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	<title>Mosteiro de Celas - Histórico de revisões</title>
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		<title>Up201903625: Texto</title>
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&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;[[File:Átrio 02.jpg|thumb|262x262px|Interior da igreja de Celas]]&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;[[File:Átrio 02.jpg|thumb|262x262px|Interior da igreja de Celas]]&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;A entrada para o átrio da igreja é feita pelo portal principal, situado a Sul, onde se encontra o antigo pátio de São Germão. A fachada manuelina é encimada pelo miradouro do século XVII, com duas gelosias, podendo ver-se o campanário de origem medieval mais atrás. A nascente, situavam-se a casa da Abadessa, a cozinha e o refeitório, os armazéns e outras dependências de trabalho do mosteiro. O átrio da igreja foi concluído em 1530, como se constata numa inscrição do portal principal, e servia de capela aos leigos. Sobre a porta de acesso à igreja, datada de 1753, podemos ver um alto-relevo renascentista, com o escudo nacional, encimado de elmo com paquife e o timbre do dragão; dois anjos adultos servem de tenentes e, abaixo, dois meninos seguram um letreiro em latim alusivo ao patrocínio de D. João III na construção do templo e à data da sua conclusão.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;A entrada para o átrio da igreja é feita pelo portal principal, situado a Sul, onde se encontra o antigo pátio de São Germão. A fachada manuelina é encimada pelo miradouro do século XVII, com duas gelosias, podendo ver-se o campanário de origem medieval mais atrás. A nascente, situavam-se a casa da Abadessa, a cozinha e o refeitório, os armazéns e outras dependências de trabalho do mosteiro. O átrio da igreja foi concluído em 1530, como se constata numa inscrição do portal principal, e servia de capela aos leigos. Sobre a porta de acesso à igreja, datada de 1753, podemos ver um alto-relevo renascentista, com o escudo nacional, encimado de elmo com paquife e o timbre do dragão; dois anjos adultos servem de tenentes e, abaixo, dois meninos seguram um letreiro em latim alusivo ao patrocínio de D. João III na construção do templo e à data da sua conclusão.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;O &lt;/del&gt;claustro, &lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;com &lt;/del&gt;o seu jardim fechado em alegoria ao Paraíso, é o lugar de paz e silêncio, para onde os outros espaços monásticos convergem&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;[3]&lt;/del&gt;. Em Celas, o claustro que hoje vemos não corresponderá ao início da construção do mosteiro – de menores dimensões, adequado ao numero de religiosas (FERNANDES 2020, pp. 13-17). As alas Sul e Oeste terão sido as primeiras a ser construídas em pedra, em meados do século XIII, e as alas Norte e Este, com capitéis lisos, terão sido concluídas já no século XVI, durante o abadessado de D. Leonor de Vasconcelos. Das alas com capitéis figurativos, a Sul, pela sua proximidade com o muro da igreja, possui os temas mais relevantes para a iconografia cristã, com cenas cristológias e hagiográficas, complementadas com decoração vegetalista (FERNANDES 2020, pp. 23-24). A arquitetura do claustro apresenta uma estrutura de arcos de volta perfeita – alas Sul e Oeste -, colunas duplas que assentam num murete e capitéis também duplos, assentes em bases circulares, numa disposição mais de acordo com a tradição românica[&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;4&lt;/del&gt;]. As alas Norte e Este, seguem o traçado dos claustros da época moderna, aqui com três grupos de dois arcos apoiados em colunas toscanas, separadas por dois contrafortes. A parede da ala Sul possui um lambrim de azulejos do século XVII, idêntico aos da sala do capítulo, e um nicho retangular emoldurado. No centro do jardim um chafariz, instalado no abadessado de D. Teresa de Noronha e reedificado no século XVIII. Segundo Carla Varela Fernandes, a intervenção da DGMEN&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;[5]&lt;/del&gt;, realizada na década de quarenta do século passado e que substituiu alguns capitéis figurativos deteriorados pela erosão por capitéis lisos, não impede uma leitura abrangente da evolução do claustro, salientando que os capitéis medievais foram feitos para um claustro cisterciense, e não outro, contrariando a ideia de &lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;alguns autores[6] &lt;/del&gt;que defendem terem sido &lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;transferidos de outro espaço &lt;/del&gt;para Celas (FERNANDES 2020, pp. 22-23).  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;São Bernardo, na sua Epístola 64, refere o &lt;/ins&gt;claustro &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;como &quot;uma forma terrestre da Jerusalém Celestial&lt;/ins&gt;, &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;lugar de Luz e de Paz&quot; (FERNANDES 2020, p.13). Com &lt;/ins&gt;o seu jardim fechado em alegoria ao Paraíso, é o lugar de paz e silêncio, para onde os outros espaços monásticos convergem. Em Celas, o claustro que hoje vemos não corresponderá ao início da construção do mosteiro – de menores dimensões, adequado ao numero de religiosas (FERNANDES 2020, pp. 13-17). As alas Sul e Oeste terão sido as primeiras a ser construídas em pedra, em meados do século XIII, e as alas Norte e Este, com capitéis lisos, terão sido concluídas já no século XVI, durante o abadessado de D. Leonor de Vasconcelos. Das alas com capitéis figurativos, a Sul, pela sua proximidade com o muro da igreja, possui os temas mais relevantes para a iconografia cristã, com cenas cristológias e hagiográficas, complementadas com decoração vegetalista (FERNANDES 2020, pp. 23-24). A arquitetura do claustro apresenta uma estrutura de arcos de volta perfeita – alas Sul e Oeste -, colunas duplas que assentam num murete e capitéis também duplos, assentes em bases circulares, numa disposição mais de acordo com a tradição românica&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;. Maria do Rosário Morujão (1991), refere documentos que remetem as alas Sul e Oeste para cronologia do século XIV, conforme referência documental: “alpendre a par de chafariz da fonte” (© SIPA &lt;/ins&gt;[&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;consultado 2025-02-18&lt;/ins&gt;]&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;)&lt;/ins&gt;. As alas Norte e Este, seguem o traçado dos claustros da época moderna, aqui com três grupos de dois arcos apoiados em colunas toscanas, separadas por dois contrafortes. A parede da ala Sul possui um lambrim de azulejos do século XVII, idêntico aos da sala do capítulo, e um nicho retangular emoldurado. No centro do jardim um chafariz, instalado no abadessado de D. Teresa de Noronha e reedificado no século XVIII&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;. Os autores Paulo Varela Gomes e Walter Rossa, referem que o claustro de Celas tinha dois pisos a toda a volta tendo, em data incerta, caído ou sido apeado o andar superior da ala Poente. As obras da DGEMN desmontaram as outras três alas superiores (GOMES e ROSSA 1996, p. 59)&lt;/ins&gt;. Segundo Carla Varela Fernandes, a intervenção da DGMEN, realizada na década de quarenta do século passado e que substituiu alguns capitéis figurativos deteriorados pela erosão por capitéis lisos, não impede uma leitura abrangente da evolução do claustro, salientando que os capitéis medievais foram feitos para um claustro cisterciense, e não outro, contrariando a ideia de &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Paulo Varela Gomes e Walter Rossa (1996, p. 63), &lt;/ins&gt;que defendem &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;a hipótese de as colunas &lt;/ins&gt;terem sido &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;feitas para os Estudos Gerais Dionisinos e não &lt;/ins&gt;para Celas (FERNANDES 2020, pp. 22-23).  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;[[File:Claustro Celas 01.jpg|thumb|278x278px|Claustro de Celas]]&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;[[File:Claustro Celas 01.jpg|thumb|278x278px|Claustro de Celas]]&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;No coro, a representação da &amp;#039;&amp;#039;Imaculada Conceição, de&amp;#039;&amp;#039; Josefa d’Óbidos, c. 1670-1680. Óleo sobre tela, com restos de assinatura à direita. Produção da fase final da artista, representa a Virgem de porte jovem, nimbada com estrelas, com traje branco recamado de motivos florais. Destaca-se a representação das flores envolventes, num arranjo gracioso (SERRÃO 1993, p. 220). Ainda no coro, na parede Sul, a representação da &amp;#039;&amp;#039;Anunciação&amp;#039;&amp;#039;, 1510-1525. Óleo sobre madeira proveniente da Flandres de autor desconhecido. Esta representação fazia parte do retábulo-mor, juntamente com as quatro tábuas atualmente expostas no MNMC.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;No coro, a representação da &amp;#039;&amp;#039;Imaculada Conceição, de&amp;#039;&amp;#039; Josefa d’Óbidos, c. 1670-1680. Óleo sobre tela, com restos de assinatura à direita. Produção da fase final da artista, representa a Virgem de porte jovem, nimbada com estrelas, com traje branco recamado de motivos florais. Destaca-se a representação das flores envolventes, num arranjo gracioso (SERRÃO 1993, p. 220). Ainda no coro, na parede Sul, a representação da &amp;#039;&amp;#039;Anunciação&amp;#039;&amp;#039;, 1510-1525. Óleo sobre madeira proveniente da Flandres de autor desconhecido. Esta representação fazia parte do retábulo-mor, juntamente com as quatro tábuas atualmente expostas no MNMC.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Up201903625</name></author>
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		<title>Up201903625: Texto</title>
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		<updated>2025-05-27T08:35:23Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Texto&lt;/p&gt;
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		<author><name>Up201903625</name></author>
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		<title>172.68.103.33: Texto e imagem</title>
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		<updated>2025-05-25T14:47:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Texto e imagem&lt;/p&gt;
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		<title>Up201903625: Texto</title>
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		<updated>2025-05-25T13:02:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Texto&lt;/p&gt;
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		<author><name>Up201903625</name></author>
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		<title>Up201903625: Arranjos imagens</title>
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		<updated>2025-05-21T20:12:47Z</updated>

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		<author><name>Up201903625</name></author>
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		<title>Up201903625: Inserção imagem</title>
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		<updated>2025-05-21T20:10:36Z</updated>

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		<author><name>Up201903625</name></author>
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		<title>Up201903625: Inserção imagens</title>
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		<author><name>Up201903625</name></author>
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		<title>Up201903625: Texto</title>
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		<updated>2025-05-17T07:26:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Texto&lt;/p&gt;
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