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Igreja do Convento de Santa Clara (Porto)

Fonte: Porto Barroco
Revisão em 16h04min de 24 de maio de 2024 por Maria Fonseca (discussão | contribs) (Adicionei informação)

TRABALHO DE PESQUISA


1. IDENTIFICAÇÃO

Designação Igreja do Convento de Santa Clara (Porto)
LocalizaçãoContactoHorárioComo chegar: Largo 1º de Dezembro, nº 155 4000-404 Porto

220909000 | visitas@santaclara.pt

Aberta todos os dias: 09:00-13:00; 14:00-18:00

(Sujeito a alterações devido a cerimónias religiosas)

Autocarros: STCP: 207, 303,400,900,901,904,905,906, 10M, 11M

Metro do Porto_Linha D_Paragem S. Bento ou Aliados

Outros: CitySightseeing Portugal: https://city-sightseeing.com

Google maps_ https://maps.app.goo.gl/BeYP7QsEsHPKD437

Cronologia
Autor(es)
Classificação


2. ESTADO DA ARTE

Estado da Arte do objeto selecionado, através da análise critica das notas biográficas que revelem a importância do objeto no contexto da Arquitetura Barroca dos séculos XVII e XVIII.

3. ENQUADRAMENTO

Situar o Objeto no contexto físico patrimonial de proximidade

4. DESCRIÇÃO

Nota sumária de apresentação fundamentada em bibliografia: monografias sobre o objeto; autores de referência; trabalhos académicos (dissertações de mestrado e teses de doutoramento a consultar nas bibliotecas da FLUP, da FAUP e da FEUP); Memórias Paroquiais do Distrito do Porto (publicadas por Viriato Capela); bibliografia local (ver repositório do Núcleo Porto, da Biblioteca da FLUP; ver biblioteca da FAUP; consultar guias Turísticos); periódicos locais (ver O TRIPEIRO, Arquivo Histórico da Câmara Municipal do Porto – indexado); bases de dados online (consultar SIPA). Paralelamente à pesquisa, deve selecionar imagens antigas, plantas e alçados do objeto.

4.1 Portal

Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Igreja de Santa Clara (Porto), portal Barroco.
Igreja de Santa Clara (Porto), portal Barroco.


4.1.1 Capela-mor

Xxxxxxx

4.1.2 Coro Alto

Xxxxxx Em dois parágrafos, caracterize o interior, os programas integrados na Arquitetura (tetos, retábulos, escultura, pintura, azulejaria, etc.).

Sobre a retabulistica é obrigatório a consulta da base de dados em formato de papel, elaborada por Domingos de Pinho Brandão: Obra de Talha, Ensamblagem e pintura, na cidade e na diocese do Porto (Vols. 1 a 4 – 1500-1775), disponível na biblioteca da FLUP.


Que objeto destaca? Justifique o motivo de destacar este objeto / conjunto e apresente-o sumariamente.


5. IMAGENS E ICONOGRAFIA DO OBJETO

Mapas, plantas, alçados, fotografias recentes / antigas, estampas, etc., com legenda individual que identifique o autor ou da fonte da imagem.


6. FONTES E BIBLIOGRAFIA


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Igreja do Convento de Santa Clara-Porto
Largo 1º de Dezembro, nº 155 4000-404 Porto

Telefone:220909000 | visitas@santaclara.pt

Horário: Aberta todos os dias: 09:00-13:00; 14:00-18:00

              (Sujeito a alterações devido a cerimónias religiosas)

Como chegar:Autocarros STCP:207,303,400,900,901,904,905,906,10M,11M

Como chegar: Metro do Porto-Linha D - Paragem São Bento ou Aliados

Outros: CitySightseeing Portugal:https://city-sightseeing.com

Outros:Yellow Bus Tours Porto-yellowbustours.com

Como chegar: Google maps https://maps.app.goo.gl/BeYP7QsEsHPKD43e7

1416- Bênção da primeira pedra pelo bispo D. Fernando da Guerra

1427- As Clarissas instalam-se no Mosteiro

1457- Inauguração

Séc. XVI-XVII- modificações no edifício

1667- As monjas trataram da construção do mirante

1683-Incendio

1697- Porta-Regral—Portaria

1707-1715- obras diversas- dormitórios, portaria e coros

1729- Ampliação da capela-mor- aumento da altura dos muros e do arco

          Triunfal-arquitecto António Pereira

1730/32- Contrato com mestre-arquitecto Miguel Francisco da Silva-      

            Capela-mor , arco cruzeiro  e seu revestimento a talha dourada.

1732- Obras na nave- abertura de vãos de iluminação.

1821- Execução da tela da capela-mor

1834- Extinção das ordens religiosas

1901- Morte da última freira

2017- Assinatura do protocolo de mecenato para intervenção e restauro da    

         igreja, entre a DRCN e a Fundação Millennium BCP e a Irmandade dos

          Clérigos.

2019- Encerramento da igreja para início de obras de conservação e restauro

2021- Reabertura da igreja após obras de intervenção de conservação e restauro


António da Costa (pedreiro)

António José Pereira (pintor)

António Pereira (mestre-arquitecto)

António da Silva (mestre-pedreiro)

Damião da Fonseca (mestre carpinteiro)

Afonso Martins (mestre carpinteiro)

Domingos Lopes (entalhador)

José da Costa (mestre carpinteiro)

José dos Santos (carpinteiro)

Joaquim Rafael da Costa (tela da capela-mor)

Manuel André (carpinteiro)

Manuel Fernandes (carpinteiro)

Manuel Gomes (pedreiro)

Manuel Rebelo (pedreiro)

Manuel da Rocha (mestre carpinteiro)

Manuel de Sousa (carpinteiro)

Manuel de Sousa Sampaio (entalhador)

Miguel Alvarez (carpinteiro)

Miguel Francisco da Silva mestre-arquitecto (projecto e risco da talha)

Sebastião Fernandes (mestre-pedreiro)

Serafim Carneiro (douramento da talha e pintura)

Pantaleão da Fonseca (mestre carpinteiro)

Pantaleão das Neves (pedreiro)

Pedro da Silva Lisboa (pintor e dourador)


Função religiosa: igreja-mosteiro feminino

Monumento Nacional— ano  1910

Localidade- Sé

DGPC—70198

SIPA—9341

País—Portugal

Coordenadas—41º8´33” N 8º36´33” O

O edifício encontra-se em bom estado.

O património integrado da igreja do Convento de Santa Clara foi alvo de intervenção profunda de todo o espólio artístico, englobando a talha dourada, a escultura, a pintura de cavalete, a pintura mural, a pedra, o azulejo e metais. Todo o interior da igreja se encontra em muito bom estado de conservação.

Contributo de historiadores para o estudo da igreja do Convento de Santa Clara:

Barreira, Hugo — Convento de Santa Clara do Porto; História e Património. Porto: Direcção Regional de Cultura do Norte, 2021 (Colecção Património a Norte, nº 11)


Ferreira Alves, Natália Marinho—Nótula para o estudo da actividade do arquitecto António Pereira na cidade do Porto, Revista da Faculdade de Letras, IIª série, vol. IX. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto, pág.389-397


Ferreira Alves, Natália Marinho; A Apoteose do Barroco nas Igrejas dos Conventos Femininos Portugueses; pp.3-4; 12-20


Ferreira Alves, Natália Marinho; Subsídio para o estudo artístico do Convento de Santa Clara do Porto nos princípios do século XVIII; Revista da Faculdade de Letras: História-Série II, vol. 02, 1985, pág. 273-296


Ferreira Alves, Natália Marinho; O douramento e a policromia no Norte de Portugal à luz da documentação dos séculos XVII e XVIII; Revista da Faculdade de Letras, Ciências e Técnicas do Património, Porto, 2004, I Série vol. III, pp. 85-93


Sousa, Ana Cristina; Resende, Nuno-Convento de Santa Clara do Porto; História e Património. Porto: Direcção Regional de Cultura do Norte, 2021 (Colecção Património a Norte, nº 10)


Smith, Robert C.; A Itinerância das Imagens, “A Talha em Portugal” (1963-1991)


Smith, Robert C. —Duas grandes obras de arte perdidas do Porto Seiscentista, in “O Tripeiro”, Ano VIII, nº 11, Porto, 1968, pp.321-328

A igreja do Convento de Santa Clara ergue-se no centro histórico do Porto, ladeada por edificações do antigo convento de Santa Clara. A nascente ergue-se um troço da Muralha Fernandina.


Monumentos a considerar nas proximidades:

Sé do Porto

Igreja e Convento de São Lourenço (Grilos)

Igreja de Santo António dos Congregados

Igreja e Torre dos Clérigos

Igrejas e Museu de São Francisco do Porto


Igreja de Santa Clara-Porto

Dentro do burgo fortificado do Porto, Campo de Carvalhos do Monte, foi o sítio escolhido para o novo mosteiro das monjas clarissas do Mosteiro do Torrão.

O mosteiro fundado por Dona Chamoa Gomes, em 1254, no lugar do Torrão, Entre-os- -Rios, lugar isolado com graves problemas que perturbavam a existência monástica. D. João I cumpriu a vontade das clarissas e da rainha D. Filipa de Lencastre ao fazer erguer o novo local do mosteiro das monjas, no burgo do Porto.

Instalaram-se as clarissas no seu novo mosteiro em Outubro de 1427, porém, a igreja monástica só foi concluída cerca de trinta anos depois.

A igreja de Santa Clara é de pequena dimensão, mas de exuberante e rara beleza. Conserva a sua estructura arquitectónica gótica, contudo, as obras realizadas nos séculos XVII e XVIII deram-lhe cariz barroco.

A frontaria, no entanto, mantém um portal renascentista de arco pleno com colunelos, enquadrado por pilastras decoradas, lavrado com imenso requinte. No século XVIII um frontal superior com ornatos foi acrescentado, com imagens de S. Francisco e de Santa Clara inseridas em nichos. A barroca Porta Regral, actual portaria, é obra do século XVII.

Perpendicular à fachada da Igreja, porta flanqueada por duas colunas torsas colocadas sobre pedestal, enquadram uma avançada cornija encimada por nicho que contém a imagem de Nossa Senhora da Conceição, sobrepujada por frontão de arco interrompido pelo brasão armas reais com a data de 1697.

Padroeira e Rainha de Portugal, Nossa Senhora da Conceição, domina a entrada da igreja de Santa Clara.

Igreja de nave única e altares laterais—o interior da igreja, obra-prima do barroco joanino, é totalmente revestido a talha dourada.

À entrada da igreja, uma pia baptismal de simples decoração vegetalista lavrada em formas geométricas triangulares, molduras salientes, pedestal e base simples, é símbolo de memória.

Sentimo-nos envolvidos pela atmosfera dourada que surpreende e desperta os sentidos.

Nave, capela-mor, tectos, paredes, tudo é esplendoroso de douramentos, do trabalho minucioso da talha, esculpido com refinamento, delicadeza e indiscutível valor plástico.

Tudo se torna majestoso…. Teatralidade   e dramaturgia…

O espaço actua sobre nós, linguagem proposta como montagem cénica—fazer ver o invisível com visíveis “encenações”.

A grandeza espacial dominada pela acentuada capa estrutural onde as formas esculpidas na talha invadem o espaço e o dominam.

A arquitectura de madeira impõe-se pelo movimento, cenografia, grandiosidade.

O triunfo da talha numa harmoniosa expressão plástica, onde as linhas sinuosas correm velozes, formando volumes ousados, estabelecendo um ritmo que se impõe a toda a obra num conceito de beleza de execução. Tudo é executado com elegância.

O espírito do lugar manifesto na riqueza dos adornos, das formas e dos dourados das sanefas delicadamente trabalhadas que envolvem com exuberância totalmente o espaço.  Uma representação perfeita através da cor—o equilíbrio entre o ouro e o azul predominante, que atinge o limiar da perfeição, a luz propaga-se no espaço, envolve as formas, as faz mover e circundar.

Toda a majestade espacial traduz a ideia de obra divina, vibrante de cor, luz e movimento cenográfico, onde os elementos escultóricos transmitem mensagem de grande força espiritual.

O espaço interior, nave única, coberto por tecto painelado dinâmico, pintado e ricamente emoldurado em talha dourada por frisos, grinaldas, rosetões, arabescos. Destacam-se no programa decorativo os retábulos de talha dourada no barroco joanino do Porto, na capela-mor e nos delicados altares laterais.

Observa-se o equilíbrio do espaço arquitectónico, perfeito, sob ponto de vista espacial e formal.

No século XVIII, a talha no Norte do País, essencialmente no Porto, cidade do Barroco por excelência, assumiu um papel sem paralelos, secundarizando por vezes, a azulejaria. Exemplo do conceito de obra total é o majestoso retábulo da capela-mor da igreja do Convento de Santa Clara, assim com todo o seu interior é digno de referência. A talha expande-se e preenche todas as superfícies da igreja, transformando um templo gótico numa nova linguagem de exibição barroca.

Capela-mor

Majestosa estructura arquitectónica “habitada” por anjos voadores tocheiros e por uma envolvente gramática ornamental repleta de vigor e dinamismo.

Capela-mor em três registos, totalmente revestida a talha dourada. No primeiro registo podemos observar como fenestração, uma porta de cada lado, no segundo janelas termais.

As nervuras góticas e os panos das abóbadas da igreja de Santa Clara são totalmente revestidos a talha dourada, evidenciando campos relevados.

O altar-mor eleva-se em vários planos—escultura e pintura para uma leitura total do campo artístico. A parede do altar, côncava, voltada a oriente, é revestida pela estructura do Retábulo-mor.

O frontão do retábulo é de configuração curva e de secção convexa, interrompido, para ostentar o imponente baldaquino flanqueado por dois anjos e ornamentado por grinaldas e puttis.

Por baixo do baldaquino, enquadrado por frontão interrompido, abre-se a grande edícula do altar-mor, onde figuras de anjos sustentam o drapeado do baldaquino.

No entablamento, nas laterais da edícula e de configuração oblíqua, observamos uma leitura que conjuga um diálogo total entre escultura e arquitectura. Aqui é notório o conhecimento dos Tratados de Andrea Pozzo.  

Verticalmente todo o conjunto escultórico é estruturado por  duas colunas salomónicas de cada lado, com enrolamentos vegetalistas e capitéis coríntios, assentes em bases ornamentadas por consolas sustentadas por anjos-atlantes.

O trono, de perfil convexo, é preenchido a talha dourada. Um grande esplendor oval de raios radiantes emoldura o topo do trono.

Conforme época litúrgica, uma tela pintada por Joaquim Rafael da Costa-1783-1864, que representa Santa Clara a exibir o Santíssimo Sacramento aos soldados de Frederico VI, da Alemanha, desenrola-se no camarim do retábulo-mor e sacrário.

Tudo é pouco para alcançar o Divino.

Elementos estruturais que envolvem os retábulos em talha dourada da nave, pintados na técnica depedra fingida”, marmoreados ou brecha da Arrábida e cujos altares são ricamente ornamentados com anjos atlantes, anjos tocheiros, baldaquinos, sanefas, nichos, concheados, motivos florais, esculturas. No alçado oeste da nave vestígios de pintura mural.

O púlpito em mármore lioz rosa, cuja face principal ostenta o emblema da ordem Franciscana.

Coro-alto enquadra telas e tecto em caixotões pintados, cadeiral de madeira de nogueira trabalhado em relevo. O revestimento a azulejo terá surgido no século XVII, com azulejo enxaquetado azul e branco na portaria da igreja de Santa Clara, azulejos tipo “tapete” e painéis de padrão Santa Clara no coro-alto.

Órgãos colocados nos alçados norte e sul da nave. O do lado norte—órgão grande, o do lado sul —órgão mudo.

O claustro assume-se como memória, hoje está incorporado nas instalações da Polícia Judiciária, vedado aos visitantes. Construído de raiz, datado do século XVII, apresenta desenho regular de cariz classizante. Organiza-se em cinco tramos, separados por pilastras. O primeiro registo é composto por arcadas que intercalam arcos plenos de diferente dimensão, ritmados. Regista-se a verticalidade e simplicidade do claustro.

A parede norte da nave ostenta uma pintura da “Ceia de Cristo”.

É de salientar a introdução da nova linguagem arquitectónica decorativa divulgada por Andrea Pozzo— (1642-1709), que foi o verdadeiro guia do estilo joanino.

O grandioso conjunto barroco termina nas grades sobrepostas da parede de entrada, ornamentadas de sanefas.

A talha da igreja de Santa Clara centraliza um enorme poder criativo e uma união intrínseca com a própria arquitectura.

Em síntese—uma unidade total criada ao longo do tempo.

Na igreja de Santa Clara tudo foi executado com distinção e elegância.

O património integrado da igreja do Convento de Santa Clara foi alvo de intervenção profunda de todo o espólio artístico, englobando a talha dourada, a escultura, a pintura de cavalete, a pintura mural, a pedra, o azulejo e metais.

A complexidade do tecto da capela-mor—apresenta uma gramática ornamental colossal que reflecte todo o esplendor da atmosfera envolvente. Imagem de um conjunto único.

O majestoso retábulo—impõe e domina o espaço.

Sentimo-nos envolvidos pela atmosfera dourada que surpreende e desperta os sentidos.

A cor reforça a forma, torna-a mais visível, ganha volume, grandiosa comunicação arquitectónica.

Nave, capela-mor, tectos, paredes, tudo é esplendoroso de douramentos, do trabalho minucioso da talha, esculpido com refinamento, delicadeza e indiscutível valor plástico.

Tudo se torna majestoso…. Teatralidade   e dramaturgia.

O espaço actua sobre nós, linguagem proposta como montagem cénica—fazer ver o invisível com visíveis “ encenações”

Arquivo Nacional Torre do Tombo- www.digitarq.arquivos.pt

DRCN—arquiva.culturanorte.gov.pt

GISA—gisaweb.com-porto.pt

Internet Archive—www.archive.org

Património cultural—monumentos.gov.pt

Porto Canal—portocanalsapo.pt

WIKIPÉDIA—pt.wikipedia.org

BibliografiaBarreira, Hugo — Convento de Santa Clara do Porto; História e Património. Porto: Direcção Regional de Cultura do Norte, 2021 ( Colecção Património a Norte, nº 11)


Brandão, Domingos Pinho; Obra de Talha Dourada, Ensamblagem e Pintura na cidade e na Diocese do Porto—Documentação, Porto, 1985, I Vol., pp. 350-353; 355-356; 363-366;

372; 488; 498


Brandão, Domingos Pinho; Obra de Talha Dourada, Ensamblagem e Pintura na cidade e na Diocese do Porto—Documentação, Porto, 1985, II Vol., p-460-464


Brandão, Domingos Pinho; Obra de Talha Dourada, Ensamblagem e Pintura na cidade e na Diocese do Porto—Documentação, Porto, 1985, III Vol., p-180-187


Caldeira, Arlindo Manuel.; Mulheres Enclausuradas; as Ordens Religiosas Femininas Em Portugal Nos Séculos XVI A XVIII; Casa das Letras-Porto


CEPESE— Ferreira Alves, Natália Marinho; Dicionário de Artistas e Artífices do Norte de Portugal


Costa, Pe. Agostinho Rebêlo da: Descripção Topográfica e História da Cidade do Porto; Porto, ano 1788- pp. 117-118, p.139,p.145, p.149, p.154, p.168, p.374


Fernandes, Maria Eugénia Matos- O mosteiro de Santa Clara do Porto em meados do séc. XVII (1730-80), Porto, Camara Municipal, 1992


Ferreira-Alves, Joaquim Jaime B; Arquitectos, Riscadores, Artistas e Artífices que trabalharam na Sé do Porto nas obras promovidas pelo Cabido durante a sede vacante de 1717 a 1741


Ferreira Alves, Natália Marinho—Nótula para o estudo da actividade do arquitecto António Pereira na cidade do Porto, Revista da Faculdade de Letras, IIª série, vol. IX. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto, pág.389-397

Gil, Júlio; As Mais Belas Igrejas de Portugal; Igreja de Santa Clara; pp. 124-126


Leal, Augusto Soares d´Azevedo Barbosa de Pinho;  Portugal Antigo e Moderno, Diccionario; Lisboa, ano 1873, p.310, pp. 594-595, pp. 3566-3567


Passos, Carlos de—Arte Portuguesa: Porto, Cathedral, Santa Clara, S. Francisco e Cedofeita. Porto: Edição: Marques Abreu, 1926


Patrício, Padre F. J.; Archeologia Religiosa; Notícia dos Últimos Conventos de Religiosas no Porto; Livraria Portuense de Clavel & Cª- Editores-Porto pp.17-29, p.55.

Pereira, José Fernandes; O barroco do século XVIII, A Talha do Porto, in: Pereira, Paulo, Grandes Temas da nossa História; História da Arte Portuguesa, Círculo de Leitores, pp.110-112


Pereira, Paulo; Decifrar a Arte em Portugal; Barroco.  Círculo Leitores


Quaresma, Maria Clementina de Carvalho—Inventário Artístico de Portugal: Cidade do Porto. Lisboa: Academia Nacional de Belas-Artes-1995


Resende, Nuno; Convento de Santa Clara do Porto; História e Património-Integrado na publicação nº10 da colecção-Património a norte


Silva, Miguel Francisco da, in “Dicionário da Arte Barroca em Portugal, Lisboa, Editorial Presença, 1989, pp. 450-451


Smith, Robert C.; A Itinerância das Imagens, “a Talha em Portugal” (1963-1991)

Smith, Robert C.; A Talha do Porto, in: Alguns Retábulos e Painéis de Igrejas e Capelas do Porto, pp.263-320


Sousa, Ana Cristina; Convento de Santa Clara do Porto; História e Património-Integrado

na publicação nº10 da colecção-Património a norte