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Convento de Santa Clara do Porto

Fonte: Porto Barroco
Revisão em 21h08min de 31 de maio de 2025 por Martavidinha (discussão | contribs)

1. IDENTIFICAÇÃO

Designação Convento de Santa Clara do Porto
Localização Largo Primeiro de Dezembro, 4000-404 Porto
Cronologia Séculos XV, XVI, XVII e XVIII
Autor(es) Miguel Francisco da Silva (projecto de ampliação e risco da talha), Manuel de Sousa Sampaio, Domingos Lopes (entalhadores); Joaquim Rafael da Costa (tela da capela-mor).
Classificação Categoria: MN - Monumento Nacional, Decreto de 16-06-1910, DG n.º 136 de 23 junho de 1910 / ZEP / Zona "non aedificandi", Portaria, DG, 2ª série, n.º 182 de 4 de agosto de 1964


2. ESTADO DA ARTE

O Convento de Santa Clara do Porto constitui um exemplo representativo da arquitetura portuguesa, cuja evolução espelha a complexidade das influências históricas e culturais que marcaram os diferentes períodos da sua existência. Fundado no século XIII, em pleno contexto medieval, o edifício foi alvo de múltiplas intervenções ao longo dos séculos, que integraram diversas correntes estilísticas. A sua transformação evidencia a transição do Gótico para o Renascimento e, posteriormente, para o Barroco, refletindo um contínuo processo de adaptação formal. Tal como assinala José de Figueiredo, apesar da sua origem medieval, o convento sofreu alterações sucessivas que acompanham a evolução dos tempos (Figueiredo, 2000, p. 132).

As primeiras reformulações significativas ocorreram no século XVI, marcadas pela introdução da linguagem renascentista. Como observa Vítor Serrão, esta fase caracteriza-se pela assimilação de influências italianas adaptadas às especificidades locais, resultando numa expressão estética singularmente portuguesa (Serrão, 2002, p. 150). No Convento de Santa Clara, esta assimilação manifesta-se na organização racional das fachadas e na depuração das formas, contrastando com a exuberância gótica precedente. Segundo Jorge de Alarcão, a influência clássica foi moldada segundo as exigências da vivência conventual, dando origem a uma arquitetura simultaneamente austera e imponente (Alarcão, 1995, p. 78).

Durante o século XVII, o edifício foi intervencionado segundo a estética barroca, que introduziu uma linguagem decorativa mais rica, embora sem alterar profundamente a sua estrutura primitiva. A conjugação entre o rigor geométrico herdado do Renascimento e a teatralidade barroca é visível na decoração interior e na monumentalidade dos retábulos e capelas acrescentadas. Como refere Jorge Silva, estas intervenções visaram conferir ao conjunto um maior dramatismo e solenidade, sem comprometer a coerência arquitetónica (Silva, 2007, p. 92).

No plano tipológico, o convento conserva traços fundamentais da arquitetura monástica, nomeadamente na disposição dos claustros e na organização dos espaços em função da vida religiosa. A configuração espacial revela uma clara intenção de promover o recolhimento e a contemplação, conforme sublinha Maria de Lurdes Craveiro, ao destacar a íntima relação entre o espaço conventual português e os ideais de espiritualidade (Craveiro, 2009, p. 112). A separação entre os espaços de clausura e as áreas de contacto com o exterior testemunha essa lógica funcional.

Em síntese, o Convento de Santa Clara do Porto é um caso paradigmático de adaptação estilística ao longo dos tempos, revelando a capacidade da arquitetura portuguesa de integrar correntes externas sem perder a sua identidade. Como conclui George Kubler, a evolução deste edifício ilustra a forma como Portugal soube criar uma linguagem própria através da assimilação criativa de influências diversas (Kubler, 2005, p. 19).

O estudo de Sousa e Resende (2021), intitulado Convento de Santa Clara do Porto: História e património, representa a principal referência e fonte fundamental para esta investigação.Publicado no âmbito da Coleção Património a Norte (n.º 10), este trabalho, desenvolvido sob a égide da Direção Regional de Cultura do Norte, sintetiza os contributos mais recentes sobre o Convento de Santa Clara, reunindo análises documentais, arquitectónicas e artísticas que permitem uma compreensão aprofundada da evolução histórica e material do imóvel.

3. Enquadramento

3.1. A Ordem de Santa Clara

A Ordem de Santa Clara nasce do impulso reformador de Clara de Assis, que, influenciada pelo ideal franciscano, renuncia à sua condição nobre para seguir uma vida de clausura, pobreza evangélica e contemplação. Consagrada em 1212, Clara inicia-se numa comunidade beneditina, mas rapidamente funda uma nova comunidade no eremitério de São Damião, restaurado por São Francisco. Embora aceite formalmente a Regra de São Bento, adere na prática ao estilo de vida proposto por Francisco, centrado na pobreza absoluta, clausura e dependência espiritual dos Frades Menores.

Em 1216, Clara obtém do Papa Inocêncio III o Privilegium Paupertatis, que consagra legalmente o ideal de pobreza radical. Perante a proliferação de comunidades semelhantes, o Cardeal Hugolino redige as chamadas Constituições Hugolinianas, que, apesar de manterem a vinculação jurídica à regra beneditina, codificam a vivência franciscana com rigor. Já como Papa Gregório IX, Hugolino introduz doações que contradizem esse ideal, levando Clara a conseguir nova reafirmação do privilegium em 1228.

A Regra de 1247, permitindo a posse de bens e atenuando a clausura, marca um afastamento dos princípios clarianos. Em resposta, Clara redige uma nova regra, aprovada em 1253, centrada na pobreza evangélica e na vida contemplativa. Após a sua morte e canonização, a bula Beata Clara uniformiza a designação da ordem como “Ordem de Santa Clara”.

3.2. A Vida Espiritual das Clarissas e a Organização do Espaço Conventual

As Irmãs Clarissas,desenvolvem uma vida religiosa profundamente enraizada no ideal franciscano, assente na pobreza evangélica, clausura e oração contínua. A espiritualidade clarissa expressa-se na simplicidade do quotidiano, na humildade e na comunhão fraterna. Até ao Concílio Vaticano II, sobreviviam exclusivamente da caridade e mendicância; posteriormente, passaram a recorrer ao trabalho manual e intelectual como forma de sustento.

As tarefas eram cuidadosamente distribuídas, permitindo o equilíbrio da vida conventual e a sua autossuficiência. A produção de bens como compotas ou artigos litúrgicos — conciliava espiritualidade e economia. As interações com o exterior, através do locutório ou da venda de produtos, eram controladas, por vezes gerando tensões com as autoridades eclesiásticas.

Internamente, a clausura nem sempre era estritamente observada: surgem registos de práticas como o uso de cosméticos ou a posse de animais de estimação. A formação era assegurada pela leitura de textos religiosos e, pontualmente, científicos. O espaço físico refletia esta vivência: a cozinha e o refeitório promoviam comunhão em silêncio; a sala do capítulo, a decisão comunitária; o claustro, a contemplação; e as celas individuais, instituídas após Trento, reforçavam o recolhimento. A assistência a pobres e peregrinos era feita com reserva, sem comprometer a clausura. Apesar das tensões entre ideais e realidade, os conventos femininos tornaram-se centros de espiritualidade, saber e relativa autonomia dentro da Igreja.

3.3. A cidade do Porto na Época Moderna

A cidade do Porto atravessou, durante a Idade Moderna, significativos momentos de instabilidade, como as Invasões Francesas (1809) e o Cerco do Porto (1833), no âmbito das Guerras Liberais. O Convento de Santa Clara foi afetado por estes acontecimentos: durante a invasão napoleónica, foi saqueado, sendo poupado após o pagamento de um tributo; durante o cerco, várias religiosas refugiaram-se junto das famílias, mantendo-se, no entanto, um núcleo ativo no convento, suficiente para assegurar o culto.

Segundo o Padre Francisco José Patrício, Santa Clara terá sido o único convento feminino do Porto a manter atividade religiosa contínua durante o conflito. Após a extinção das ordens religiosas em 1834, iniciou-se o processo de dissolução da comunidade, travado temporariamente pelo prestígio social das religiosas. As homenagens às abadessas dos anos 1820 revelam resistência ao novo regime liberal, mas a partir de 1834 o convento passa a ser símbolo de uma era em declínio. Situação idêntica verificou-se noutros conventos, como o de São Bento de Ave Maria, onde as abadessas mantiveram firmeza institucional perante a modernização urbana.

Apesar de menos referenciado do que São Francisco, Santa Clara suscitou o interesse de viajantes estrangeiros, como William Kingston, que o descreveu como o maior e mais rico convento da cidade. Em 1907, José Augusto Correia menciona-o já em ruína, com funções múltiplas —prisão, secretaria policial, instituição de apoio à infância — acolhendo ainda algumas recolhidas. Estes testemunhos revelam a transição do convento: de espaço espiritual e aristocrático a edifício adaptado às exigências da modernidade administrativa e social.

Fonte: Arquivo Online da Direção Regional da Cultura do Norte

3.4. Convento de Santa Clara do Porto

Localizado no centro histórico do Porto, o conjunto arquitetónico do antigo Convento de Santa Clara integra a igreja homónima, acessível a partir da Sé e do Largo Primeiro de Dezembro. A fachada principal é antecedida por um átrio delimitado por arco, sendo o edifício ladeado por estruturas conventuais e próximo de um troço remanescente da muralha fernandina, o que enriquece o seu enquadramento urbano e histórico.

A igreja, hoje afeta ao culto, foi originalmente concebida para a prática monástica feminina, tendo passado por sucessivas campanhas construtivas entre os séculos XV e XVIII. Está classificada como Monumento Nacional desde 16 de junho de 1910, e integra uma Zona Especial de Proteção e zona non aedificandi, conforme legislação publicada em 1964.

Trata-se de um edifício de propriedade pública, pertencente ao Estado. Entre os autores ligados à sua edificação e decoração destacam-se Miguel Francisco da Silva, responsável pela ampliação e desenho da talha, os entalhadores Manuel de Sousa Sampaio e Domingos Lopes, e Joaquim Rafael da Costa, autor da tela da capela-mor. Este conjunto monumental conserva um valor patrimonial e artístico de grande relevo, testemunhando séculos de história religiosa, artística e urbana.

4. Descrição

4.1. Objeto Arquitetónico

4.1.1 Planta e organização espacial

A igreja apresenta planta longitudinal, composta por nave única.Capela-mor e coro, dispostos em eixo com a nave. A portaria localiza-se a norte e a sacristia a sul da capela-mor. Os volumes, articulados entre si, são cobertos por telhados diferenciados: duas águas na igreja e sacristia, três águas na portaria. 4.1.2 Fachada principal (Norte)

4.1.2 Fachada principal (Norte)

A fachada principal,organiza-se em dois registos. O inferior exibe um portal inserido em alfiz com arco pleno, colunelos e pilastras ornamentadas, encimado por entablamento decorado, pináculos, elementos escultóricos e sete merlões chanfrados. Adjacentemente, veem-se a antiga porta (arco quebrado) e janelas verticais. O registo superior é composto por cinco janelões com vitrais. A fachada da capela-mor possui janelas verticais e uma porta, sobre as quais se inscrevem mais três janelas, incluindo um janelão semicircular.

Na portaria, o portal apresenta verga recta entre colunas salomónicas, arquitrave e nicho com imagem de Nossa Senhora da Conceição, encimado por frontão interrompido com as armas reais (datadas de 1697). O alçado sul é tripartido, contendo vãos verticais e janelões com diversas molduras, sendo alguns entaipados. Na sacristia e zona do coro, identificam-se janelas, óculos, postigos e uma porta com janela de sacada sobreposta. 4.1.3 Fachada Sul

4.1.3 Fachada Sul

A fachada sul do edifício apresenta-se organizada em três registos claramente definidos. No primeiro registo, abrem-se quatro vãos de verga curva chanfrada e um de verga recta, encontrando-se todos atualmente entaipados. O segundo registo é composto por seis janelões quadrangulares, com caixilharia em madeira e pequenos vidros, mantendo a lógica rítmica da composição. No terceiro registo, dispõem-se cinco janelões de verga curva, todos com vitrais, contribuindo para o equilíbrio formal da elevação.

Na zona correspondente à sacristia, destaca-se um janelão de verga recta e chanfrada, e, no registo superior, surgem três janelas e um óculo, evidenciando a verticalidade da composição. Ainda neste sector, existe um volume perpendicular adossado à fachada, atualmente desafetado da função religiosa original.

Na parte correspondente ao côro alto, observa-se uma porta encimada por uma janela de sacada totalmente gradeada. Num nível intermédio encontram-se três postigos, e, acima destes, dois janelões verticais de verga chanfrada, que encerram a organização vertical deste troço da fachada. 4.1.4 Interior da igreja

4.1.4 Interior da igreja

O interior da igreja apresenta-se inteiramente revestido a talha dourada, numa manifestação exuberante do barroco português. A separação entre a nave e o coro faz-se através de uma parede dividida em três registos, cada um com elementos arquitetónicos e decorativos distintos.

No primeiro registo, encontram-se duas portas de verga recta, dois vãos com rodas e, ao centro, a grade do comungatório, que ainda conserva as suas puas metálicas originais. O segundo registo exibe três vãos rectos e gradeados, enquanto o terceiro apresenta três vãos de verga curva, correspondentes ao côro alto, todos também fechados com grades.

A nave é marcada por oito vãos de volta perfeita, sete dos quais acolhem altares laterais distintos, cada um com o seu retábulo em talha dourada, profusamente decorado com mísulas, nichos, sanefas, figuras de anjos, pássaros, entre outros motivos iconográficos.

Contem ainda um coro-alto,com cadeiral em U e espaldar entalhado, enquadrando telas, possui teto de caixotões pintados, inserindo-se na lógica decorativa global.

A cobertura da nave é composta por um tecto em talha dourada, estruturado em forma de abóbada de arestas, conferindo monumentalidade ao espaço. O conjunto culmina num arco triunfal pleno, que separa a nave da capela-mor, ladeado por dois nichos com imagens e rematado por festões, grinaldas, anjos e sanefas ricamente talhados, numa composição decorativa de grande efeito cenográfico.

Fonte: Arquivo Online da Direção Regional da Cultura do Norte


4.1.5 Capela-mor

A fenestração da capela-mor é organizada de forma simétrica, distribuída em três registos distintos. No primeiro registo encontram-se duas portas, enquanto no segundo surgem duas janelas. O terceiro registo é marcado por um janelão semicircular que confere maior destaque à parte superior da parede. No interior, destacam-se duas grades: uma do tipo hispano-mourisco e outra envidraçada. O altar-mor é ornamentado por colunas salomónicas que enquadram as imagens de Santa Clara e São Francisco, sustentando uma sanefa curva sobre o trono central. O teto é elaborado em artesoado e alfarje, valorizando ainda mais o espaço sagrado.


4.1.6 Áreas conventuais

O Mosteiro de Santa Clara do Porto apresenta uma organização espacial característica dos conventos femininos medievais e barrocos, com áreas conventuais claramente definidas que respondem às funções litúrgicas, comunitárias e de clausura próprias da vida monástica. Estas áreas incluem a igreja, a sacristia, o coro, a sala capitular, os claustros, e os espaços de habitação das freiras, assim como dependências auxiliares como a cozinha, refeitório e enfermaria.

Os claustros são espaços fundamentais para a vida conventual, permitindo o contacto com a natureza e a circulação entre os diversos espaços do mosteiro, mantendo a clausura. Embora o Mosteiro de Santa Clara do Porto tenha sofrido modificações ao longo dos séculos, a estrutura dos claustros mantém a sua função original de ligação entre os espaços de convívio e contemplação.

De acordo com o estudo de Sousa e Resende (2021), o claustro era românico com colunas dispostas em pares, que sustentam arcos de volta perfeita, típicos da arquitetura medieval. Os capitéis das colunas são ricamente esculpidos com ornamentos detalhados, provavelmente de inspiração vegetal ou simbólica.A luz natural entra através de uma abertura circular na parede, iluminando parcialmente o espaço e criando um jogo de sombras que destaca o relevo dos elementos arquitetónicos.

Devido ao alto número de monjas no mosteiro de Santa Clara do Porto, existia locais de dormitorios e de visitação nos locais da tipologia global de conventos femininos.

4.2. Património Integrado

A igreja do Convento de Santa Clara do Porto constitui um dos mais notáveis exemplares do barroco português, destacando-se, sobretudo, pelo seu interior inteiramente revestido a talha dourada.

A talha desenvolve-se ao longo da nave e da capela-mor, cobrindo integralmente as superfícies com elementos esculpidos e dourados.

Enquanto património integrado, a talha não se entende como um simples elemento decorativo ou adição posterior, mas como parte essencial da estrutura simbólica e funcional da igreja. Ela reveste paredes, altares, púlpitos, tetos e arcos, organizando visualmente o espaço e orientando espiritualmente o olhar dos fiéis. A riqueza ornamental — que inclui sanefas, mísulas, colunas salomónicas, grinaldas, anjos e motivos vegetais — é articulada com os retábulos e as imagens devocionais, estabelecendo um ambiente visualmente imersivo que traduz a teologia tridentina e a espiritualidade franciscana. Como referem Sousa e Resende (2021), a talha dourada de Santa Clara constitui uma “narrativa visual do sagrado”, onde cada elemento contribui para a construção de uma atmosfera de transcendência e clausura

O reconhecimento da sua importância levou à sua classificação como parte integrante de um bem imóvel de interesse público, e, mais recentemente, à sua inclusão em projetos de valorização e restauro


5. FONTES E BIBLIOGRAFIA

5.1. Bibliografia

1. Costa, M. C. R. da. (2011). In oboedientia, sine proprio, et in castitate, sub

clausura: A Ordem de Santa Clara em Portugal (sécs. XIII–XIV) (Dissertação de

mestrado, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade de Lisboa).

Repositório da Universidade NOVA de Lisboa.

2. Sousa, A. C., & Resende, N. (2021). Convento de Santa Clara do Porto: História

e património (Coleção Património a Norte, n.º 10). Direção Regional de Cultura

do Norte – Ministério da Cultura.

3. Alarcão, J. de. (1995). Arquitectura e cultura no Portugal renascentista. Imprensa

Nacional-Casa da Moeda.

4. Craveiro, M. de L. (2009). Espiritualidade e espaço conventual: A arquitectura

monástica feminina em Portugal. Livros Horizonte.

5. Figueiredo, J. de. (2000). Património artístico e evolução arquitectónica em

Portugal. Edições Colibri.

6. Kubler, G. (2005). Portuguese plain architecture: Between Spices and Diamonds,

1521–1706. Fundação Calouste Gulbenkian. (Obra original publicada em 1972)

7. Serrão, V. (2002). A arte portuguesa: Do manuelino ao barroco. Editorial

Presença.

8. Silva, J. (2007). O barroco em Portugal: Forma e simbologia. Campo das Letras.


5.2. Registos Digitais

Hozana. (s.d.). As Clarissas – Santa Clara de Assis. Hozana. Disponível em https://hozana.org/pt/santos/santa-clara-de-assis/as-clarissas (acesso em 20 de abril de 2025).

Motta, P. A. S. (2019). O claustro e o mundo: Reconfiguração espacial e função simbólica dos conventos femininos em Minas Gerais (século XVIII). Clio, 37(2), 1–28. https://doi.org/10.22264/clio.issn2525-5649.2019.37.2.09 (acesso em 20 de abril de 2025).

Turismo de Portugal. (s.d.). Igreja de Santa Clara. VisitPortugal. Disponível em https://www.visitportugal.com/en/NR/exeres/ECDB9350-89AA-4005-906E-B961A130C57A (acesso em 20 de abril de 2025).

SIPA – Sistema de Informação para o Património Arquitectónico. (s.d.). Igreja e Antigo Convento de Santa Clara. Direção-Geral do Património Cultural. Disponível em http://www.monumentos.gov.pt/site/app_pagesuser/sipa.aspx?id=9341 (acesso em 20 de abril de 2025).

Santa Clara Porto. (s.d.). Sobre o Mosteiro de Santa Clara do Porto. Santa Clara Porto. Disponível em https://santaclaraporto.pt/sobre/ (acesso em 20 de abril de 2025).

Arquivo Digital Cascais. (s.d.). Mosteiro de Santa Clara – Imagem documental. Câmara Municipal de Cascais. Disponível em https://arquivodigital.cascais.pt/xarqweb/Result.aspx?id=105892&type=PCD (acesso em 20 de abril de 2025).

RTP. (s.d.). Santa Clara – Série Património Mundial. Rádio e Televisão de Portugal. Episódio 16. Disponível em https://www.rtp.pt/programa/tv/p40436/e16 (acesso em 20 de abril de 2025).