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Mosteiro de Bom Jesus de Viseu: diferenças entre revisões

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[[File:Mosteiro de Bom Jesus de Viseu.jpeg|thumb|Mosteiro de Bom Jesus de Viseu]]
== Identificação ==
== Identificação ==
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|'''Localização'''
|'''Localização'''
|Largo Mouzinho de Albuquerque, freguesia de Viseu, Viseu, Viseu
|Largo Mouzinho de Albuquerque, freguesia de Viseu, Viseu, Portugal
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|'''Classificação'''
|Arquitetura religiosa barroca; arquitetura conventual feminina.
|}
'''Cronologia'''
{| class="wikitable"
|+
!Data
!Acontecimento
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|Década de 60, século XVI
|'''Cronologia'''
|Fundação do mosteiro por influência do licenciado Belchior Lourenço Tenreiro e sua esposa, Maria de Queirós.
|Século XVI
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|Cerca de 1569
|'''Autor(es)'''
|Início da construção sob o bispo D. Jorge de Ataíde.
|António Gonçalves (pedreiro), Gabriel del Barco (pintor de azulejos),Manuel Cunha (mestre-de-obras), António de Oliveira Bernardes (pintor de azulejos), P.M.P. (pintor de azulejos)
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|1579-1586
|'''Classificação'''
|Interrupção das obras.
|Arquitetura religiosa barroca; arquitetura conventual feminina
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|1592
|São alcançadas as condições necessárias para habitação.
|-
|26 de Setembro de 1592
|A chegada de religiosas vindas do Mosteiro de Santa Eufémia de Ferreira de Aves.
|-
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|
|}
|}


== Estado da Arte ==
== Estado da Arte ==
Estado da Arte do objeto selecionado, através da análise critica das notas biográficas que revelem a importância do objeto no contexto da Arquitetura Barroca dos séculos XVII e XVIII.
A origem do mosteiro e o seu processo construtivo são desenvolvidos por Liliana Castilho em ''Construindo a cidade: Viseu nos séculos XVII e XVIII'' (2017). Na obra são abordados os intervenientes na sua fundação e edificação no século XVI, quando se inicia a vida monástica com a chega de religiosas de Ferreira de aves, mas também nas fases construtivas posteriores dos séculos XVII e XVIII.
 
A restante bibliografia relacionada analisa a azulejaria do interior da igreja de Santo António e zona conventual. João Miguel dos Santos indica o conjunto de azulejos do mosteiro como um dos núcleos mais significativos da região. Faz a descrição dos painéis das paredes laterais da capela-mor, e afirma ainda que os vários altares da igreja, que apresentam retábulos de talha dourada, são ao gosto rocaille.
 
Na obra ''Viseu'' (1989), Alberto Correia destaca também a igreja pela sua relevância no contexto da arquitetura religiosa barroca de Viseu devido ao conjunto de azulejos barrocos que reveste o seu interior. São referidos os motivos representados nos painéis da nave da igreja e é mencionada a sua atribuição à família dos Oliveira Bernardes.  Esta ideia vai ser desafiada pelo historiador norte-americano Robert C. Smith, que através de trabalho comparativo, indica a possibilidade de serem da autoria de P.M.P.


== Enquadramento ==
== Enquadramento ==
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=== Fachada ===
=== Fachada ===
[[File:Fachada da Igreja de Santo António, Viseu.jpg|thumb|Fachada da Igreja de Santo António|292x292px]]
As fachadas da igreja são rebocadas e pintadas de branco, percorridas por embasamento em cantaria, flanqueadas por cunhais em cantaria, os virados ao lado exterior, rematados por plintos com cruzes, e rematadas em cornija. A fachada principal possui frontão triangular com escudo no centro e cruz latina no vértice. O portal na fachada principal terá sido transferido de algum ponto do mosteiro, pelo que possui características maneiristas. Portal de verga reta flanqueado por pilastras toscanas, que sustentam verga epigrafada, friso de tríglifos e cornija encimada por elementos entrelaçados, e sobre a mesma, nicho em arco de volta perfeita e abóbada de concha, flanqueada por pilastras toscanas, encimado por friso e frontão interrompido, que emoldura um nicho em arco de volta perfeita, com abóbada de concha e remate em frontão semicircular. Este é flanqueado por duas janelas retilíneas, em capialço, protegidas por grades metálicas. Fachada lateral direita rasgada por porta travessa de verga reta e por duas ordens de três janelas retilíneas, em capialço, e na capela-mor, com as mesmas características, duas ordens de janelas.
As fachadas da igreja são rebocadas e pintadas de branco, percorridas por embasamento em cantaria, flanqueadas por cunhais em cantaria, os virados ao lado exterior, rematados por plintos com cruzes, e rematadas em cornija. A fachada principal possui frontão triangular com escudo no centro e cruz latina no vértice. O portal na fachada principal terá sido transferido de algum ponto do mosteiro, pelo que possui características maneiristas. Portal de verga reta flanqueado por pilastras toscanas, que sustentam verga epigrafada, friso de tríglifos e cornija encimada por elementos entrelaçados, e sobre a mesma, nicho em arco de volta perfeita e abóbada de concha, flanqueada por pilastras toscanas, encimado por friso e frontão interrompido, que emoldura um nicho em arco de volta perfeita, com abóbada de concha e remate em frontão semicircular. Este é flanqueado por duas janelas retilíneas, em capialço, protegidas por grades metálicas. Fachada lateral direita rasgada por porta travessa de verga reta e por duas ordens de três janelas retilíneas, em capialço, e na capela-mor, com as mesmas características, duas ordens de janelas.


=== Interior ===
=== Interior ===
[[File:Coro-alto.Igreja de Santo António.jpg|thumb|Nave e coro-alto|219x219px]]
[[File:Nave e capela-mor.jpg|thumb|Nave e capela-mor|295x295px]]
O interior tem paredes rebocadas e pintadas de branco. O coro-alto, protegido por balaustrada, assenta em três arcos de volta perfeita, sendo o central de maiores dimensões, assentes em duas pilastras e dois pilares toscanas; o muro é revestido por azulejo de monocromia, azul sobre fundo branco. O portal axial encontra-se protegido por guardavento de pau-preto, rematado por cornija, tabela e aletas, tendo, no lado da Epístola, uma pia de água-benta em cantaria hemisférica e de bordos boleados. O púlpito quadrangular está assente numa mísula, e possui guarda plena galbada e acesso por porta de verga reta. O presbitério é também revestido a azulejo em monocromia, azul sobre fundo branco. Na cabeceira, o arco triunfal de volta perfeita assente em pilastras é revestido por talha dourada assim como os retábulos colaterais que o flanqueiam. Estes são dedicados ao Coração de Jesus (Evangelho) e Imaculado Coração de Maria (Epístola). A capela-mor é completamente revestida a azulejos em monocromia, azul sobre fundo branco, sendo a cobertura pintada em perspetiva com a representação de arquiteturas. No lado do Evangelho, num 1º registo, 2 janelas retangulares e uma porta lateral para o exterior.
O interior tem paredes rebocadas e pintadas de branco. O coro-alto, protegido por balaustrada, assenta em três arcos de volta perfeita, sendo o central de maiores dimensões, assentes em duas pilastras e dois pilares toscanas; o muro é revestido por azulejo de monocromia, azul sobre fundo branco. O portal axial encontra-se protegido por guardavento de pau-preto, rematado por cornija, tabela e aletas, tendo, no lado da Epístola, uma pia de água-benta em cantaria hemisférica e de bordos boleados. O púlpito quadrangular está assente numa mísula, e possui guarda plena galbada e acesso por porta de verga reta. O presbitério é também revestido a azulejo em monocromia, azul sobre fundo branco. Na cabeceira, o arco triunfal de volta perfeita assente em pilastras é revestido por talha dourada assim como os retábulos colaterais que o flanqueiam. Estes são dedicados ao Coração de Jesus (Evangelho) e Imaculado Coração de Maria (Epístola). A capela-mor é completamente revestida a azulejos em monocromia, azul sobre fundo branco, sendo a cobertura pintada em perspetiva com a representação de arquiteturas. No lado do Evangelho, num 1º registo, 2 janelas retangulares e uma porta lateral para o exterior.


=== Zona Conventual ===
=== Zona Conventual ===
Na zona conventual, os dois claustros contíguos são de volumes articulados, dispostos horizontalmente, e possuem coberturas diferenciadas em telhados de duas ou três águas. Ambos os claustros são de 2 registos, com pilares no primeiro. Atualmente, possuem uma cobertura composta por estrutura metálica, portante de chapas de luzalite onduladas e transparentes.
Na zona conventual, os dois claustros contíguos são de volumes articulados, dispostos horizontalmente, e possuem coberturas diferenciadas em telhados de duas ou três águas. Ambos os claustros são de 2 registos, com pilares no primeiro. Atualmente, possuem uma cobertura composta por estrutura metálica, portante de chapas de luzalite onduladas e transparentes.
=== Materiais ===
A estrutura é em cantaria de granito, rebocada e pintada. Também em cantaria de granito as cruzes, modinaturas, pináculos, cunhais, pavimentos e arcos. Portas, guarda do coro-alto, coberturas, púlpito e retábulos são em madeira. Painéis de azulejo industrial. Janelas com grades metálicas.


== Imagens e Iconografia do Objeto ==
== Imagens e Iconografia do Objeto ==
Mapas, plantas, alçados, fotografias recentes / antigas, estampas, etc., com legenda individual que identifique o autor ou da fonte da imagem.


== Fontes e Bibliogrfia ==
=== Plantas ===
[[File:Planta da Igreja ao nível do coro-alto.jpeg|left|frameless|254x254px|Planta ao nível do coro-alto]]
[[File:Planta da Igreja ao nível da entrada.jpeg|frameless|256x256px]]
 
=== Teto da Capela-mor ===
[[File:Tecto da capela-mor.Igreja de Santo António.jpg|frameless|260x260px]]
 
=== Claustros ===
[[File:Claustro.do Mosteiro de Bom Jesus de Viseu.jpeg|left|frameless|243x243px]]
[[File:Claustro do Mosteiro de Bom Jesus.jpeg|frameless|241x241px]]
 
== Fontes e Bibliografia ==
 
=== Fontes ===
Arquivo Nacional da Torre do Tombo. (s.d.). ''Mosteiro do Bom Jesus de Viseu.'' Consultado a 07/03/2025.                    <nowiki>https://digitarq.arquivos.pt/details?id=1437376</nowiki>
 
Pesquisa de Património Imóvel - Património Cultural. (s.d.). ''Igreja de Santo António do Antigo Convento das Freiras Beneditinas''. ''Consultado a 07/03/2025.'' <nowiki>https://servicos.dgpc.gov.pt/pesquisapatrimonioimovel/detalhes.php?code=73768</nowiki>
 
SIPA. (1999). ''Mosteiro de Bom Jesus / Igreja de Santo António.'' Consultado a 07/03/2025. <nowiki>http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5692</nowiki>
 
=== Bibliografia ===
CASTILHO, Liliana (2017). ''Construindo a cidade: Viseu nos séculos XVII e XVIII''. Porto: Edições Afrontamento.
 
Correia, Alberto (1989). ''Viseu''. Lisboa: Editorial Presença.
 
SIMÕES, João Miguel dos Santos (1979). ''Azulejaria em Portugal no século XVIII.'' Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
 
SIMÕES, João Miguel dos Santos (1997). ''Azulejaria em Portugal no século XVII. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.''
 
SMITH, Robert Chester (1973) ''French Models for Portuguese Tiles. Apollo – The International Art Magazine.''

Edição atual desde as 19h47min de 26 de maio de 2025

Mosteiro de Bom Jesus de Viseu

Identificação[editar | editar código-fonte]

Designação Mosteiro de Bom Jesus de Viseu
Localização Largo Mouzinho de Albuquerque, freguesia de Viseu, Viseu, Portugal
Cronologia Século XVI
Autor(es) António Gonçalves (pedreiro), Gabriel del Barco (pintor de azulejos),Manuel Cunha (mestre-de-obras), António de Oliveira Bernardes (pintor de azulejos), P.M.P. (pintor de azulejos)
Classificação Arquitetura religiosa barroca; arquitetura conventual feminina

Estado da Arte[editar | editar código-fonte]

A origem do mosteiro e o seu processo construtivo são desenvolvidos por Liliana Castilho em Construindo a cidade: Viseu nos séculos XVII e XVIII (2017). Na obra são abordados os intervenientes na sua fundação e edificação no século XVI, quando se inicia a vida monástica com a chega de religiosas de Ferreira de aves, mas também nas fases construtivas posteriores dos séculos XVII e XVIII.

A restante bibliografia relacionada analisa a azulejaria do interior da igreja de Santo António e zona conventual. João Miguel dos Santos indica o conjunto de azulejos do mosteiro como um dos núcleos mais significativos da região. Faz a descrição dos painéis das paredes laterais da capela-mor, e afirma ainda que os vários altares da igreja, que apresentam retábulos de talha dourada, são ao gosto rocaille.

Na obra Viseu (1989), Alberto Correia destaca também a igreja pela sua relevância no contexto da arquitetura religiosa barroca de Viseu devido ao conjunto de azulejos barrocos que reveste o seu interior. São referidos os motivos representados nos painéis da nave da igreja e é mencionada a sua atribuição à família dos Oliveira Bernardes. Esta ideia vai ser desafiada pelo historiador norte-americano Robert C. Smith, que através de trabalho comparativo, indica a possibilidade de serem da autoria de P.M.P.

Enquadramento[editar | editar código-fonte]

Enquadra-se num contexto urbano, no Largo Mouzinho de Albuquerque, local de grande circulação, resultante da ligação com a Rua Direita. Implantado em terreno plano e ajardinado, a fachada lateral do mosteiro está orientada a norte, onde se encontra o Jardim sensorial de Santo António, a oeste deste está a Estátua ao Soldado Desconhecido, e ainda no mesmo espaço, o Teatro Viriato.

Descrição[editar | editar código-fonte]

O mosteiro de planta retangular irregular é composto pela Igreja de Santo António, pela antiga zona conventual, de que subsistem dois claustros, e torre sineira.

Igreja[editar | editar código-fonte]

A igreja é de planta longitudinal, composta por nave e capela-mor mais estreita, com cobertura em falsas abóbadas de berço de madeira em caixotões, sendo os da capela-mor pintados, assente em amplo friso e cornija do mesmo material. A igreja é iluminada unilateralmente por vãos na fachada lateral. No interior possui coro-alto e púlpito do lado da Epístola. Na cabeceira, arco triunfal ladeado por retábulos de talha dourada, que também reveste o arco. A capela-mor é vestida de azulejo figurativo com cenas beneditinas, que se repetem na zona do presbitério, que protegia as capelas colaterais, e possui um retábulo de talha dourada do barroco joanino.

Fachada[editar | editar código-fonte]

Fachada da Igreja de Santo António

As fachadas da igreja são rebocadas e pintadas de branco, percorridas por embasamento em cantaria, flanqueadas por cunhais em cantaria, os virados ao lado exterior, rematados por plintos com cruzes, e rematadas em cornija. A fachada principal possui frontão triangular com escudo no centro e cruz latina no vértice. O portal na fachada principal terá sido transferido de algum ponto do mosteiro, pelo que possui características maneiristas. Portal de verga reta flanqueado por pilastras toscanas, que sustentam verga epigrafada, friso de tríglifos e cornija encimada por elementos entrelaçados, e sobre a mesma, nicho em arco de volta perfeita e abóbada de concha, flanqueada por pilastras toscanas, encimado por friso e frontão interrompido, que emoldura um nicho em arco de volta perfeita, com abóbada de concha e remate em frontão semicircular. Este é flanqueado por duas janelas retilíneas, em capialço, protegidas por grades metálicas. Fachada lateral direita rasgada por porta travessa de verga reta e por duas ordens de três janelas retilíneas, em capialço, e na capela-mor, com as mesmas características, duas ordens de janelas.

Interior[editar | editar código-fonte]

Nave e coro-alto
Nave e capela-mor

O interior tem paredes rebocadas e pintadas de branco. O coro-alto, protegido por balaustrada, assenta em três arcos de volta perfeita, sendo o central de maiores dimensões, assentes em duas pilastras e dois pilares toscanas; o muro é revestido por azulejo de monocromia, azul sobre fundo branco. O portal axial encontra-se protegido por guardavento de pau-preto, rematado por cornija, tabela e aletas, tendo, no lado da Epístola, uma pia de água-benta em cantaria hemisférica e de bordos boleados. O púlpito quadrangular está assente numa mísula, e possui guarda plena galbada e acesso por porta de verga reta. O presbitério é também revestido a azulejo em monocromia, azul sobre fundo branco. Na cabeceira, o arco triunfal de volta perfeita assente em pilastras é revestido por talha dourada assim como os retábulos colaterais que o flanqueiam. Estes são dedicados ao Coração de Jesus (Evangelho) e Imaculado Coração de Maria (Epístola). A capela-mor é completamente revestida a azulejos em monocromia, azul sobre fundo branco, sendo a cobertura pintada em perspetiva com a representação de arquiteturas. No lado do Evangelho, num 1º registo, 2 janelas retangulares e uma porta lateral para o exterior.

Zona Conventual[editar | editar código-fonte]

Na zona conventual, os dois claustros contíguos são de volumes articulados, dispostos horizontalmente, e possuem coberturas diferenciadas em telhados de duas ou três águas. Ambos os claustros são de 2 registos, com pilares no primeiro. Atualmente, possuem uma cobertura composta por estrutura metálica, portante de chapas de luzalite onduladas e transparentes.

Materiais[editar | editar código-fonte]

A estrutura é em cantaria de granito, rebocada e pintada. Também em cantaria de granito as cruzes, modinaturas, pináculos, cunhais, pavimentos e arcos. Portas, guarda do coro-alto, coberturas, púlpito e retábulos são em madeira. Painéis de azulejo industrial. Janelas com grades metálicas.

Imagens e Iconografia do Objeto[editar | editar código-fonte]

Plantas[editar | editar código-fonte]

Planta ao nível do coro-alto
Planta ao nível do coro-alto

Teto da Capela-mor[editar | editar código-fonte]

Claustros[editar | editar código-fonte]

Fontes e Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Fontes[editar | editar código-fonte]

Arquivo Nacional da Torre do Tombo. (s.d.). Mosteiro do Bom Jesus de Viseu. Consultado a 07/03/2025. https://digitarq.arquivos.pt/details?id=1437376

Pesquisa de Património Imóvel - Património Cultural. (s.d.). Igreja de Santo António do Antigo Convento das Freiras Beneditinas. Consultado a 07/03/2025. https://servicos.dgpc.gov.pt/pesquisapatrimonioimovel/detalhes.php?code=73768

SIPA. (1999). Mosteiro de Bom Jesus / Igreja de Santo António. Consultado a 07/03/2025. http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5692

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

CASTILHO, Liliana (2017). Construindo a cidade: Viseu nos séculos XVII e XVIII. Porto: Edições Afrontamento.

Correia, Alberto (1989). Viseu. Lisboa: Editorial Presença.

SIMÕES, João Miguel dos Santos (1979). Azulejaria em Portugal no século XVIII. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.

SIMÕES, João Miguel dos Santos (1997). Azulejaria em Portugal no século XVII. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.

SMITH, Robert Chester (1973) French Models for Portuguese Tiles. Apollo – The International Art Magazine.