Mosteiro de Arouca: diferenças entre revisões
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|O museu e convento estão abertos todos | |O museu e convento estão abertos todos os dias das 9:30 até as 17:00 (com exceções de segundas e terças de manhã, no terceiro final de semana de cada mês e feriados) | ||
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|'''Contexto físico patrimonial de proximidade ''' | |'''Contexto físico patrimonial de proximidade ''' | ||
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[[File:Fachada Oeste e Alçado do Celeiro.jpg|border|thumb|Fachada Oeste e Alçado do Celeiro do Mosteiro]] | [[File:Fachada Oeste e Alçado do Celeiro.jpg|border|thumb|Fachada Oeste e Alçado do Celeiro do Mosteiro]] | ||
== '''Estado da Arte''' == | |||
O mosteiro é mencionado com distinção pela sua arquitetura e espólio artístico em “'''Arouca - Notas Monográficas'''” de Domingos Brandão e Olímpia Loureiro publicado em 1991 pelo Centro de Estudos D. Domingos de Pinho Brandão, com informações dos dicionários geográficos, memorias paroquiais e documentos diocesanos sobre Arouca, todos datados do século XVIII. | |||
A arquitetura do mosteiro, sua importância sociocultural e seu percurso pela história são extensamente exploradas por Manuel Moreira da Rocha em sua dissertação de doutoramento “'''Das Construções e Reconstruções, A memória de um Mosteiro: Santa Maria de Arouca (Séculos XVII-XX)'''”, publicada em 2011 pela editora Afrontamento. | |||
== Enquadramento == | |||
=== '''Descrição''' === | |||
O mosteiro de Santa Maria em Arouca é fruto das diversas construções e reconstruções que ocorreram ao longo do tempo. Esta instituição, responsável pelo desenvolvimento desta região, tem suas origens no século X. Embora a informação acerca da fase inicial seja escassa, sabe-se que a antiga igreja ficava onde atualmente se situa o coro. No século XIII, o mosteiro ganha destaque quando passa para a propriedade da rainha D. Mafalda, neta do primeiro rei de Portugal. Através desta ação, o mosteiro adere à ordem de Cister em uma comunidade que se torna exclusivamente feminina como parte da sua renovação. O túmulo de D. Mafalda está em uma capela na igreja do mesmo. A presença da rainha no mosteiro atraiu a mais alta nobreza e muitas filhas de nobres passaram a ingressar na comunidade monástica. A presença desta classe contribuiu para a sua economia pujante e importância administrativa, se tornando o mais rico e influente mosteiro feminino português. | |||
As principais renovações no mosteiro, que ditam sua forma atual, vão desde a nobilitação dos materiais construtivos até a atualização das expressões estéticas ao Barroco. As obras se iniciam nos finais do século XVII e perduram por mais de um século, começando com o projeto de Carlos Gimac que renova a fachada ocidental (onde é hoje a entrada do Museu da Arte Sacra). O arquiteto maltês organiza-a com uma nova portaria central que se destaca pela verticalidade, além da distribuição uniforme de janelas para as clausuras individuais e divisão dos níveis por cornijas e pilastras contínuas. A fachada ocidental passa então a servir como modelo para as reconstruções posteriores das fachadas norte e sul, criando assim uma imagem palaciana homogênea no mosteiro. | |||
O projeto de Carlos Gimac se expande e multiplica os espaços do mosteiro, aplicando seus conhecimentos científicos e estéticos para elaboração de toda composição do espaço, agora com a nova igreja e coro, ambos inaugurados em 1718. Após esta data, é construída a ala ligando o coro ao torreão norte. Um incêndio em 1725 faz necessária a renovação da fachada sul, chamada “fachada de Mafra” pelo trabalho realizado por pedreiros vindos de Mafra, acrecenta também um novo torreão paralelo ao da fachada norte. Em 1740, as expansões seguem com a construção do celeiro e uma sumptuosa escadaria de dois lances que se estende para alem do novo torreão, delimitando assim o terreiro que abriga a casa dos padres, atual Biblioteca Municipal de Arouca, em frente à portaria. Após 30 anos, se dá a construção da ala nascente, conectando a fachada sul ao coro, nela instala-se a casa do capítulo, cozinha e refeitório, ligados ao claustro que fora finalizado apenas no século XX pelas intervenções da Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. | |||
A riqueza da ornamentação se renova e multiplica juntamente com os espaços no séc. XVIII, tornando o edifício um verdadeiro templo Barroco, seja pelo conhecimento humanista aplicado a arquitetura com o uso racional da luz e das formas ou pela rica escultura e pintura encomendada pelas monjas do mosteiro que buscaram os melhores artistas e artificies disponíveis para nobilitar seu espaço. | |||
Em 1834 as ordens religiosas são extintas em Portugal e em 1886 morre a última monja em Arouca | É na igreja e no coro onde essa riqueza material e intelectual se faz mais evidente. Começando pelo coro onde a luz banha o cadeiral da nave central, reluzindo a sua talha dourada feita pelos entalhadores portuenses António Gomes e Filipe da Silva em 1722, e iluminando suas pinturas nos espaldares. As esculturas de pedra de Ançã esculpidas por Jacinto Vieira cercam o espaço pela galeria do primeiro piso, na altura das tribunas por onde as monjas assistiam as cerimónias. Um grande arco gradeado separa o coro da igreja e acima dele o coro-alto que da acesso ao majestoso órgão com 1352 tubos encostado à galeria, ornamentado com ouro e uma pintura representanto a padroeira dos músicos Santa Cecília, construído em 1739 é um dos exemplares barrocos mais bem conservados em Portugal. | ||
[[File:Alçado norte do Claustro com fonte.jpg|thumb|Alçado norte do Claustro com fonte |left]]Na igreja as esculturas de Jacinto Vieira seguem no nível das tribunas e a talha dourada se espalha pela nave, da capela-mor até as oito capelas, uma delas com o tumulo de D. Mafalda. Os retábulos executados por Miguel Francisco da Silva em 1738 (com exceção dos que ladeiam a capela-mor) preenchem o espaço até a capela-mor, que conta com o imponente retábulo joanino realizado por Luís Vieira da Silva, onde a talha se expande pra as galerias laterais, servindo como moldura para as pinturas no nível da abóboda, com autoria de André Gonçalves, um dos maiores pintores do Barroco nacional. No centro do retábulo econtra-se o trono eucarístico, para onde as linhas do espaço convertem e denotam sua grandiosidade. | |||
Em 1834 as ordens religiosas são extintas em Portugal e em 1886 morre a última monja em Arouca. Os patrimónios artísticos do mosteiro são preservados pela Real Irmandade Rainha Santa Mafalda que evita sua dispersão. As obras mantidas, que antes faziam parte do mosteiro, se encontram atualmente no Museu da Arte Sacra localizado em parte nos antigos dormitórios das monjas no mosteiro, abrigando a riquíssima ourivesaria, esculturas e pinturas de mestres portugueses como Diogo Teixeira e Josefa d’Óbidos, como tambem as pinturas representando a rainha Santa Mafalda de autoria do italiano Giovanni Odazzi.<gallery mode="slideshow"> | |||
File:Coro e Igreja vistos da galeria a leste no coro.jpg|alt=|Coro e Igreja vistos da galeria a leste no coro | File:Coro e Igreja vistos da galeria a leste no coro.jpg|alt=|Coro e Igreja vistos da galeria a leste no coro | ||
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Do aparato arquitetónico | Do aparato arquitetónico aos azulejos do séc. XVIII que circundam a Casa do Capítulo, a Igreja e o Coro se destacam por abrigarem a maior parte do património integrado, dando espaço as esculturas de pedra Ançã por Jacinto Vieira na galeria e a talha dourada que se prolifera dos espaldares do cadeiral do Coro até a Capela-mor. | ||
Ambos espaços contam com capelas dedicadas a Virgem, a Cristo e aos Santos, seis na lateral do coro e oito ao redor da igreja. Todas conjugando homogeneamente os elaborados retábulos de talha dourada, com as esculturas policromadas em madeira. Cada uma destas capelas recebe atenção especial dos artistas, com ênfase na capela mortuária de D. Mafalda com sua urna ornamentada executada em ébano, prata e bronze. Na capela-mor a talha dourada se expande além do retábulo para as galerias laterais com molduras para as oito pinturas de André Gonçalves. | |||
O cadeiral de madeira do Coro é indubitavelmente o objeto mais | No Coro o cadeiral de madeira, com motivos escultórios, recebe a talha dourada e pinturas em seus espaldares. No Coro-Alto um imenso órgão do século XVIII conjuga a talha dourada e escultura com a pintura, adornado por motivos de chinoiserie nos painéis adjacentes. | ||
O cadeiral de madeira do Coro é indubitavelmente o objeto mais notável do convento, ele circunda as laterais da nave central, sendo constituído em dois níveis que dão espaço a 104 cadeiras, cada uma com um elemento escultórico único em suas misericórdias. No seu majestoso espaldar, ricamente ornamentado, a talha dourada serve como moldura para as pinturas, particularmente únicas pelas representações da vida de Santa Mafalda.<gallery mode="packed-hover"> | |||
File:Pintura de Nossa Sra. da Conceição no espaldar do cadeiral.jpg|Pintura de Nossa Sra. da Conceição no espaldar do cadeiral | File:Pintura de Nossa Sra. da Conceição no espaldar do cadeiral.jpg|Pintura de Nossa Sra. da Conceição no espaldar do cadeiral | ||
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Edição atual desde as 06h30min de 28 de fevereiro de 2025
| Designação | Mosteiro de Santa Maria de Arouca / Museu da Arte Sacra |
| Localização | Largo Santa Mafalda, Arouca |
| Cronologia | Séc. XVII/XVIII |
| Autor | Carlos Gimac |
| Classificação | Monumento Nacional, Decreto 16-06-1910, DG nº 136, de 23 junho 1910 |
| Como Chegar | A 71 km da cidade do Porto, o deslocamento pode ser feito de carro pela via A32 e N326 ou pelos transportes da UNIR na linha 1007 que parte de São João da Madeira. |
| Horários | O museu e convento estão abertos todos os dias das 9:30 até as 17:00 (com exceções de segundas e terças de manhã, no terceiro final de semana de cada mês e feriados) |
| Contexto físico patrimonial de proximidade |
| Calvário de Arouca e Igreja da Santa Misericórdia de Arouca. |

Estado da Arte[editar | editar código-fonte]
O mosteiro é mencionado com distinção pela sua arquitetura e espólio artístico em “Arouca - Notas Monográficas” de Domingos Brandão e Olímpia Loureiro publicado em 1991 pelo Centro de Estudos D. Domingos de Pinho Brandão, com informações dos dicionários geográficos, memorias paroquiais e documentos diocesanos sobre Arouca, todos datados do século XVIII.
A arquitetura do mosteiro, sua importância sociocultural e seu percurso pela história são extensamente exploradas por Manuel Moreira da Rocha em sua dissertação de doutoramento “Das Construções e Reconstruções, A memória de um Mosteiro: Santa Maria de Arouca (Séculos XVII-XX)”, publicada em 2011 pela editora Afrontamento.
Enquadramento[editar | editar código-fonte]
Descrição[editar | editar código-fonte]
O mosteiro de Santa Maria em Arouca é fruto das diversas construções e reconstruções que ocorreram ao longo do tempo. Esta instituição, responsável pelo desenvolvimento desta região, tem suas origens no século X. Embora a informação acerca da fase inicial seja escassa, sabe-se que a antiga igreja ficava onde atualmente se situa o coro. No século XIII, o mosteiro ganha destaque quando passa para a propriedade da rainha D. Mafalda, neta do primeiro rei de Portugal. Através desta ação, o mosteiro adere à ordem de Cister em uma comunidade que se torna exclusivamente feminina como parte da sua renovação. O túmulo de D. Mafalda está em uma capela na igreja do mesmo. A presença da rainha no mosteiro atraiu a mais alta nobreza e muitas filhas de nobres passaram a ingressar na comunidade monástica. A presença desta classe contribuiu para a sua economia pujante e importância administrativa, se tornando o mais rico e influente mosteiro feminino português.
As principais renovações no mosteiro, que ditam sua forma atual, vão desde a nobilitação dos materiais construtivos até a atualização das expressões estéticas ao Barroco. As obras se iniciam nos finais do século XVII e perduram por mais de um século, começando com o projeto de Carlos Gimac que renova a fachada ocidental (onde é hoje a entrada do Museu da Arte Sacra). O arquiteto maltês organiza-a com uma nova portaria central que se destaca pela verticalidade, além da distribuição uniforme de janelas para as clausuras individuais e divisão dos níveis por cornijas e pilastras contínuas. A fachada ocidental passa então a servir como modelo para as reconstruções posteriores das fachadas norte e sul, criando assim uma imagem palaciana homogênea no mosteiro.
O projeto de Carlos Gimac se expande e multiplica os espaços do mosteiro, aplicando seus conhecimentos científicos e estéticos para elaboração de toda composição do espaço, agora com a nova igreja e coro, ambos inaugurados em 1718. Após esta data, é construída a ala ligando o coro ao torreão norte. Um incêndio em 1725 faz necessária a renovação da fachada sul, chamada “fachada de Mafra” pelo trabalho realizado por pedreiros vindos de Mafra, acrecenta também um novo torreão paralelo ao da fachada norte. Em 1740, as expansões seguem com a construção do celeiro e uma sumptuosa escadaria de dois lances que se estende para alem do novo torreão, delimitando assim o terreiro que abriga a casa dos padres, atual Biblioteca Municipal de Arouca, em frente à portaria. Após 30 anos, se dá a construção da ala nascente, conectando a fachada sul ao coro, nela instala-se a casa do capítulo, cozinha e refeitório, ligados ao claustro que fora finalizado apenas no século XX pelas intervenções da Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais.
A riqueza da ornamentação se renova e multiplica juntamente com os espaços no séc. XVIII, tornando o edifício um verdadeiro templo Barroco, seja pelo conhecimento humanista aplicado a arquitetura com o uso racional da luz e das formas ou pela rica escultura e pintura encomendada pelas monjas do mosteiro que buscaram os melhores artistas e artificies disponíveis para nobilitar seu espaço.
É na igreja e no coro onde essa riqueza material e intelectual se faz mais evidente. Começando pelo coro onde a luz banha o cadeiral da nave central, reluzindo a sua talha dourada feita pelos entalhadores portuenses António Gomes e Filipe da Silva em 1722, e iluminando suas pinturas nos espaldares. As esculturas de pedra de Ançã esculpidas por Jacinto Vieira cercam o espaço pela galeria do primeiro piso, na altura das tribunas por onde as monjas assistiam as cerimónias. Um grande arco gradeado separa o coro da igreja e acima dele o coro-alto que da acesso ao majestoso órgão com 1352 tubos encostado à galeria, ornamentado com ouro e uma pintura representanto a padroeira dos músicos Santa Cecília, construído em 1739 é um dos exemplares barrocos mais bem conservados em Portugal.

Na igreja as esculturas de Jacinto Vieira seguem no nível das tribunas e a talha dourada se espalha pela nave, da capela-mor até as oito capelas, uma delas com o tumulo de D. Mafalda. Os retábulos executados por Miguel Francisco da Silva em 1738 (com exceção dos que ladeiam a capela-mor) preenchem o espaço até a capela-mor, que conta com o imponente retábulo joanino realizado por Luís Vieira da Silva, onde a talha se expande pra as galerias laterais, servindo como moldura para as pinturas no nível da abóboda, com autoria de André Gonçalves, um dos maiores pintores do Barroco nacional. No centro do retábulo econtra-se o trono eucarístico, para onde as linhas do espaço convertem e denotam sua grandiosidade. Em 1834 as ordens religiosas são extintas em Portugal e em 1886 morre a última monja em Arouca. Os patrimónios artísticos do mosteiro são preservados pela Real Irmandade Rainha Santa Mafalda que evita sua dispersão. As obras mantidas, que antes faziam parte do mosteiro, se encontram atualmente no Museu da Arte Sacra localizado em parte nos antigos dormitórios das monjas no mosteiro, abrigando a riquíssima ourivesaria, esculturas e pinturas de mestres portugueses como Diogo Teixeira e Josefa d’Óbidos, como tambem as pinturas representando a rainha Santa Mafalda de autoria do italiano Giovanni Odazzi.
Patrimônio Integrado[editar | editar código-fonte]

Do aparato arquitetónico aos azulejos do séc. XVIII que circundam a Casa do Capítulo, a Igreja e o Coro se destacam por abrigarem a maior parte do património integrado, dando espaço as esculturas de pedra Ançã por Jacinto Vieira na galeria e a talha dourada que se prolifera dos espaldares do cadeiral do Coro até a Capela-mor.
Ambos espaços contam com capelas dedicadas a Virgem, a Cristo e aos Santos, seis na lateral do coro e oito ao redor da igreja. Todas conjugando homogeneamente os elaborados retábulos de talha dourada, com as esculturas policromadas em madeira. Cada uma destas capelas recebe atenção especial dos artistas, com ênfase na capela mortuária de D. Mafalda com sua urna ornamentada executada em ébano, prata e bronze. Na capela-mor a talha dourada se expande além do retábulo para as galerias laterais com molduras para as oito pinturas de André Gonçalves.
No Coro o cadeiral de madeira, com motivos escultórios, recebe a talha dourada e pinturas em seus espaldares. No Coro-Alto um imenso órgão do século XVIII conjuga a talha dourada e escultura com a pintura, adornado por motivos de chinoiserie nos painéis adjacentes.
O cadeiral de madeira do Coro é indubitavelmente o objeto mais notável do convento, ele circunda as laterais da nave central, sendo constituído em dois níveis que dão espaço a 104 cadeiras, cada uma com um elemento escultórico único em suas misericórdias. No seu majestoso espaldar, ricamente ornamentado, a talha dourada serve como moldura para as pinturas, particularmente únicas pelas representações da vida de Santa Mafalda.
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Pintura de Nossa Sra. da Conceição no espaldar do cadeiral
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Misericóridas e espaldar do cadeiral
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Espaldar do cadeiral
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Detalhe de capela na lateral do Coro
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Detalhe de capela na lateral do Coro
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Detalhe do Azulejo na Casa do Capítulo
Fontes e Bibliografia[editar | editar código-fonte]
ALÇADA, Margarida e RUÃO, Carlos – SIPA Mosteiro de Arouca / Museu de Arte Sacra de Arouca / Igreja Paroquial de Arouca / Igreja de São Bartolomeu. Em linha, verificado em 25/04/2024 http://www.monumentos.gov.pt/site/app_pagesuser/sipa.aspx?id=1039
AROUCA: Câmara Municipal de Arouca (2009) - O órgão do Mosteiro de Arouca: conservação e restauro do património musical, ISBN 978-972-8978-04-4
BRANDÃO, Domingos de Pinho e LOUREIRO, Olímpia (1991) - Arouca: notas monográficas 1. Arouca: Centro de Estudos D. Domingos de Pinho Brandão. (Centro de estudos D. Domingos de Pinho Brandão)
GOMES, Paulo Varela, Guia Mosteiro de Arouca, IPPAR, Lisboa, 2006
ROCHA, Manuel Joaquim Moreira da (2011) - A memória de um mosteiro, Santa Maria de Arouca: (séculos XVII-XX): das construções e das reconstruções. Porto: Afrontamento. (Biblioteca das ciências sociais). ISBN 987-972-36-1134-2