Saltar para o conteúdo

Os Conventos Franciscanos que o Tempo Apagou

Fonte: Porto Barroco
Revisão em 15h40min de 22 de maio de 2025 por Danielafernandes02 (discussão | contribs)


Introdução

Este artigo narra a história e estuda a arquitetura de três conventos femininos franciscanos que nos dias de hoje estão em ruínas ou já se encontram totalmente desaparecidos. Estes cenóbios estão inseridos no norte de Portugal, sendo estes o Convento de Santa Clara de Amarante, o Convento de Nossa Senhora dos Remédios de Braga e o Convento da Madre de Deus de Monchique, no Porto.

O estudo deste tema é fundamental para a compreensão da história das unidades monásticas portuguesas e torna-se um contributo para a preservação da memória das casas religiosas que não sobreviveram após a extinção das ordens monásticas em 1834, ou às Invasões Napoleónicas e à Guerra Civil.

Convento de Santa Clara de Amarante

Identificação

Designação Convento de Santa Clara de Amarante
Localização Largo de Santa Clara, Amarante
Cronologia Séc. XII (fundação), Sécs. XVI/XVII/XVIII (restauro e criação de novos espaços)
Autor(es)
Classificação Em ruínas

Estado da Arte

A pesquisa realizada sobre o Convento de Santa Clara de Amarante foi essencialmente baseada na dissertação de mestrado em História de Daniel Ribeiro, intitulada de “Mosteiro de Santa Clara de Amarante: História, Património e Musealização” e no artigo do mesmo autor com o título de “Os Espaços Monásticos de Santa Clara de Amarante na Época Moderna”, ambos trabalhos bastante completos e fundamentais para a criação deste breve trabalho.

A tese de mestrado foi útil para uma compreensão mais geral e total do contexto socioeconómico e histórico deste cenóbio ao longo dos séculos, desde a sua criação à sua destruição e estado atual. Já o artigo apresentou-se fundamental para a descrição detalhada dos espaços monásticos na época moderna, sendo assim possível criar uma imagem mental da dimensão do Convento de Santa Clara de Amarante. Também foi aqui mencionado o destino das variadas dependências deste local religioso.

E, por último, ainda é importante referir os websites do SIPA, importante para o entendimento da cronologia do convento, do Amarante Tourism, embora mais generalizado importante para uma primeira abordagem do trabalho e, ainda o blog Amarante Magazine, com um artigo publicado por Daniel Ribeiro, intitulado de O Mosteiro de Santa Clara de Amarante, bastante mais completo a nível de informação que o anteriormente referido, sendo fundamental para um entendimento mais abrangente do convento.

Enquadramento

O convento de Santa Clara de Amarante, situado relativamente próximo do centro histórico da cidade e do Mosteiro de São Gonçalo de Amarante, teve a sua origem, segundo a tradição, ainda no século XII, onde foi fundado por Dona Mafalda, infanta de Portugal. No seu início era apenas um pequeno grupo de mantelatas [1] sendo depois convertido para a Ordem de Santa Clara. Devido às várias transformações e destruições sucessivas ao longo dos séculos, hoje passa totalmente despercebido, mesmo com a sua aparição no traçado urbano, causando o desconhecimento deste monumento aos visitantes desta cidade.


[1] As mantelatas tiverem a sua origem na idade média, tendo sido a primeira santa desta ordem a Santa Juliana Falconieri, descendente de uma família importante de Florença. Ficaram reconhecidas por este nome devido ao hábito que utilizavam, um manto sobre a cabeça.


Descrição

A arquitetura do Convento de Santa Clara de Amarante é definida pelo reflexo da evolução estilística que se foi desenvolvendo ao longo dos séculos. A estrutura inicial deste cenóbio contava com um traço gótico, apresentando-se na atualidade bastante transformado com a predominância de elementos maneiristas e barrocos, resultado de intervenções posteriores. A fachada sul da igreja (virada para o atual Largo de Santa Clara), era caracterizada pela sua simplicidade sendo composta pelo portal de entrada, como em todos os conventos femininos estava presente na lateral do edifício, emoldurado por duas colunas torsas e encimado por um nicho, e três janelões retangulares. No seu perímetro estava presente uma cornija.

No seu interior, a capela-mor era antecedida por um arco cruzeiro que continha o escudo de armas de D. Tomé de Sousa, símbolo desta família que hipotecou a Quinta de Ponte de Veiga, em Unhão (Felgueiras), para a construção da zona mais sagrada da igreja. Neste mesmo local, estava presente um retábulo em talha dourada, com sacrário e tribuna. Estariam presentes as imagens de Santa Clara, Nossa Senhora da Conceição e do Menino Jesus. Também é fundamental realçar a decoração do teto deste edifício, sendo esto abobadado com rompentes (leão figurado, no escudo, de perfil e aprumado), espigão ao centro e florões nos painéis tudo em pedra escodada e fina (RIBEIRO, 2013, 8).

Esta dependência representa tanta importância nesta breve análise e contextualização do Convento de Santa Clara de Amarante pois é uma das únicas partes que ainda subsiste in loco até aos dias de hoje, nomeadamente os restos renascentistas da capela lateral a Norte, uma pequena memória deste espaço monástico.

Extinção e desaparecimento

O Convento de Santa Clara de Amarante sofreu um incêndio ateado pelos franceses, no momento das invasões que realizavam ao país, no dia 18 de abril de 1809, sobrevivendo apenas a igreja do espaço monástico. A extinção das ordens monásticas em 1834 também contribuiu para o desaparecimento parcial deste cenóbio.

Imagens e iconografia do objeto

Convento de Nossa Senhora dos Remédios de Braga

Identificação

Designação Convento de Nossa Senhora dos Remédios, Piedade e Madre de Deus
Localização Braga
Cronologia Século XVI
Autor Desconhecido
Classificação Religiosa. Arquitetura conventual feminina

Estado da arte

No âmbito do estudo sobre o antigo Convento de Nossa Senhora dos Remédios, o artigo O legado do extinto Convento de Nossa Senhora da Piedade e dos Remédios, da autoria de Rui Ferreira e publicado em 2014, revelou-se uma referência fundamental e constitui um contributo significativo para o conhecimento do Convento dos Remédios, abordando diversos aspetos, desde a sua fundação até à extinção, incluindo ainda uma ficha de inventário do seu património móvel.

A obra Em lembrança da extinta Igreja dos Remédios de Braga, publicada por Martins Capella, um irmão da Confraria do Santíssimo Sacramento, em 1913, representa um dos primeiros esforços sistemáticos de preservação da memória deste edifício religioso desaparecido do contexto bracarense. Escrita num tom evocativo e memorialista, reflete o interesse histórico do autor, mas também a sensibilidade de uma época preocupada com a perda do património religioso e urbano, ao reunir descrições, documentos e testemunhos visuais.

O artigo A adoção do barroco nas igrejas conventuais femininas de Braga no pontificado de D. Rodrigo de Moura Teles: diálogos artísticos, de Manuel Joaquim Moreira da Rocha, publicado em 2001, constitui um estudo essencial para compreender a evolução artística e arquitetónica de três instituições religiosas femininas de Braga – Remédios, Salvador e Conceição – no início século XVIII. Ao se centrar no papel reformador e encomendador de D. Rodrigo de Moura Teles, o autor analisa os mecanismos de difusão do barroco no contexto conventual feminino, articulando a arquitetura com os programas decorativos e o património integrado. Esta abordagem permite compreender não só as opções estéticas da época, mas também os discursos simbólicos e funcionais subjacentes à configuração dos espaços sagrados femininos.

Enquadramento

O Convento de Nossa Senhora dos Remédios foi o primeiro convento feminino erigido na cidade de Braga, destinado a uma nova comunidade religiosa que seguia a regra de S. Francisco de Assis. Mais tarde, o convento seria incorporado na Ordem Terceira da Penitência de São Francisco, e as suas religiosas teriam de fazer votos de obediência, castidade, pobreza e de clausura.[1] De acordo com uma visita do arcebispo D. José de Bragança, concretizada em 1743, o convento contava com 101 religiosas, o que lhe tornava no recolhimento mais populoso de Braga.[2]

Este instituto religioso foi erguido nas imediações da cidade, embora extramuros, no espaço de um dos palácios em que residia o bispo fundador e em outros terrenos por ele adquiridos, os quais proporcionaram a área necessária para a construção da igreja e das restantes oficinas conventuais. Localizava-se no antigo rossio de São Marcos, junto à porta de São João e ocupava quase todo o recinto demarcado pelas ruas de São Marcos, a norte, das Águas, atual Avenida da Liberdade, a este, do Campo dos Remédios, atual largo Carlos Amarante, a oeste, e pela cangosta da rua das Águas, a sul, uma via inexistente no atual cenário urbano. A sua vasta frontaria preenchia todo o lado oriental do Campo dos Remédios, desde a rua de São Marcos, até à atual de São Lázaro.[3]


[1] RIBEIRO, Vítor Manuel Pereira, 2015. A Contabilidade no Convento de Nossa Senhora dos Remédios em Braga nos Séculos XVIII e XIX, 59

[2] FERREIRA, Rui, 2014. O legado do extinto Convento de Nossa Senhora da Piedade e dos Remédios, 94

[3] FERREIRA, op. cit, 95-96

Descrição

A entrada principal nas igrejas conventuais femininas é sempre feita por uma porta lateral, uma vez que o espaço oposto à capela-mor é ocupado pelo coro, onde as religiosas assistem ao ofício litúrgico sem quebrarem a sua clausura, permanecendo ocultas aos fiéis que assistem à celebração na nave.

O portal da fachada lateral da igreja dos Remédios possuía uma estrutura complexa, disposto em três andares.[4] A porta, retangular e bem proporcionada, era flanqueada por um par de colunas torsas com capitéis compósitos. Nos intercolúnios encontravam-se imagens em granito de religiosas terciárias, coroadas e assentes em mísulas: à direita de quem entra, a de Santa Isabel, rainha de Hungria e matriarca da Ordem, com o livro da regra na mão; à esquerda, a de Santa Isabel, rainha de Portugal, com o olhar voltado para o regaço onde, segundo a lenda, as esmolas se transformaram em rosas.[5] O segundo registo mantém o estilo do corpo anterior, com quatro colunas torsas a ladear janelas e um nicho central em arco, onde se encontrava uma imagem da Piedade em calcário, flanqueada por duas outras imagens de granito: à direita, a de São João Evangelista; à esquerda, a de São João Batista. O último andar dispunha unicamente de um par de colunas torsas que delimitavam um nicho enquadrado por aletas, no qual se encontrava uma imagem em granito de São Francisco de Assis. O remate do conjunto do portal ultrapassava a cornija do edifício, e era composto pela pedra de armas de São Francisco de Assis, ornamentada com motivos vegetalistas, volutas e uma concha, e ladeada por anjos de feição barroquizante, do tipo putti, que seguravam uma grinalda de flores.[6]

O interior da igreja dos Remédios seguia uma estrutura volumétrica e planimétrica semelhante à das restantes igrejas conventuais femininas. Estes templos estruturam-se em torno de um eixo central que conecta os coros, a nave, a capela-mor e a sacristia, evidenciando uma espacialidade longitudinal. A planta resulta da justaposição de vários retângulos, dos quais o que define o corpo da igreja constitui o paralelepípedo de maior volume.[7] A igreja dos Remédios, de nave única, estendia-se de norte a sul, com a sua fachada e entrada principal voltada a oeste.[8]


[4] ROCHA, Manuel Joaquim Moreira da, 2001. A adoção do barroco nas igrejas conventuais femininas de Braga no pontificado de D. Rodrigo de Moura Teles: diálogos artísticos, 53-54

[5] CAPELLA, Martins, 1913. Em lembrança da extinta Igreja dos Remédios de Braga, 55-56

[6] ROCHA, A adoção do barroco nas igrejas conventuais femininas de Braga no pontificado de D. Rodrigo de Moura Teles: diálogos artísticos, 54 e FERREIRA, Rui, 2014. O legado do extinto Convento de Nossa Senhora da Piedade e dos Remédios, 115-117

[7] ROCHA, Manuel Joaquim Moreira da, 2001. A adoção do barroco nas igrejas conventuais femininas de Braga no pontificado de D. Rodrigo de Moura Teles: diálogos artísticos, 52-53

[8] Ibidem, 55

Património Integrado

A capela-mor dispunha de um retábulo-mor e tribuna em madeira dourada, de arquitetura antiga, com a imagem de Nossa Senhora da Piedade ladeada pelas de Nossa Senhora da Graça e de São Francisco. As suas paredes laterais eram forradas por quatro painéis da autoria de Carlos Antonio Leoni[9] que representavam os passos da vida de Nossa Senhora.

Junto ao muro do arco cruzeiro existiam ainda dois retábulos colaterais: num venerava-se a imagem do Seráfico Patriarca, São Francisco de Assis, e no outro, a de São João Evangelista.[10]

As paredes laterais da nave estavam revestidas, até meia altura, com azulejos que representavam alguns episódios da vida de São Francisco de Assis. Até à cornija do templo, encontravam-se quadros que ilustravam os principais atos de santidade do Santo enquanto Penitente, dispostos entre as janelas, decoradas com madeira recortada e dourada.[11]

Parte do espólio da Igreja e do Convento dos Remédios encontra-se disperso em alguns locais da cidade de Braga, assegurando a sua preservação física e herança artística. Esta dispersão contribui para a manutenção da memória do convento, ainda que de forma descentralizada, uma vez que a população pode ter contacto com fragmentos do passado, mesmo fora do seu enquadramento original.

O legado do Convento dos Remédios disperso pela cidade de Braga[12]
Designação Proveniência Autoria Época Local atual
Esculturas graníticas da Rainha Santa Isabel da Hungria, da Rainha Santa Isabel de Portugal, de São João Evangelista e de São Francisco de Assis Fachada nobre da Igreja dos Remédios Desconhecida 1724-25 Parque da Ponte, junto ao cruzeiro de de D. Frei Bartolomeu dos Mártires
Conjunto arquitetónico de São João Batista Fachada nobre da Igreja dos Remédios Desconhecida 1724-25 Fachada posterior da capela de São João da Ponte
Retábulo mor, tribuna e sanefas Capela-mor da Igreja dos Remédios Marceliano de Araújo, com Francisco Machado de Landim, Bento Ferreira e Manuel Silva 1726-27 Capela de Santa Marta da Falperra
Conjunto de quatro painéis dos Passos de Nossas Senhora Capela-mor da Igreja dos Remédios Carlos Antonio Leoni 1733-41 Arquivo Distrital de Braga

[9] «Pintor florentino que exerceu a sua actividade em Lisboa, no século XVIII, no reinado de D. José I, e já porventura no de D. João V. Parece ter-se dedicado especialmente ao retrato, como o provam diversas composições suas n'este género.» (VITERBO, 1903, 99)

[10] ROCHA, Manuel Joaquim Moreira da, 2001. A adoção do barroco nas igrejas conventuais femininas de Braga no pontificado de D. Rodrigo de Moura Teles: diálogos artísticos, 61-62

[11] Ibidem, 67

[12] Esta tabela foi elaborada tendo em base a obra de FERREIRA, RUI, 2014. O legado do extinto Convento de Nossa Senhora da Piedade e dos Remédios, 110-120

Extinção e desaparecimento

A 30 de maio de 1834, foi aprovado pelo ministro da Justiça, Joaquim António de Aguiar, um decreto que determinou a extinção de todas as casas das ordens religiosas regulares e a incorporação dos seus bens na Fazenda Nacional. As comunidades masculinas foram imediatamente abolidas, enquanto as ordens femininas seriam extintas com o óbito da última freira professa. Em 1890, ainda sobreviviam duas freiras no convento dos Remédios. A extinção do convento dos Remédios deu-se a 7 de maio de 1898, com o óbito da Madre Narcisa Emília Leite.[13]

Ainda antes do falecimento da última freira, em 1896, o Estado cedeu o convento à Câmara Municipal de Braga para a instalação de um asilo de expostos e cegos, embora tal obra assistencial nunca tenha chegado a concretizar-se no local.[14] Anos mais tarde, no ano administrativo de 1907-1908, a Câmara Municipal delineava um plano de diversos melhoramentos para a cidade, que incluía a abertura de uma avenida de nome Concelheiro João Franco, o que exigia o alargamento da antiga rua das Águas e da rua da Ponte. Para executar o projeto era necessário que os terrenos do Convento dos Remédios fossem cedidos à Câmara. A 7 de setembro de 1907, o governo promulgou um decreto com força de lei, concedendo à Câmara os edifícios, a cerca e as dependências do dito convento para a ampliação e alinhamento da Rua do Concelheiro João Franco.[15]

A Câmara planeava igualmente abrir uma rua transversal pela cerca do convento, desde a avenida João Franco até ao Largo Carlos Amarante. Para que esta artéria ficasse alinhada com a fachada da igreja de São Marcos, seria necessário cortar a igreja dos Remédios ao meio, o que comprometia gravemente a integridade desta estrutura arquitetónica.[16] A demolição deste complexo monástico exemplifica como, no início do século XX, as decisões urbanísticas privilegiaram o desenvolvimento urbano e a modernização da cidade em detrimento da conservação do património histórico. A 3 de abril de 1911, celebrou-se a última missa e, pouco tempo depois, consumou-se o processo de demolição.[17]

A sua destruição permitiu a construção de novos edifícios, como o Teatro Circo, cuja edificação teve início em 1911 e terminou em 1915, no gaveto da Rua Gonçalo Sampaio com a Avenida da Liberdade, e o Shopping Santa Cruz, situado na esquina entre a mesma rua e o Largo Carlos Amarante. Voltados para o largo encontram-se ainda o edifício da Junta de Freguesia de S. José de S. Lázaro e S. João do Souto, bem como diversos estabelecimentos comerciais.


[13] FERREIRA, Rui, 2014. O legado do extinto Convento de Nossa Senhora da Piedade e dos Remédios, 96 e 107

[14] OLIVEIRA, Eduardo Pires de, 1999. Arte religiosa e artistas em Braga e sua região (1870-1920), 103

[15] CASTRO, Maria de Fátima, 2005. O princípio e o fim do Convento dos Remédios, 135-137

[16] FERREIRA, RUI, 2014. O legado do extinto Convento de Nossa Senhora da Piedade e dos Remédios, 107. Esta artéria seria a atual Rua Dr. Gonçalo Sampaio.

[17] Ibidem, 108

Imagens e iconografia do objeto

Convento da Madre de Deus de Monchique

Identificação

Designação template
Localização Localizaçao
Cronologia
Autor(es)
Classificação

Estado da arte

Enquadramento

Descrição

Extinção e desaparecimento

Imagens e iconografia do objeto

Fontes e Bibliografia

RIBEIRO, Daniel José Soares, 2011. Mosteiro de Santa Clara de Amarante. História, Património e Musealização

RIBEIRO, Daniel José Soares, 2013. Os Espaços Monásticos de Santa Clara de Amarante na Época Moderna

CAPELA, José Viriato, MATOS, Henrique, BORRALHEIRO, Rogério, 2009. As freguesias do Distrito do Porto, nas Memórias Paroquiais de 1758

ESPERANÇA, Frei Manuel da, 1666. História Seráfica dos frades menores de S. Francisco na província de Portugal.

ROCHA, Manuel Joaquim Moreira da, e MONTERO, Juan Manuel Monterroso, coord., 2023, História da Arquitetura. Perspetivas Temáticas (II). Mosteiros e Conventos: Formas de (e para) Habitar. Porto: CITCEM.

Webgrafia

https://amarantetourism.com/poi/convento-de-santa-clara/ visitado em 16 de abril de 2025

https://amarantemagazine.sapo.pt/sociedade/o-mosteiro-de-santa-clara-de-amarante/ visitado em 16 de abril de 2025

http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4822 visitado em 16 de abril de 2025

https://dicionario.priberam.org/cen%C3%B3bio visitado em 16 de abril de 2025

https://imovel.patrimoniocultural.gov.pt/detalhes.php?code=74102 visitado em 17 de abril de 2025

https://archive.org/details/historia_serafica_dos_frades_menores-tomo5/historia_serafica_dos_frades_menores-tomo1/ visitado em 17 de abril de 2025

https://pt.wikipedia.org/wiki/Extin%C3%A7%C3%A3o_das_ordens_religiosas#A_extin%C3%A7%C3%A3o_das_Ordens_Religiosas consultado em 02 de maio de 2025

https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa/rompente visitado em 29 de abril de 2025

https://ensina.rtp.pt/explicador/invasoes-francesas-e-ideias-liberais-em-portugal-h63/ visitado em 30 de abril de 2025