinci (CMP,2021). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5. FONTES E BIBLIOGRAFIA&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Amorim, F. M. R. P. D. (2015). &#039;&#039;A reconfiguração da malha urbana de Lisboa pela arquitectura civil do abastecimento de água à cidade no século XVIII&#039;&#039;. Dissertação de mestrado de Arquitetura, apresentada à Faculdade de Arquitetura e Artes Da Lusíada de Lisboa. [Consultado a 25/04/2024] &amp;lt;nowiki&amp;gt;http://repositorio.ulusiada.pt/handle/11067/1551&amp;lt;/nowiki&amp;gt; . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- CMP. (2021, janeiro 10). &#039;&#039;Histórias da cidade: o escultor João Cutileiro deixou duas obras ao Porto&#039;&#039;. [Consultado a 25/04/2024]&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://www.porto.pt/pt/noticia/historias-da-cidade-o-escultor-joao-cutileiro-deixou-duas-obras-ao-porto&amp;lt;/nowiki&amp;gt; .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Santos, A., Pacheco, L., Girão, M., &amp;amp; Clare, R. (2017). &#039;&#039;As nossas memórias: as fontes do Porto&#039;&#039; (Afrontamento, Ed.; Vol. II, pp. 40–44).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Silva, G. (2000). &#039;&#039;Fontes e chafarizes do Porto&#039;&#039; (Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento do Porto, Ed.; pp. 90–94).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Teixeira, D. (2011). &#039;&#039;O abastecimento de água na cidade do Porto nos séculos XVII e XVIII: aquedutos, fontes e chafarizes&#039;&#039; [s. n.], Dissertação de mestrado em História da Arte Portuguesa, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Viriato Capela, J., Matos, H., &amp;amp; Borralheiro, R. (2009). As freguesias do distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758 (Vol. 5, pp. 614–621).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6. IMAGENS&#039;&#039;&#039;&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
File:Fonte da Praça da Ribeira - espaldar e tanque.jpg|Fig.1- Fonte da Praça da Ribeira ou Fonte de S. João.  &lt;br /&gt;
File:Detalhe lateral da nomeação do local.jpg|Fig.2- Identificação da praça, na lateral da fonte.  &lt;br /&gt;
File:Tanque da fonte da Praça da Ribeira.jpg|Fig.3- Tanque de água com duas bicas decoradas com resetões.&lt;br /&gt;
File:Escultura de João Baptista da Fonte da Praça da Ribeira.jpg|Fig.4- Escultura de S. Joao Baptista de João Cutileiro.&lt;br /&gt;
File:Praça da Ribeira (2) - Porto.JPG|Fig.5- Vista geral da Praça da Ribeira. (Fotografia de autoria de José Luiz) &lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Filipa Monteiro</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/portobarroco/index.php?title=Fonte_da_Pra%C3%A7a_da_Ribeira&amp;diff=241</id>
		<title>Fonte da Praça da Ribeira</title>
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		<updated>2024-05-27T20:35:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Filipa Monteiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;1. IDENTIFICAÇÃO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Designação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Fonte de S. João  ou Fonte da Praça da Ribeira&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
|Praça da Ribeira;  freguesia de S. Nicolau; cidade do Porto; distrito do Porto&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Século XVIII (1784/6)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Autor(es)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Mandada fazer  por João de Almada e Melo, sendo a praça desenhada por John Whithead e fonte executada  pelo mestre pedreiro José Francisco.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Classificação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Fonte como  arquitetura Civil pública&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Como chegar&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;S. Bento, Trindade ou Aliados&#039;&#039;&#039;-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pé- rua de Mouzinho da Silveira  e/ou pela rua dos Mercadores &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autocarro- 500 da STCP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Trindade e Aliados&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Metro - linha D (amarela)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autocarros - 905 ou 904&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Ou seguir  coordenadas do Google Maps)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Horário de  funcionamento&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|Arquitetura civil  pública urbana possível visitar a qualquer hora do dia&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2. ESTADO DA ARTE&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulta de livros como: “&#039;&#039;As nossas memórias: as fontes do Porto”&#039;&#039; e “&#039;&#039;Fontes e chafarizes do Porto”&#039;&#039; revelam uma listagem das fontes mais importantes a nível histórico da cidade do Porto, descrevendo também a sua historia de produção e acontecimentos relevantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As memórias paroquiais &#039;&#039;“As freguesias do distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758”,&#039;&#039; divulgam a importância do local onde este se encontra (praça da ribeira) e não do objeto em específico já que este é posterior à escrita das memórias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3. ENQUADRAMENTO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Contexto físico patrimonial de proximidade  &#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonte de S. João situa-se na praça da ribeira (uma longa extensão costeira no rio Douro), adossada ao prédio que se situa entre a rua dos Mercadores e a rua de S. João. À frente da fonte está “o Cubo”, uma obra de José Rodrigues. A praça atual é fruto das reformas urbanísticas de João de Almada e Melo, entre 1756-68, tendo sido esta traçada por John Whithead. O objeto encontra-se a 180m do museu da cidade- Casa do Infante; 300m do Palácio da Bolsa; 450m da Igreja de S. Lourenço e a 550m da Sé do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4. DESCRIÇÃO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Objeto arquitetónico&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos sobre arquitetura e em específico a hidráulica têm raízes antigas, sendo o tratado de arquitetura de Vitrúvio o mais antigo que chegou até nós. Tanto o desenvolvimento da arquitetura da água quanto da hidráulica provém desde as estruturas romanas até os aquedutos, fontes e chafarizes da época moderna, sendo possível observa-se um notável processo evolutivo que se estende por toda a Europa. Essa evolução está ligada à necessidade de fornecimento de água e à complexidade dos sistemas de distribuição, frequentemente vistos também como símbolos de poder articulando-se com os espaços onde estão inseridos.  (Teixeira, 2011). Contribuindo para a estética de praças, parques, jardins e áreas urbanas e evocando também um sentimento de conexão com a natureza e com os ciclos da vida, as fontes e chafarizes são igualmente espaços de encontros e interação social da comunidade. Atualmente a praça é local de restauração e explanada sendo a praça e a Ribeira um todo foco da cidade e alvo de afluência da coletividade habitante e turista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através dos registros das memórias paroquiais é nos chegada a informação de que a atual Praça da Ribeira, fora em tempos remotos um local de execução, onde se encontrava uma forca.  Anteriormente à fonte atual há registos escritos que nos dizem que antes da reforma da praça haveria, ao centro, um chafariz. Enquanto as obras das renovações urbanísticas decorriam o chafariz, em causa, foi mudado para junto à antiga Porta da Ribeira, porém por causar incomodo pela criação de lama, vazamento de água na via pública e o barulho em demasia dos aguadeiros, mandaram-na mudar de sítio construindo o chafariz que hoje se encontra no local. Do antigo chafariz mantiveram-se as ordenações. (Santos; Pacheco; Girão &amp;amp; Clare ,2017). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonte atual é composta por um espaldar e um tanque, colocados junto a uma fachada monumental dividida horizontalmente em três partes. Esta fachada, por sua vez, é subdividida verticalmente por pilastras, rematadas por um entablamento dórico adornado com métopas embelezadas por rosetões, pertencentes à estrutura original. Destaca-se o brasão do rei D. João I, que tinha um grande apreço pela cidade, tendo sido o primeiro a instituir a primeira feira franca na cidade. A fonte possui duas bicas de onde a água caía para cumprir sua função (Silva, 2000). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fachada do chafariz segue a mesma lógica e ordem das casas do lado sul, apresentando uma tendência classicizante, evidenciada pelas linhas sóbrias de seu espaldar. Esta tendência posteriormente se acentuaria na cidade através do neopaladianismo. (Santos et al.,2017) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Objeto em destaque&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No segundo piso correspondente, há um nicho central onde, originalmente, estava a imagem de São Pantaleão, que foi roubada. Este santo era o padroeiro anterior da cidade. Atualmente, no nicho, encontra-se a escultura de São João Batista, o santo padroeiro atual da cidade, criada pelo artista João Cutileiro. Com 2,30 metros de altura e utilizando mármore e bronze, a escultura representa o Santo vestido com pele de cordeiro segurando um cajado de pastor encimado por uma cruz. Notavelmente, ao contrário da tradição, o santo não segura o cordeiro no colo, pois o artista se inspirou na obra de Leonardo da Vinci (CMP,2021). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5. FONTES E BIBLIOGRAFIA&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Amorim, F. M. R. P. D. (2015). &#039;&#039;A reconfiguração da malha urbana de Lisboa pela arquitectura civil do abastecimento de água à cidade no século XVIII&#039;&#039;. Dissertação de mestrado de Arquitetura, apresentada à Faculdade de Arquitetura e Artes Da Lusíada de Lisboa. [Consultado a 25/04/2024] &amp;lt;nowiki&amp;gt;http://repositorio.ulusiada.pt/handle/11067/1551&amp;lt;/nowiki&amp;gt; . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- CMP. (2021, janeiro 10). &#039;&#039;Histórias da cidade: o escultor João Cutileiro deixou duas obras ao Porto&#039;&#039;. [Consultado a 25/04/2024]&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://www.porto.pt/pt/noticia/historias-da-cidade-o-escultor-joao-cutileiro-deixou-duas-obras-ao-porto&amp;lt;/nowiki&amp;gt; .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Santos, A., Pacheco, L., Girão, M., &amp;amp; Clare, R. (2017). &#039;&#039;As nossas memórias: as fontes do Porto&#039;&#039; (Afrontamento, Ed.; Vol. II, pp. 40–44).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Silva, G. (2000). &#039;&#039;Fontes e chafarizes do Porto&#039;&#039; (Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento do Porto, Ed.; pp. 90–94).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Teixeira, D. (2011). &#039;&#039;O abastecimento de água na cidade do Porto nos séculos XVII e XVIII: aquedutos, fontes e chafarizes&#039;&#039; [s. n.], Dissertação de mestrado em História da Arte Portuguesa, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Viriato Capela, J., Matos, H., &amp;amp; Borralheiro, R. (2009). As freguesias do distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758 (Vol. 5, pp. 614–621).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6. IMAGENS&#039;&#039;&#039;&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
File:Fonte da Praça da Ribeira - espaldar e tanque.jpg|Fig.1- Fonte da Praça da Ribeira ou Fonte de S. João.  &lt;br /&gt;
File:Detalhe lateral da nomeação do local.jpg|Fig.2- Identificação da praça, na lateral da fonte.  &lt;br /&gt;
File:Tanque da fonte da Praça da Ribeira.jpg|Fig.3- Tanque de água com duas bicas decoradas com resetões.&lt;br /&gt;
File:Escultura de João Baptista da Fonte da Praça da Ribeira.jpg|Fig.4- Escultura de S. Joao Baptista de João Cutileiro.&lt;br /&gt;
File:Praça da Ribeira (2) - Porto.JPG|Fig.5- Vista geral da Praça da Ribeira. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Filipa Monteiro</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/portobarroco/index.php?title=Fonte_da_Pra%C3%A7a_da_Ribeira&amp;diff=240</id>
		<title>Fonte da Praça da Ribeira</title>
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		<updated>2024-05-27T20:33:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Filipa Monteiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;1. IDENTIFICAÇÃO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Designação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Fonte de S. João  ou Fonte da Praça da Ribeira&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
|Praça da Ribeira;  freguesia de S. Nicolau; cidade do Porto; distrito do Porto&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Século XVIII (1784/6)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Autor(es)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Mandada fazer  por João de Almada e Melo, sendo a praça desenhada por John Whithead e fonte executada  pelo mestre pedreiro José Francisco.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Classificação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Fonte como  arquitetura Civil pública&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Como chegar&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;S. Bento, Trindade ou Aliados&#039;&#039;&#039;-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pé- rua de Mouzinho da Silveira  e/ou pela rua dos Mercadores &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autocarro- 500 da STCP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Trindade e Aliados&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Metro - linha D (amarela)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autocarros - 905 ou 904&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Ou seguir  coordenadas do Google Maps)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Horário de  funcionamento&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|Arquitetura civil  pública urbana possível visitar a qualquer hora do dia&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2. ESTADO DA ARTE&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulta de livros como: “&#039;&#039;As nossas memórias: as fontes do Porto”&#039;&#039; e “&#039;&#039;Fontes e chafarizes do Porto”&#039;&#039; revelam uma listagem das fontes mais importantes a nível histórico da cidade do Porto, descrevendo também a sua historia de produção e acontecimentos relevantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As memórias paroquiais &#039;&#039;“As freguesias do distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758”,&#039;&#039; divulgam a importância do local onde este se encontra (praça da ribeira) e não do objeto em específico já que este é posterior à escrita das memórias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3. ENQUADRAMENTO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Contexto físico patrimonial de proximidade  &#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonte de S. João situa-se na praça da ribeira (uma longa extensão costeira no rio Douro), adossada ao prédio que se situa entre a rua dos Mercadores e a rua de S. João. À frente da fonte está “o Cubo”, uma obra de José Rodrigues. A praça atual é fruto das reformas urbanísticas de João de Almada e Melo, entre 1756-68, tendo sido esta traçada por John Whithead. O objeto encontra-se a 180m do museu da cidade- Casa do Infante; 300m do Palácio da Bolsa; 450m da Igreja de S. Lourenço e a 550m da Sé do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4. DESCRIÇÃO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Objeto arquitetónico&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos sobre arquitetura e em específico a hidráulica têm raízes antigas, sendo o tratado de arquitetura de Vitrúvio o mais antigo que chegou até nós. Tanto o desenvolvimento da arquitetura da água quanto da hidráulica provém desde as estruturas romanas até os aquedutos, fontes e chafarizes da época moderna, sendo possível observa-se um notável processo evolutivo que se estende por toda a Europa. Essa evolução está ligada à necessidade de fornecimento de água e à complexidade dos sistemas de distribuição, frequentemente vistos também como símbolos de poder articulando-se com os espaços onde estão inseridos.  (Teixeira, 2011). Contribuindo para a estética de praças, parques, jardins e áreas urbanas e evocando também um sentimento de conexão com a natureza e com os ciclos da vida, as fontes e chafarizes são igualmente espaços de encontros e interação social da comunidade. Atualmente a praça é local de restauração e explanada sendo a praça e a Ribeira um todo foco da cidade e alvo de afluência da coletividade habitante e turista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através dos registros das memórias paroquiais é nos chegada a informação de que a atual praça da Ribeira, fora em tempos remotos um local de execução onde se encontrava uma forca.  Anteriormente à fonte atual há registos escritos que nos dizem que antes da reforma da Praça da Ribeira haveria, ao centro, um chafariz. Enquanto as obras das renovações urbanísticas decorriam o chafariz, em causa, foi mudado para junto à antiga Porta da Ribeira, porém por causar incomodo pela criação de lama, vazamento de água na via pública e o barulho em demasia dos aguadeiros, mandaram-na mudar de sítio construindo o chafariz que hoje se encontra no local. Do antigo chafariz mantiveram-se as ordenações. (Santos; Pacheco; Girão &amp;amp; Clare ,2017). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonte atual é composta por um espaldar e um tanque, colocados junto a uma fachada monumental dividida horizontalmente em três partes. Esta fachada, por sua vez, é subdividida verticalmente por pilastras, rematadas por um entablamento dórico adornado com métopas embelezadas por rosetões, pertencentes à estrutura original. Destaca-se o brasão do rei D. João I, que tinha um grande apreço pela cidade, tendo sido o primeiro a instituir a primeira feira franca na cidade. A fonte possui duas bicas de onde a água caía para cumprir sua função (Silva, 2000). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fachada do chafariz segue a mesma lógica e ordem das casas do lado sul, apresentando uma tendência classicizante, evidenciada pelas linhas sóbrias de seu espaldar. Esta tendência posteriormente se acentuaria na cidade através do neopaladianismo. (Santos et al.,2017) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Objeto em destaque&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No segundo piso correspondente, há um nicho central onde, originalmente, estava a imagem de São Pantaleão, que foi roubada. Este santo era o padroeiro anterior da cidade. Atualmente, no nicho, encontra-se a escultura de São João Batista, o santo padroeiro atual da cidade, criada pelo artista João Cutileiro. Com 2,30 metros de altura e utilizando mármore e bronze, a escultura representa o Santo vestido com pele de cordeiro segurando um cajado de pastor encimado por uma cruz. Notavelmente, ao contrário da tradição, o santo não segura o cordeiro no colo, pois o artista se inspirou na obra de Leonardo da Vinci (CMP,2021). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5. FONTES E BIBLIOGRAFIA&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Amorim, F. M. R. P. D. (2015). &#039;&#039;A reconfiguração da malha urbana de Lisboa pela arquitectura civil do abastecimento de água à cidade no século XVIII&#039;&#039;. Dissertação de mestrado de Arquitetura, apresentada à Faculdade de Arquitetura e Artes Da Lusíada de Lisboa. [Consultado a 25/04/2024] &amp;lt;nowiki&amp;gt;http://repositorio.ulusiada.pt/handle/11067/1551&amp;lt;/nowiki&amp;gt; . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- CMP. (2021, janeiro 10). &#039;&#039;Histórias da cidade: o escultor João Cutileiro deixou duas obras ao Porto&#039;&#039;. [Consultado a 25/04/2024]&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://www.porto.pt/pt/noticia/historias-da-cidade-o-escultor-joao-cutileiro-deixou-duas-obras-ao-porto&amp;lt;/nowiki&amp;gt; .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Santos, A., Pacheco, L., Girão, M., &amp;amp; Clare, R. (2017). &#039;&#039;As nossas memórias: as fontes do Porto&#039;&#039; (Afrontamento, Ed.; Vol. II, pp. 40–44).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Silva, G. (2000). &#039;&#039;Fontes e chafarizes do Porto&#039;&#039; (Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento do Porto, Ed.; pp. 90–94).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Teixeira, D. (2011). &#039;&#039;O abastecimento de água na cidade do Porto nos séculos XVII e XVIII: aquedutos, fontes e chafarizes&#039;&#039; [s. n.], Dissertação de mestrado em História da Arte Portuguesa, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Viriato Capela, J., Matos, H., &amp;amp; Borralheiro, R. (2009). As freguesias do distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758 (Vol. 5, pp. 614–621).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6. IMAGENS&#039;&#039;&#039;&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
File:Fonte da Praça da Ribeira - espaldar e tanque.jpg|Fig.1- Fonte da Praça da Ribeira ou Fonte de S. João.  &lt;br /&gt;
File:Detalhe lateral da nomeação do local.jpg|Fig.2- Identificação da praça, na lateral da fonte.  &lt;br /&gt;
File:Tanque da fonte da Praça da Ribeira.jpg|Fig.3- Tanque de água com duas bicas decoradas com resetões.&lt;br /&gt;
File:Escultura de João Baptista da Fonte da Praça da Ribeira.jpg|Fig.4- Escultura de S. Joao Baptista de João Cutileiro.&lt;br /&gt;
File:Praça da Ribeira (2) - Porto.JPG|Fig.5- Vista geral da Praça da Ribeira. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Filipa Monteiro</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/portobarroco/index.php?title=Fonte_da_Pra%C3%A7a_da_Ribeira&amp;diff=238</id>
		<title>Fonte da Praça da Ribeira</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikimedia.pt/portobarroco/index.php?title=Fonte_da_Pra%C3%A7a_da_Ribeira&amp;diff=238"/>
		<updated>2024-05-27T20:30:47Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Filipa Monteiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;1. IDENTIFICAÇÃO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Designação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Fonte de S. João  ou Fonte da Praça da Ribeira&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
|Praça da Ribeira;  freguesia de S. Nicolau; cidade do Porto; distrito do Porto&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Século XVIII (1784/6)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Autor(es)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Mandada fazer  por João de Almada e Melo, sendo a praça desenhada por John Whithead e fonte executada  pelo mestre pedreiro José Francisco.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Classificação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Fonte como  arquitetura Civil pública&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Como chegar&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;S. Bento, Trindade ou Aliados&#039;&#039;&#039;-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pé- rua de Mouzinho da Silveira  e/ou pela rua dos Mercadores &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autocarro- 500 da STCP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Trindade e Aliados&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Metro - linha D (amarela)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autocarros - 905 ou 904&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Ou seguir  coordenadas do Google Maps)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Horário de  funcionamento&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|Arquitetura civil  pública urbana possível visitar a qualquer hora do dia&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2. ESTADO DA ARTE&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulta de livros como: “&#039;&#039;As nossas memórias: as fontes do Porto”&#039;&#039; e “&#039;&#039;Fontes e chafarizes do Porto”&#039;&#039; revelam uma listagem das fontes mais importantes a nível histórico da cidade do Porto, descrevendo também a sua historia de produção e acontecimentos relevantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As memórias paroquiais &#039;&#039;“As freguesias do distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758”,&#039;&#039; divulgam a importância do local onde este se encontra (praça da ribeira) e não do objeto em específico já que este é posterior à escrita das memórias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3. ENQUADRAMENTO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Contexto físico patrimonial de proximidade  &#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonte de S. João situa-se na praça da ribeira (uma longa extensão costeira no rio Douro), adossada ao prédio que se situa entre a rua dos Mercadores e a rua de S. João. À frente da fonte está “o Cubo”, uma obra de José Rodrigues. A praça atual é fruto das reformas urbanísticas de João de Almada e Melo, entre 1756-68, tendo sido esta traçada por John Whithead. O objeto encontra-se a 180m do museu da cidade- Casa do Infante; 300m do Palácio da Bolsa; 450m da Igreja de S. Lourenço e a 550m da Sé do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4. DESCRIÇÃO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Objeto arquitetónico&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos sobre arquitetura e em específico a hidráulica têm raízes antigas, sendo o tratado de arquitetura de Vitrúvio o mais antigo que chegou até nós. Tanto o desenvolvimento da arquitetura da água quanto da hidráulica provém desde as estruturas romanas até os aquedutos, fontes e chafarizes da época moderna, sendo possível observa-se um notável processo evolutivo que se estende por toda a Europa. Essa evolução está ligada à necessidade de fornecimento de água e à complexidade dos sistemas de distribuição, frequentemente vistos também como símbolos de poder articulando-se com os espaços onde estão inseridos.  (Teixeira, 2011). Contribuindo para a estética de praças, parques, jardins e áreas urbanas e evocando também um sentimento de conexão com a natureza e com os ciclos da vida, as fontes e chafarizes são igualmente espaços de encontros e interação social da comunidade. Atualmente a praça é local de restauração e explanada sendo a praça e a Ribeira um todo foco da cidade e alvo de afluência da coletividade habitante e turista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anteriormente à fonte atual há registos escritos que nos dizem que antes da reforma da Praça da Ribeira haveria, ao centro, um chafariz. Enquanto as obras das renovações urbanísticas decorriam o chafariz, em causa, foi mudado para junto à antiga Porta da Ribeira, porém por causar incomodo pela criação de lama, vazamento de água na via pública e o barulho em demasia dos aguadeiros, mandaram-na mudar de sítio construindo o chafariz que hoje se encontra no local. Do antigo chafariz mantiveram-se as ordenações. (Santos; Pacheco; Girão &amp;amp; Clare ,2017). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonte atual é composta por um espaldar e um tanque, colocados junto a uma fachada monumental dividida horizontalmente em três partes. Esta fachada, por sua vez, é subdividida verticalmente por pilastras, rematadas por um entablamento dórico adornado com métopas embelezadas por rosetões, pertencentes à estrutura original. Destaca-se o brasão do rei D. João I, que tinha um grande apreço pela cidade, tendo sido o primeiro a instituir a primeira feira franca na cidade. A fonte possui duas bicas de onde a água caía para cumprir sua função (Silva, 2000). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fachada do chafariz segue a mesma lógica e ordem das casas do lado sul, apresentando uma tendência classicizante, evidenciada pelas linhas sóbrias de seu espaldar. Esta tendência posteriormente se acentuaria na cidade através do neopaladianismo. (Santos et al.,2017) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Objeto em destaque&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No segundo piso correspondente, há um nicho central onde, originalmente, estava a imagem de São Pantaleão, que foi roubada. Este santo era o padroeiro anterior da cidade. Atualmente, no nicho, encontra-se a escultura de São João Batista, o santo padroeiro atual da cidade, criada pelo artista João Cutileiro. Com 2,30 metros de altura e utilizando mármore e bronze, a escultura representa o Santo vestido com pele de cordeiro segurando um cajado de pastor encimado por uma cruz. Notavelmente, ao contrário da tradição, o santo não segura o cordeiro no colo, pois o artista se inspirou na obra de Leonardo da Vinci (CMP,2021). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5. FONTES E BIBLIOGRAFIA&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Amorim, F. M. R. P. D. (2015). &#039;&#039;A reconfiguração da malha urbana de Lisboa pela arquitectura civil do abastecimento de água à cidade no século XVIII&#039;&#039;. Dissertação de mestrado de Arquitetura, apresentada à Faculdade de Arquitetura e Artes Da Lusíada de Lisboa. [Consultado a 25/04/2024] &amp;lt;nowiki&amp;gt;http://repositorio.ulusiada.pt/handle/11067/1551&amp;lt;/nowiki&amp;gt; . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- CMP. (2021, janeiro 10). &#039;&#039;Histórias da cidade: o escultor João Cutileiro deixou duas obras ao Porto&#039;&#039;. [Consultado a 25/04/2024]&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://www.porto.pt/pt/noticia/historias-da-cidade-o-escultor-joao-cutileiro-deixou-duas-obras-ao-porto&amp;lt;/nowiki&amp;gt; .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Santos, A., Pacheco, L., Girão, M., &amp;amp; Clare, R. (2017). &#039;&#039;As nossas memórias: as fontes do Porto&#039;&#039; (Afrontamento, Ed.; Vol. II, pp. 40–44).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Silva, G. (2000). &#039;&#039;Fontes e chafarizes do Porto&#039;&#039; (Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento do Porto, Ed.; pp. 90–94).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Teixeira, D. (2011). &#039;&#039;O abastecimento de água na cidade do Porto nos séculos XVII e XVIII: aquedutos, fontes e chafarizes&#039;&#039; [s. n.], Dissertação de mestrado em História da Arte Portuguesa, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Viriato Capela, J., Matos, H., &amp;amp; Borralheiro, R. (2009). As freguesias do distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758 (Vol. 5, pp. 614–621).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6. IMAGENS&#039;&#039;&#039;&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
File:Fonte da Praça da Ribeira - espaldar e tanque.jpg|Fig.1- Fonte da Praça da Ribeira ou Fonte de S. João.  &lt;br /&gt;
File:Detalhe lateral da nomeação do local.jpg|Fig.2- Identificação da praça, na lateral da fonte.  &lt;br /&gt;
File:Tanque da fonte da Praça da Ribeira.jpg|Fig.3- Tanque de água com duas bicas decoradas com resetões.&lt;br /&gt;
File:Escultura de João Baptista da Fonte da Praça da Ribeira.jpg|Fig.4- Escultura de S. Joao Baptista de João Cutileiro.&lt;br /&gt;
File:Praça da Ribeira (2) - Porto.JPG|Fig.5- Vista geral da Praça da Ribeira. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Filipa Monteiro</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wikimedia.pt/portobarroco/index.php?title=Fonte_da_Pra%C3%A7a_da_Ribeira&amp;diff=234</id>
		<title>Fonte da Praça da Ribeira</title>
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		<updated>2024-05-27T20:11:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Filipa Monteiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;1. IDENTIFICAÇÃO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Designação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Fonte de S. João  ou Fonte da Praça da Ribeira&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
|Praça da Ribeira;  freguesia de S. Nicolau; cidade do Porto; distrito do Porto&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Século XVIII (1784/6)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Autor(es)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Mandada fazer  por João de Almada e Melo, sendo a praça desenhada por John Whithead e fonte executada  pelo mestre pedreiro José Francisco.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Classificação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Fonte como  arquitetura Civil pública&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Como chegar&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;S. Bento, Trindade ou Aliados&#039;&#039;&#039;-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pé- rua de Mouzinho da Silveira  e/ou pela rua dos Mercadores &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autocarro- 500 da STCP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Trindade e Aliados&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Metro - linha D (amarela)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autocarros - 905 ou 904&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Ou seguir  coordenadas do Google Maps)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Horário de  funcionamento&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|Arquitetura civil  pública urbana possível visitar a qualquer hora do dia&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2. ESTADO DA ARTE&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulta de livros como: “&#039;&#039;As nossas memórias: as fontes do Porto”&#039;&#039; e “&#039;&#039;Fontes e chafarizes do Porto”&#039;&#039; revelam uma listagem das fontes mais importantes a nível histórico da cidade do Porto, descrevendo também a sua historia de produção e acontecimentos relevantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As memórias paroquiais &#039;&#039;“As freguesias do distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758”,&#039;&#039; divulgam a importância do local onde este se encontra (praça da ribeira) e não do objeto em específico já que este é posterior à escrita das memórias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3. ENQUADRAMENTO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Contexto físico patrimonial de proximidade  &#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonte de S. João situa-se na praça da ribeira (uma longa extensão costeira no rio Douro), adossada ao prédio que se situa entre a rua dos Mercadores e a rua de S. João. À frente da fonte está “o Cubo”, uma obra de José Rodrigues. A praça atual é fruto das reformas urbanísticas de João de Almada e Melo, entre 1756-68, tendo sido esta traçada por John Whithead. O objeto encontra-se a 180m do museu da cidade- Casa do Infante; 300m do Palácio da Bolsa; 450m da Igreja de S. Lourenço e a 550m da Sé do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4. DESCRIÇÃO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Objeto arquitetónico&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos sobre arquitetura e em específico a hidráulica têm raízes antigas, sendo o tratado de arquitetura de Vitrúvio o mais antigo que chegou até nós. Tanto o desenvolvimento da arquitetura da água quanto da hidráulica provém desde as estruturas romanas até os aquedutos, fontes e chafarizes da época moderna, sendo possível observa-se um notável processo evolutivo que se estende por toda a Europa. Essa evolução está ligada à necessidade de fornecimento de água e à complexidade dos sistemas de distribuição, frequentemente vistos também como símbolos de poder articulando-se com os espaços onde estão inseridos.  (Teixeira, 2011). Contribuindo para a estética de praças, parques, jardins e áreas urbanas e evocando também um sentimento de conexão com a natureza e com os ciclos da vida, as fontes e chafarizes são igualmente espaços de encontros e interação social da comunidade. Atualmente a praça é local de restauração e explanada sendo a praça e a Ribeira um todo foco da cidade e alvo de afluência da coletividade habitante e turista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anteriormente à fonte atual há registos escritos que nos dizem que antes da reforma da Praça da Ribeira haveria, ao centro, um chafariz. Enquanto as obras decorriam o chafariz referido foi mudado para junto à antiga Porta da Ribeira, porém por causar incomodo pela criação de lama, vazamento de água na via pública e o barulho em demasia dos aguadeiros, mandaram-na mudar de sítio construindo o chafariz que hoje se encontra no local. Do antigo chafariz mantiveram-se as ordenações. (Santos; Pacheco; Girão &amp;amp; Clare ,2017)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonte atual é composta por um espaldar e um tanque, colocados junto a uma fachada monumental dividida horizontalmente em três partes. Esta fachada, por sua vez, é subdividida verticalmente por pilastras, rematadas por um entablamento dórico adornado com métopas embelezadas por rosetões, pertencentes à estrutura original. Destaca-se o brasão do rei D. João I, que tinha um grande apreço pela cidade. A fonte possui duas bicas de onde a água caía para cumprir sua função (Silva, 2000). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fachada do chafariz segue a mesma lógica e ordem das casas do lado sul, apresentando uma tendência classicizante, evidenciada pelas linhas sóbrias de seu espaldar. Esta tendência posteriormente se acentuaria na cidade através do neopaladianismo. (Santos et al.,2017) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Objeto em destaque&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No segundo piso correspondente, há um nicho central onde, originalmente, estava a imagem de São Pantaleão, que foi roubada. Este santo era o padroeiro anterior da cidade. Atualmente, no nicho, encontra-se a escultura de São João Batista, o santo padroeiro atual da cidade, criada pelo artista João Cutileiro. Com 2,30 metros de altura e utilizando mármore e bronze, a escultura representa o santo vestido com pele de cordeiro e segurando um cajado de pastor encimado por uma cruz. Notavelmente, ao contrário da tradição, o santo não segura o cordeiro no colo, pois o artista se inspirou na obra de Leonardo da Vinci (CMP,2021). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5. FONTES E BIBLIOGRAFIA&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Amorim, F. M. R. P. D. (2015). &#039;&#039;A reconfiguração da malha urbana de Lisboa pela arquitectura civil do abastecimento de água à cidade no século XVIII&#039;&#039;. Dissertação de mestrado de Arquitetura, apresentada à Faculdade de Arquitetura e Artes Da Lusíada de Lisboa. [Consultado a 25/04/2024] &amp;lt;nowiki&amp;gt;http://repositorio.ulusiada.pt/handle/11067/1551&amp;lt;/nowiki&amp;gt; . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- CMP. (2021, janeiro 10). &#039;&#039;Histórias da cidade: o escultor João Cutileiro deixou duas obras ao Porto&#039;&#039;. [Consultado a 25/04/2024]&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://www.porto.pt/pt/noticia/historias-da-cidade-o-escultor-joao-cutileiro-deixou-duas-obras-ao-porto&amp;lt;/nowiki&amp;gt; .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Santos, A., Pacheco, L., Girão, M., &amp;amp; Clare, R. (2017). &#039;&#039;As nossas memórias: as fontes do Porto&#039;&#039; (Afrontamento, Ed.; Vol. II, pp. 40–44).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Silva, G. (2000). &#039;&#039;Fontes e chafarizes do Porto&#039;&#039; (Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento do Porto, Ed.; pp. 90–94).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Teixeira, D. (2011). &#039;&#039;O abastecimento de água na cidade do Porto nos séculos XVII e XVIII: aquedutos, fontes e chafarizes&#039;&#039; [s. n.], Dissertação de mestrado em História da Arte Portuguesa, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Viriato Capela, J., Matos, H., &amp;amp; Borralheiro, R. (2009). As freguesias do distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758 (Vol. 5, pp. 614–621).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6. Imagens&#039;&#039;&#039;&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
File:Fonte da Praça da Ribeira - espaldar e tanque.jpg|Fig.1- Fonte da Praça da Ribeira ou Fonte de S. João.  &lt;br /&gt;
File:Detalhe lateral da nomeação do local.jpg|Fig.2- Identificação da praça, na lateral da fonte.  &lt;br /&gt;
File:Tanque da fonte da Praça da Ribeira.jpg|Fig.3- Tanque de água com duas bicas decoradas com resetões.&lt;br /&gt;
File:Escultura de João Baptista da Fonte da Praça da Ribeira.jpg|Fig.4- Escultura de S. Joao Baptista de João Cutileiro.&lt;br /&gt;
File:Praça da Ribeira (2) - Porto.JPG|Fig.5- Vista geral da Praça da Ribeira. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Filipa Monteiro</name></author>
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		<title>Fonte da Praça da Ribeira</title>
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		<updated>2024-05-27T20:09:48Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Filipa Monteiro: Created page with &amp;quot;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;1. IDENTIFICAÇÃO&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; {| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; |&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Designação&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; |Fonte de S. João  ou Fonte da Praça da Ribeira |- |&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Localização&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;   |Praça da Ribeira;  freguesia de S. Nicolau; cidade do Porto; distrito do Porto |- |&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Cronologia&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; |Século XVIII (1784/6) |- |&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Autor(es)&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; |Mandada fazer  por João de Almada e Melo, sendo a praça desenhada por John Whithead e fonte executada  pelo mestre pedreiro José Francisco. |- |&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Classificação&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; |Fonte como  arqu...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;1. IDENTIFICAÇÃO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Designação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Fonte de S. João  ou Fonte da Praça da Ribeira&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Localização&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
|Praça da Ribeira;  freguesia de S. Nicolau; cidade do Porto; distrito do Porto&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Cronologia&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Século XVIII (1784/6)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Autor(es)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Mandada fazer  por João de Almada e Melo, sendo a praça desenhada por John Whithead e fonte executada  pelo mestre pedreiro José Francisco.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Classificação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|Fonte como  arquitetura Civil pública&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Como chegar&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;S. Bento, Trindade ou Aliados&#039;&#039;&#039;-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pé- rua de Mouzinho da Silveira  e/ou pela rua dos Mercadores &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autocarro- 500 da STCP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Trindade e Aliados&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Metro - linha D (amarela)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autocarros - 905 ou 904&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Ou seguir  coordenadas do Google Maps)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&#039;&#039;&#039;Horário de  funcionamento&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
|Arquitetura civil  pública urbana possível visitar a qualquer hora do dia&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2. ESTADO DA ARTE&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulta de livros como: “&#039;&#039;As nossas memórias: as fontes do Porto”&#039;&#039; e “&#039;&#039;Fontes e chafarizes do Porto”&#039;&#039; revelam uma listagem das fontes mais importantes a nível histórico da cidade do Porto, descrevendo também a sua historia de produção e acontecimentos relevantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As memórias paroquiais &#039;&#039;“As freguesias do distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758”,&#039;&#039; divulgam a importância do local onde este se encontra (praça da ribeira) e não do objeto em específico já que este é posterior à escrita das memórias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3. ENQUADRAMENTO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Contexto físico patrimonial de proximidade  &#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonte de S. João situa-se na praça da ribeira (uma longa extensão costeira no rio Douro), adossada ao prédio que se situa entre a rua dos Mercadores e a rua de S. João. À frente da fonte está “o Cubo”, uma obra de José Rodrigues. A praça atual é fruto das reformas urbanísticas de João de Almada e Melo, entre 1756-68, tendo sido esta traçada por John Whithead. O objeto encontra-se a 180m do museu da cidade- Casa do Infante; 300m do Palácio da Bolsa; 450m da Igreja de S. Lourenço e a 550m da Sé do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4. DESCRIÇÃO&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Objeto arquitetónico&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos sobre arquitetura e em específico a hidráulica têm raízes antigas, sendo o tratado de arquitetura de Vitrúvio o mais antigo que chegou até nós. Tanto o desenvolvimento da arquitetura da água quanto da hidráulica provém desde as estruturas romanas até os aquedutos, fontes e chafarizes da época moderna, sendo possível observa-se um notável processo evolutivo que se estende por toda a Europa. Essa evolução está ligada à necessidade de fornecimento de água e à complexidade dos sistemas de distribuição, frequentemente vistos também como símbolos de poder articulando-se com os espaços onde estão inseridos.  (Teixeira, 2011). Contribuindo para a estética de praças, parques, jardins e áreas urbanas e evocando também um sentimento de conexão com a natureza e com os ciclos da vida, as fontes e chafarizes são igualmente espaços de encontros e interação social da comunidade. Atualmente a praça é local de restauração e explanada sendo a praça e a Ribeira um todo foco da cidade e alvo de afluência da coletividade habitante e turista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anteriormente à fonte atual há registos escritos que nos dizem que antes da reforma da Praça da Ribeira haveria, ao centro, um chafariz. Enquanto as obras decorriam o chafariz referido foi mudado para junto à antiga Porta da Ribeira, porém por causar incomodo pela criação de lama, vazamento de água na via pública e o barulho em demasia dos aguadeiros, mandaram-na mudar de sítio construindo o chafariz que hoje se encontra no local. Do antigo chafariz mantiveram-se as ordenações. (Santos; Pacheco; Girão &amp;amp; Clare ,2017)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fonte atual é composta por um espaldar e um tanque, colocados junto a uma fachada monumental dividida horizontalmente em três partes. Esta fachada, por sua vez, é subdividida verticalmente por pilastras, rematadas por um entablamento dórico adornado com métopas embelezadas por rosetões, pertencentes à estrutura original. Destaca-se o brasão do rei D. João I, que tinha um grande apreço pela cidade. A fonte possui duas bicas de onde a água caía para cumprir sua função (Silva, 2000). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fachada do chafariz segue a mesma lógica e ordem das casas do lado sul, apresentando uma tendência classicizante, evidenciada pelas linhas sóbrias de seu espaldar. Esta tendência posteriormente se acentuaria na cidade através do neopaladianismo. (Santos et al.,2017) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Objeto em destaque&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No segundo piso correspondente, há um nicho central onde, originalmente, estava a imagem de São Pantaleão, que foi roubada. Este santo era o padroeiro anterior da cidade. Atualmente, no nicho, encontra-se a escultura de São João Batista, o santo padroeiro atual da cidade, criada pelo artista João Cutileiro. Com 2,30 metros de altura e utilizando mármore e bronze, a escultura representa o santo vestido com pele de cordeiro e segurando um cajado de pastor encimado por uma cruz. Notavelmente, ao contrário da tradição, o santo não segura o cordeiro no colo, pois o artista se inspirou na obra de Leonardo da Vinci (CMP,2021). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6. FONTES E BIBLIOGRAFIA&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Amorim, F. M. R. P. D. (2015). &#039;&#039;A reconfiguração da malha urbana de Lisboa pela arquitectura civil do abastecimento de água à cidade no século XVIII&#039;&#039;. Dissertação de mestrado de Arquitetura, apresentada à Faculdade de Arquitetura e Artes Da Lusíada de Lisboa. [Consultado a 25/04/2024] &amp;lt;nowiki&amp;gt;http://repositorio.ulusiada.pt/handle/11067/1551&amp;lt;/nowiki&amp;gt; . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- CMP. (2021, janeiro 10). &#039;&#039;Histórias da cidade: o escultor João Cutileiro deixou duas obras ao Porto&#039;&#039;. [Consultado a 25/04/2024]&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://www.porto.pt/pt/noticia/historias-da-cidade-o-escultor-joao-cutileiro-deixou-duas-obras-ao-porto&amp;lt;/nowiki&amp;gt; .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Santos, A., Pacheco, L., Girão, M., &amp;amp; Clare, R. (2017). &#039;&#039;As nossas memórias: as fontes do Porto&#039;&#039; (Afrontamento, Ed.; Vol. II, pp. 40–44).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Silva, G. (2000). &#039;&#039;Fontes e chafarizes do Porto&#039;&#039; (Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento do Porto, Ed.; pp. 90–94).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Teixeira, D. (2011). &#039;&#039;O abastecimento de água na cidade do Porto nos séculos XVII e XVIII: aquedutos, fontes e chafarizes&#039;&#039; [s. n.], Dissertação de mestrado em História da Arte Portuguesa, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Viriato Capela, J., Matos, H., &amp;amp; Borralheiro, R. (2009). As freguesias do distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758 (Vol. 5, pp. 614–621).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;7. Imagens&#039;&#039;&#039;&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
File:Fonte da Praça da Ribeira - espaldar e tanque.jpg|Fig.1- Fonte da Praça da Ribeira ou Fonte de S. João.  &lt;br /&gt;
File:Detalhe lateral da nomeação do local.jpg|Fig.2- Identificação da praça, na lateral da fonte.  &lt;br /&gt;
File:Tanque da fonte da Praça da Ribeira.jpg|Fig.3- Tanque de água com duas bicas decoradas com resetões.&lt;br /&gt;
File:Escultura de João Baptista da Fonte da Praça da Ribeira.jpg|Fig.4- Escultura de S. Joao Baptista de João Cutileiro.&lt;br /&gt;
File:Praça da Ribeira (2) - Porto.JPG|Fig.5- Vista geral da Praça da Ribeira. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Filipa Monteiro</name></author>
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